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Vivo registra patente de celular com câmera destacável que voa como drone

Com a nova patente registrada pela chinesa Vivo, as fotos feitas por smartphones podem ganhar uma nova perspectiva no futuro

Ana Marques Por

Celulares dobráveis, câmeras giratórias — diversas inovações com um “quê” de geringonça chegaram à indústria de smartphones nos últimos anos. Agora, a fabricante chinesa Vivo registrou uma patente que pode oferecer uma nova perspectiva às suas fotos ao transformar a câmera do seu telefone em drone destacável.

Vivo registra patente de celular com câmera voadora (Imagem: Reprodução/Lets Go Digital)

Vivo registra patente de celular com câmera voadora (Imagem: Reprodução/Lets Go Digital)

O pedido de patente para essa nova tecnologia foi feito ainda em 2020, e aprovado na última quarta-feira, 1º de julho. O módulo de câmera destacável parece bem discreto, ficando acoplado ao celular de forma praticamente imperceptível enquanto não está em uso.

O incômodo pode ficar por conta da espessura do celular — não sabemos o quão fino poderia ser o corpo de modo a permitir a integração do sistema.

Módulo de câmera fica acoplado ao celular e é destacado pela parte inferior (Imagem: Reprodução/Lets Go Digital)

Módulo de câmera fica acoplado ao celular e é destacado pela parte inferior (Imagem: Reprodução/Lets Go Digital)

Pelo projeto apresentado na patente, somente quando habilitada a câmera é destacada, e revela suas quatro hélices, capazes de levar o módulo às alturas para fazer capturas utilizando dois sensores fotográficos.

O design é bastante semelhante ao da AirPix, uma câmera voadora já existente no mercado (mas que não acompanha um telefone).

AirPix (Imagem: Divulgação)

AirPix é uma câmera voadora disponível no mercado (Imagem: Divulgação)

Módulo destacável funciona como um drone

Para voar, a câmera conta com uma bateria separada da bateria principal do celular. O módulo conta com dois sensores infravermelhos para evitar colisões durante o voo, o que sugere um modo de operação automático.

Desse modo, o equipamento poderia se posicionar da melhor forma para enquadrar cenários, grandes grupos de pessoas ou paisagens antes impensadas com o celular.

A presença de sensores também poderia possibilitar o reconhecimento de gestos, ainda que nenhum detalhe do tipo seja revelado no documento.

É claro — como acontece geralmente com registros de patente — não há nenhuma garantia de que a empresa vá levar o projeto à frente e realmente lançar um celular com câmera voadora. Mas, diante dos últimos acontecimentos da indústria, não seria uma surpresa ter ao menos um contato com algo do tipo, ainda que em fase de protótipo, durante uma CES no futuro.

Com informações: Gizmochina.

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