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Gêmeos do Facebook agora têm US$ 1 bilhão cada em bitcoin

Gêmeos Winklevoss compraram 11 milhões em bitcoin (BTC) em 2013 com dinheiro do processo contra Facebook

Bruno Ignacio Por

Os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss, famosos por contratar Mark Zuckerberg para desenvolver o precursor do Facebook e então processar a rede social por roubar sua ideia, hoje têm cerca de US$ 1,4 bilhão cada em bitcoin (BTC). Os cofundadores da bolsa de criptomoedas Gemini foram dois dos primeiros nomes reconhecidos a investir e apostar no criptoativo ainda em 2013, quando possuíam cerca de US$ 11 milhões na moeda digital.

Gêmeos Winklevoss (imagem: Tyler Winklevoss/Instagram)

Gêmeos Winklevoss (imagem: Tyler Winklevoss/Instagram)

Conforme estima a Forbes, se desde aquela época (quando a cotação da criptomoeda ainda era de apenas US$ 120) os gêmeos mantiveram a maior parte de sua fortuna de criptoativos, hoje esse montante seria o equivalente a US$ 1,4 bilhão para cada um deles.

Em 2017, os Winklevoss afirmaram nunca ter vendido um bitcoin sequer. Naquele ano, a criptomoeda bateu o preço de US$ 20 mil pela primeira vez na história e fez com que o montante dos dois juntos ultrapassasse US$ 1 bilhão. O último recorde do ativo digital foi de quase US$ 42 mil, mais que o dobro em comparação àquela época. Os gêmeos não comentaram a estimativa da Forbes.

Bitcoin cria novos bilionários

Os gêmeos Winklevoss não são os únicos investidores que se tornaram bilionários com a recente alta do ativo digital. O presidente e cofundador da consultoria Bloq, Matthew Roszak, comprou seus primeiros bitcoins em 2012. Conhecido por ser obcecado por criptomoedas, o empresário teria hoje o patrimônio de US$ 1,2 bilhão em ativos digitais, conforme aponta a estimativa.

Tim Draper, da casa de investimentos Draper Fisher Jurvetson sediada no Vale do Silício, realizou diversas apostas de alto risco ao longo de sua trajetória profissional, sendo uma delas na Tesla ainda em seu início. O magnata afirma que em 2014 comprou 29.646 BTC totalizando um investimento de US$ 18,7 milhões.

O empresário afirmou à Forbes que “o bitcoin é a moeda do futuro. O que estamos vendo agora é a transição antropológica global dos dólares para a moeda digital”. Supondo que nada do montante tenha sido vendido até o momento, informação que Draper não forneceu, seu patrimônio em criptomoedas hoje atingiria US$ 1,1 bilhão.

Capitalização do bitcoin ultrapassa Facebook

“O bitcoin ultrapassou o Facebook em capitalização de mercado”, tuitou Cameron Winklevoss durante a ascensão da criptomoeda para acima dos US$ 40 mil ao longo da semana passada, atingindo seu preço máximo histórico. O gêmeo complementa: “faz sentido que uma rede de dinheiro seja mais valiosa do que uma rede social,” alfinetando a empresa de Mark Zuckerberg que teria roubado sua ideia.

Com informações: Forbes

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Tech Nerd 🤓 (@technerd)

Não querendo ser chato, mas já sendo desde quando os comentários aqui eram pelo disqus eu tentava abrir os olhos de todos para o Bitcoin. Contudo, admito que não tenho muita paciência pra ficar pregando como um bitcoiner padrão. Pra quem acha que tá caro eu só tenho uma coisa pra dizer, prestem atenção:

Mais da metade do dinheiro em circulação no mundo foi criado em 2020 e 70% foi criado desde 2008. Nós brasileiros ainda precisamos contar com políticos e economistas incompetentes que não sabem o que estão fazendo e enfraquecem ainda mais a nossa moeda. O ministro da economia inclusive pede para que o real desvalorize (óbvio, pra ele não faz diferença, pois boa parte da fortuna está em dólares mesmo), mas nós ficamos mais pobres. Parem e pensem o quanto está mais caro a carne, o pão e os eletrônicos? A gasolina não aumentou ainda pq a Petrobrás está segurando, mas quando vier podem ter certeza que virá na casa dos dois dígitos.

Resumindo: se vocês confiam nos governos e em especial nos políticos não invistam em bitcoin, caso contrário acredito ser prudente aportar ao menos uma parcela pequena nesse ativo.

Abraço!