Hoje a gente conversa sobre o aplicativo que é o hype do momento: o Clubhouse. Se você é usuário de iOS, com certeza ouviu falar dele nas últimas semanas.

Tecnocast 180 – O hype do Clubhouse (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Tecnocast 180 – O hype do Clubhouse (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No segundo bloco a batemos um papo sobre o formato do app com a podcaster Jessica Grecco e o estrategista de comunicação Marc Tawil. Dá o play e vem com a gente:

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Raphael Silva (@rstiba)

Não testei, não tenho acesso. Mas a proposta não me atraiu!

Acompanho alguns podcasts, que no momento posso dizer ser a mídia mais aproximada, no início alguns pra mim foi muito estranho, algumas vozes pareciam não combinar, depois com o tempo, acho que vamos nos acostumando, conhecendo um pouco mais de cada participante, e isso traz um senso de proximidade.

Às vezes o título do podcast não atrai, mas por já estar acostumado com os participantes acabo escutando.

Salas com tempo infinito, pessoas diversas e temas que podem variar totalmente durante o andamento. Esse formato atual não me atrai e parece não ser a fórmula ideal.

Talvez com o tempo a coisa vai tomando outra forma, como foi falado no Tecnocast.

Sala com horário marcado, e tempo de duração e quantidade de presença pré-definido,
e os próprios participantes vão se moderando e controlando a direção do tema definido da sala.

Ou seja, virar um podcast ao vivo com a possível entrada de algum convidado especial e aberto a perguntas dos participantes.

imhotep (@imhotep)

Vcs compararam com o Twitter e têm razão.
Eu, como sou velho, comparo com o Disque Amizade, 145, q tinha nos anos 80 em todas as empresas de telefonia - tinha salas, vc batia papo com desconhecidos sobre assuntos quaisquer. E eu usava escondido da minha mãe…