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Mark Zuckerberg apaga conta no Signal, rival do WhatsApp, após número vazar

Celular de Mark Zuckerberg é exposto em vazamento do Facebook; número de telefone do executivo estava cadastrado no Signal

Bruno Gall De Blasi Por

O vazamento do Facebook, que expôs informações de 533 milhões de usuários, também revelou uma curiosidade. De acordo com um teste realizado pelo pesquisador de segurança Dave Walker, o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, tinha cadastro no Signal, mensageiro rival do WhatsApp. A conta do executivo, porém, foi encerrada após a descoberta que veio a público neste domingo (4).

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Anthony Quintano/Flickr)

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Anthony Quintano/Flickr)

A existência do cadastro foi relatada pelo pesquisador em seu perfil do Twitter. Pela rede social, um usuário questionou se o executivo, que também teve seu número de celular revelado, possuía conta no Signal. Em seguida, Walker apresentou uma captura de tela de uma conversa com Zuckerberg pelo aplicativo de mensagens.

Na mesma sequência de tweets, o pesquisador explicou que não enviou mensagens ao executivo. A conta de Mark Zuckerberg, no entanto, não ficou no ar por muito tempo: “Ontem, a conta foi encerrada”, disse Dave Walker pelo Twitter nesta terça-feira (6).

Questionado pelo Android Authority, o Facebook não comentou sobre o assunto.

Mark Zuckerberg tinha conta no Signal (Imagem: Dave Walker / Twitter)

Mark Zuckerberg tinha conta no Signal (Imagem: Dave Walker / Twitter)

Vazamento do Facebook expôs 533 milhões de usuários

A descoberta parte de um vazamento que revelou informações de 533 milhões de usuários. Entre os dados expostos, estão o nome, cidade, e-mail e data de nascimento dos atingidos pelo incidente. Conforme apurado pelo Tecnoblog, a base reúne informações de cerca de 8 milhões de brasileiros, incluindo o número de celular.

Os dados estão sendo fornecidos gratuitamente em fóruns da internet e partem de uma falha no recurso “Adicionar amigo” do Facebook. De acordo com uma análise de Zlatan Ivanov, o incidente envolvendo atingiu mais de 90% dos usuários de países como Arábia Saudita, Egito, Ilhas Maurício, Itália, e Marrocos.

“Esses são dados antigos revelados anteriormente em 2019; encontramos e corrigimos esse problema em agosto de 2019”, afirmou uma porta-voz do Facebook.

Com informações: Android Authority e Dave Walker (Twitter: 1 e 2)

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