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WhatsApp possui sete canais no Brasil para identificar fake news

WhatsApp disponibiliza lista com sete plataformas parceiras do mensageiro para identificar fake news no Brasil pelo app

Bruno Gall De Blasi Por

O WhatsApp apresentou, nesta quarta-feira (25), canais para identificar fake news pelo aplicativo de mensagens no Brasil. Composta por sete plataformas, a lista é formada por organizações independentes de verificação de fatos parceiras do WhatsApp, que atuam na linha de frente no combate à disseminação de informações falsas.

WhatsApp (Imagem:Mika Baumeister/Unsplash)

WhatsApp (Imagem:Mika Baumeister/Unsplash)

“O WhatsApp acredita que a melhor forma de combater a desinformação é com informação confiável”, anunciaram. “No Brasil, a plataforma tem parcerias com organizações independentes de verificação de fatos, para que elas revisem conteúdos denunciados pelos usuários e enviem checagens sobre diversos assuntos”

As plataformas contam com um número de telefone para que os usuários do mensageiro possam receber checagens de informações falsas e até mesmo enviar suas sugestões através do aplicativo. Para ter acesso aos canais, basta iniciar uma conversa com um dos projetos listados a seguir e enviar uma mensagem:

  • International Fact-Checking Network (IFCN): +1 (727) 291 2606 (wa.me);
  • Agência Lupa: +55 21 99193-3751 (wa.me);
  • Aos Fatos: +55 21 99956-5882 (wa.me);
  • Estadão Verifica: +55 11 97683-7490 (wa.me);
  • AFP Checamos: +55 21 98217-2344 (wa.me);
  • Comprova: +55 11 97795-0022 (wa.me);
  • Fato ou Fake: +55 21 99474-1741 (wa.me).

WhatsApp e TSE fazem parceria contra fake news

O WhatsApp e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmaram uma parceria para combater as fake news nas Eleições 2020. Entre as iniciativas do acordo, que também prevê mudanças no Facebook e Instagram, está um bot que oferece informações sobre horários, locais de votação e mais, pelo telefone +55 (61) 9637-1078.

Mais de mil contas do mensageiro foram removidas após denúncias durante o primeiro turno das eleições municipais, em 15 de novembro, por disparos em massa, prática vetada pela plataforma. Ainda neste mês, no dia 12, o WhatsApp anunciou que processou empresas de disparo em massa no Brasil.

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