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Samsung Galaxy Watch 4 com Wear OS é aprovado pela Anatel

O provável Galaxy Watch 4 terá o mesmo carregador wireless do Galaxy Watch Active e trará interface da One UI sobre o Wear OS

André Fogaça Por

A Samsung ainda sequer comentou algo sobre o Galaxy Watch 4, mas a Anatel já aprovou o smartwatch em sua versão tradicional, sem ser a variante Active. O relógio inteligente pode ser o primeiro em muitos anos sem o sistema operacional Tizen e abre espaço para a presença do Wear OS do Google em uma fabricante muito importante.

Samsung Galaxy Watch 3 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Samsung Galaxy Watch 3 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

A Samsung, junto da Huawei, é uma das poucas empresas que tentam se aproximar da liderança da Apple no mundo de smartwatches, ranking com as principais marcas sequer utilizando o sistema operacional móvel criado pelo Google para estes aparelhos: o Wear OS, ex-Android Wear. Este cenário deve mudar com a provável adoção dele pela Samsung no Galaxy Watch 4.

O gadget passou pela Anatel e foi aprovado pela agência para os modelos SM-R890 e SM-R880. O documento de conformidade comenta que os produtos podem ser fabricados na planta de Manaus (AM) da empresa, assim como na cidade de Campinas (SP), junto de três outras fábricas espalhadas no Vietnã e Coreia do Sul.

Na embalagem, tanto o modelo com caixa de 42 como o de 46 milímetros entregam um carregador por indução magnética de modelo EP-OR825, o mesmo entregue com as duas primeiras gerações de Galaxy Watch Active.

Galaxy Watch 4 pode ter Wear OS com cara da Samsung

Os rumores mais quentes apontam que o Wear OS substituirá o Tizen apenas no Galaxy Watch 4, mantendo toda a família anterior de smartwatches com o sistema operacional já utilizado, mas entregando atualizações por mais algum tempo. Já para o produto mais recente e ainda não anunciado de forma oficial, a notícia curiosa é a presença de uma interface alterada pela Samsung para dar sua cara ao produto.

Isso pode significar uma pegada da One UI dentro do Galaxy Watch 4, muito provavelmente pensando na curva de aprendizado para o público que já escolheu a Samsung como marca para um smartwatch no passado. Além disso, a alteração na interface muda uma estratégia do próprio Google, que é de manter muito do Wear OS praticamente intacto para todas as fabricantes que apostam nele.

Trocar o Tizen pelo Wear OS pode ser uma estratégia positiva tanto para o Google, como para a Samsung. No lado coreano a empresa acaba ganhando aplicativos que nunca teve para seus relógios inteligentes, enquanto o gigante das buscas finalmente recebe uma marca de peso neste segmento e que neste momento é a segunda maior fabricante de smartwatches, brigando com a Huawei.

Colaborou: Everton Favretto.

Com informações: SamMobile.

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