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AliExpress lança “Pechincha” que promete reduzir preços para até R$ 1

Modelo de negócios chamado “social commerce” incentiva o compartilhamento de ofertas com contatos online

Ana Marques Por

A plataforma AliExpress lançou uma ferramenta que pretende dar uma nova dinâmica às compras online: a “Pechincha”. Trata-se de um canal de social shopping, modelo de negócios que une as características de redes sociais à experiência do comércio eletrônico. De acordo com a empresa, o método permite reduzir preços para até R$ 1.

AliExpress (Imagem: Divulgação)

AliExpress (Imagem: Divulgação)

O chamado “social commerce” é um fenômeno na China, país de origem do grupo Alibaba, que controla o AliExpress. Por lá, o modelo de negócios ocupa 20% do varejo digital. Agora, a empresa pretende explorá-lo também no mercado brasileiro.

Na prática, o objetivo da Pechincha é incentivar usuários a compartilharem ofertas com seus contatos para obter descontos em produtos.

“Um smartphone que custe R$ 1.000, por exemplo, pode ter seu preço reduzido em 20%, rebaixado à metade ou até mesmo sofrer um desconto de 99% e acabar vendido pelo preço simbólico de R$1”, afirma o AliExpress.

Quem cobre essa redução de preço é o próprio AliExpress – não há desconto no valor anunciado para os vendedores.

Como funciona o Pechincha

O novo recurso do AliExpress funciona assim: o usuário escolhe um item disponível exclusivamente no app da empresa e compartilha o link com outras pessoas – a cada novo clique, há uma redução no preço final do produto compartilhado.

É claro, há limite de tempo. Cada link é elegível para descontos por até 24 horas – após esse período, o recurso gera uma nova lista de produtos para cada usuário e os cliques em links antigos deixam de valer descontos.

Por fim, o Pechincha permite que o consumidor acompanhe em tempo real o quanto de engajamento seu link já teve, para monitorar de perto os descontos obtidos.

Comentários da Comunidade

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Felipe Insfran (@felipous)

Acho que sentiram bastante o impacto da Shopee nos últimos tempos

João M. (@RonDamon)

Isso é bem comum na China, só aqui q é novidade.