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CEO da Xiaomi quer saber se você compraria celular de R$ 8 mil

Em rede social, Lei Jun questiona se consumidores comprariam celular da Xiaomi de 10.000 iuanes (cerca de R$ 8 mil)

Bruno Gall De Blasi Por

A Xiaomi é conhecida pelo custo-benefício de seus celulares. Mas e se a companhia lançasse um smartphone de 10.000 iuanes (cerca de R$ 8,4 mil em conversão direta), você compraria? Esta é a pergunta feita pelo CEO Lei Jun nesta quarta-feira (3).

Tela do Poco X3 (imagem: Tecnoblog/Emerson Alecrim)

Tela do Poco X3 (imagem: Tecnoblog/Emerson Alecrim)

O questionamento do executivo surgiu na rede social chinesa Weibo. “Se a Xiaomi lançasse um celular de última geração no preço de 10.000 yuan [por volta de R$ 8,4 mil], você compraria?”, indagou. Em seguida, Lei Jun perguntou como deveria ser um smartphone vendido por esse valor.

Ainda que a publicação traga poucos detalhes sobre um produto de fato, a pergunta levantou algumas especulações. É o caso do primeiro celular dobrável da marca, que pode trazer tela flexível e câmera de 108 megapixels, caso os rumores sejam confirmados. Porém, não há previsão de lançamento para o telefone até o momento.

Xiaomi Mi 11 tem preço sugerido a partir de 3.999 iuanes

A cargo de comparação, a cifra é mais que o dobro do preço sugerido do Mi 11. Em dezembro, a Xiaomi anunciou o celular em três versões, sendo a mais avançada, com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, por 4.699 iuanes (cerca de R$ 3.494). A variante mais simples, com 8 GB + 128 GB, custa 3.999 iuanes (cerca de R$ 3.530).

O Mi 10 Ultra, anunciado em agosto, é uma opção que chegaria mais perto do valor mencionado por Lei Jun. A edição com 16 GB + 512 GB, por exemplo, foi apresentada por 6.999 iuanes (cerca de R$ 5.870). A combinação menos poderosa (8 GB + 128 GB), por sua vez, tem o preço de lançamento de 5.299 iuanes (cerca de R$ 4.445).

Xiaomi Mi 11 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Xiaomi Mi 11 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Também é importante observar que pagar R$ 8 mil por um celular da Xiaomi não é uma realidade tão distante assim aos brasileiros. O Mi 10T Pro (256 GB), por exemplo, está à venda oficialmente por R$ 7.299 ou R$ 6.715 à vista. Na Europa, esta edição chegou às lojas por 649 euros (por volta de R$ 4.160).

Na sequência, o Mi Note 10 (128 GB) é comercializado por R$ 6.999 ou R$ 6.439 à vista. Na Europa, onde foi apresentado em novembro de 2020, o preço sugerido é de 549 euros, o equivalente a cerca de R$ 3.520 em conversão direta.

No meio do caminho, há o Redmi Note 9 Pro de 64 GB por R$ 3.599 ou R$ 3.311 com o desconto do pagamento à vista. Em abril de 2020, o telefone foi revelado com o preço global de US$ 269 (por volta de R$ 1.440) pela versão com 64 GB.

O Redmi 9A de 32 GB aparece entre os telefones mais baratos encontrados na loja oficial. Neste caso, o celular é vendido por R$ 1.299 ou R$ 1.195,99 (à vista). O smartphone da Xiaomi foi anunciado em junho por 359 ringgit malaio (cerca de R$ 480).

Com informações: Android Authority

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Desenvolvimentista (@mandatario)

Não existe motivo no mundo pra um celular custar mais de 2k.