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Como ajudar na prevenção da dengue com o app Menos Mosquito

App ensina a fazer uma inspeção completa para eliminar criadouros do mosquito; veja como colaborar na prevenção da dengue

Gabrielle Lancellotti Por

O Menos Mosquito é um aplicativo do Ministério da Saúde desenvolvido para ajudar no combate ao Aedes aegypti — vetor de transmissão da dengue. Como a doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito infectada com o vírus, a melhor forma de ajudar na prevenção da dengue e de outras enfermidades, como a zika e a chikungunya, é eliminar os criadouros do inseto.

Prevenção da dengue: app Menos Mosquito

Prevenção da dengue: app Menos Mosquito (Imagem: Gabrielle Lancellotti/Tecnoblog)

A tela principal do aplicativo exibe informações que ensinam como diferenciar o Aedes aegypti de outros mosquitos. Padrão de cor, tempo de vida, horário de maior atividade, ambiente e clima favoráveis para a reprodução são alguns dos dados em destaque. A função principal do app, entretanto, é a inspeção: uma lista de atividades para auxiliar o usuário a acabar com os possíveis focos de dengue, seja em ambiente urbano ou rural.

Prevenção da dengue: como fazer a inspeção

Como fazer a inspeção usando o app (Imagem: Reprodução/Gabrielle Lancellotti)

Como fazer a inspeção usando o app (Imagem: Reprodução/Gabrielle Lancellotti)

  1. Baixe o app Menos Mosquito, disponível na App Store;
  2. Na tela principal do app, toque em “Inspeções”;
  3. Toque no círculo roxo, localizado no canto inferior direito da tela;
  4. Toque no tipo de ambiente que deseja inspecionar;
  5. Preencha os dados necessários;
  6. Complete a lista de tarefas para eliminar os focos do mosquito;
  7. Marque um check a cada tarefa cumprida.
Dê um check em cada ação concluída (Imagem: Reprodução/Gabrielle Lancellotti)

Dê um check em cada ação concluída (Imagem: Reprodução/Gabrielle Lancellotti)

Sobre a doença

O que é a dengue?

Segundo o Manual MSD, é uma infecção viral que provoca febre, dores pelo corpo e, em casos graves, sangramentos. O vírus é transmitido pela fêmea do “mosquito da dengue”, o Aedes aegypti.

De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), há quatro sorotipos diferentes — DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Por esse motivo, é possível contrair a doença quatro vezes, já que a infecção por um sorotipo não desencadeia imunidade para combater os outros.

O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais que detectam anticorpos contra o vírus. Quando a doença é confirmada, o tratamento tem foco no alívio dos sintomas, já que não há medicamentos antivirais eficazes para a dengue.

Casos em 2020

De acordo com o Ministério da Saúde, até 14 de novembro de 2020, foram registrados 971.136 casos de dengue, com taxa de incidência de 462,1 casos por 100 mil habitantes no país. Neste espaço de tempo, 528 óbitos causados pela enfermidade foram confirmados. Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo reúnem 76,8% (401) destes casos.

Com informações de: MSD Manuals, Ministério da Saúde, DIVE e Menos Mosquito

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