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Trump pode retornar às redes sociais com plataforma própria

Segundo conselheiro de Donald Trump, rede social do ex-presidente dos EUA poderá ser lançada em até três meses

Victor Hugo Silva Por

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está longe das redes sociais desde janeiro, quando foi banido em várias delas. Os serviços o impediram de manter sua atividade por entender que ele incitou a violência no caso que resultou na invasão do Capitólio por seus manifestantes. Para resolver a situação, o republicano planeja criar sua própria plataforma.

Donald Trump (Imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Donald Trump (Imagem: Gage Skidmore/Flickr)

A declaração sobre a nova rede social foi feita pelo conselheiro e porta-voz da campanha de Trump em 2020, Jason Miller. Em entrevista à Fox News no domingo (21), ele afirmou que o ex-presidente americano poderá aparecer novamente nas redes sociais em cerca de dois ou três meses com um serviço novo.

Sem oferecer muitos detalhes, Miller apontou que a presença do ex-mandatário americano será o fator que mais vai atrair usuários à plataforma. “Acho que isso será o mais procurado nas redes sociais, redefinirá completamente o jogo e todos estarão esperando e observando para ver exatamente o que o presidente Trump faz”, declarou.

O conselheiro do republicano afirmou ainda que Trump tem realizado reuniões com diversas empresas, que teriam o abordado para participar do negócio. De acordo com Miller, a “nova plataforma será grande” e a presença de Trump deverá atrair “dezenas de milhões de pessoas”.

Trump banido de Twitter e Facebook

Após a invasão de apoiadores de Trump ao Capitólio, o ex-presidente americano perdeu o acesso às contas em várias plataformas. As principais foram Twitter, Facebook e Instagram, que apontaram incitação à violência com os posts. Seguindo o mesmo caminho, Twitch e Snapchat também desativaram os perfis do republicano.

Com a decisão das grandes plataformas, serviços alternativos tentaram ser o novo espaço para Trump e seus apoiadores se manifestarem. O Parler era considerado o principal deles, mas foi banido das lojas de aplicativos de Apple e Google, além do Amazon Web Services, por permitir publicações que promovem discursos de ódio.

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