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Santander lança Consórcio Gamer com créditos a partir de R$ 5 mil

Consórcio Gamer Santander oferece contratos a partir de R$ 5 mil em cartas de crédito para comprar periféricos para jogos

Murilo Tunholi Por

O Santander lançou um novo produto financeiro voltado para jogadores, o Consórcio Gamer Santander. A ideia do banco é ajudar pessoas a comprarem “periféricos para jogos, dos mais simples aos mais complexos, como PCs, notebooks, consoles, cadeiras, kits gamer, headset e kit driving”. Para isso, a empresa oferece cartas de crédito a partir de R$ 5 mil, que podem ser parceladas em até 48 vezes.

Consórcio Gamer Santander permite comprar periféricos para jogos (Imagem: Axville/Unsplash)

Consórcio Gamer Santander permite comprar periféricos para jogos (Imagem: Axville/Unsplash)

Como o Consórcio Gamer Santander funciona

Assim como em outros consórcios, o contratante solicita uma certa quantia ao Santander e começa a pagar as parcelas proporcionais ao valor pedido. Porém, a pessoa não recebe o dinheiro na conta corrente na mesma hora. Em vez disso, o indivíduo entra em um sorteio mensal para ser contemplado com a carta de crédito em algum momento, até o final das parcelas.

O diferencial do Consórcio Gamer Santander é que, segundo o banco, o contratante tem “mais poder de negociação na compra à vista do bem”. Em outras palavras, quando o cliente é contemplado pelo sorteio, o Santander dá a opção de pagar o produto desejado em uma única parcela.

De acordo com o Santander, a pessoa pode usar o próprio dinheiro para fazer a compra e receber o crédito em forma de reembolso, ou enviar o boleto da loja para o próprio banco realizar o pagamento com a carta do consórcio.

Vale mencionar que, mesmo quando for contemplado, o contratante vai continuar pagando as parcelas do consórcio até o fim. A taxa de administração é de 0,36% ao mês nos contratos de 48 meses. As parcelas são reajustadas anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, e o fundo de reserva é de 4,5%.

O Consórcio Gamer Santander só pode ser contratado para comprar produtos relacionados a jogos. Por isso, o banco pede a Nota Fiscal Eletrônica do pedido antes de liberar o crédito. Para consórcios até R$ 20 mil, a pessoa precisa ter uma garantia na forma de fiança ou fiador. Em valores mais altos, é necessário apresentar bens, como veículos.

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Léo (@leo_oliveira)

taxa de administração é de 0,36% ao mês nos contratos de 48 meses. As parcelas são reajustadas anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, e o fundo de reserva é de 4,5%.

Consórcio por si só já é um mau negócio, mas esse é um mau negócio do mau negócio.

[…] o banco pede a Nota Fiscal Eletrônica do pedido antes de liberar o crédito.

Se eu preciso do consórico pra ter o dinheiro, como vou apresentar a NF do fornecedor? Se for pra usar CC, nem precisa entrar nessa dívida gigantesca…

Para consórcios até R$ 20 mil, a pessoa precisa ter uma garantia na forma de fiança ou fiador.

Definitivamente é o pior entre todos os consórcios que já vi kkkk

² (@centauro)

Consórcio em tese não tem juros, tem taxas (uma tecnicalidade pedântica).
E consórcio faz sentido exatamente para aquelas pessoas que têm dificuldade em ter disciplina para guardar o dinheiro por conta, então elas basicamente “pagam” pra um terceiro cobrar e guardar o dinheiro para elas.

Do ponto de vista financeiro, realmente não faz sentido um consórcio, porque se você precisa do produto imediatamente e não tem o dinheiro, a opção é o financiamento. Se você não precisa do produto imediatamente e não tem o dinheiro, poupar por conta é mais barato.

O consórcio só faz sentido pra quem sabe que não consegue guardar o dinheiro por conta e/ou não tem o dinheiro na hora e quer tentar a sorte em conseguir o produto antes sem pagar pelos juros do financiamento (que em alguns casos pode até ser mais caro do que as taxas do consórcio, mas precisa pesquisar e fazer as contas pra comparar). Ou seja, o fator financeiro não é a única coisa que entra na tomada de decisão da pessoa que cogita um consórcio.