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Magalu compra Plus Delivery para expandir atuação em entrega de refeições

Plus Delivery atendeu a 250 mil pedidos no último mês e é líder de entregas no Espírito Santo; com a compra, Magazine Luiza avança em delivery

Pedro Knoth Por

O Magazine Luiza adquiriu o aplicativo de entrega Plus Delivery. O app será integrado ao AiQFome, plataforma comprada pela varejista em setembro de 2020 e que deve fazer parte do superapp do Magalu até o final do ano. A aquisição é mais um aceno à estratégia da varejista de crescer no setor de delivery de refeições.

App AiQFome, do Magalu (Imagem: Magalu/Divulgação)

App AiQFome, do Magalu (Imagem: Magalu/Divulgação)

Compra do aplicativo é a 4ª do Magalu no delivery

Segundo comunicado à imprensa, o Plus Delivery é um dos principais apps de pedidos no Espírito Santo e opera por meio de uma plataforma própria. No último mês, atendeu 250 mil pedidos preparados por 1,5 mil restaurantes parceiros.

“A Plus Delivery é uma plataforma completa especializada no delivery de diversos tipos de comida, recebendo e gerenciando pedidos por meio de um aplicativo rápido, prático e seguro”, afirmou o Magalu em nota à imprensa.

O Plus Delivery vai fazer parte da AiQFome, primeira plataforma de delivery adquirida pelo Magalu. O aplicativo está presente em 350 cidades, com 2 milhões de usuários e 28 mil restaurantes parceiros cadastrados – movimenta R$ 700 milhões ao ano. Até o fim de 2021, o Magazine Luiza acredita que a integração com o superapp vai despontá-la como um dos líderes do setor.

A varejista também comprou em março deste ano as plataformas ToNoLucro, um aplicativo de entrega fundado no Tocantins; e o GrandChef, fundado no Paraná, que oferece recursos para administrar o fluxo de restaurantes de médio e pequeno porte.

Com o reforço do AiQFome e da LogBee, startup de logística adquirida pelo Magalu em 2018, a empresa prometeu entregas de 1h para 75 lojas em pelo menos 11 cidades. A varejista afirma que a malha de entregas deve ser expandida para atender todos os estabelecimentos em breve.

“Para que esse modelo de entrega seja possível, os motociclistas do AiQFome se dividirão entre restaurantes e entregas de lojas – o que aumentará sua demanda e, consequentemente, remuneração”, afirma o Magalu em comunicado.

Com informações: Infomoney

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