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CPTM prepara Wi-Fi grátis com conteúdo em estações e trens

Consulta pública da CPTM prevê Wi-Fi gratuito de uma hora ou 1 GB por dia, além de conteúdo como filmes e notícias

Emerson Alecrim Por

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está com consulta pública aberta para concessão de redes Wi-Fi em estações e trens. O objetivo da companhia é oferecer a seus usuários acesso gratuito à internet, bem como serviços de conteúdo, como notícias e filmes.

Trem da CPTM (imagem original: CPTM)

Trem da CPTM (imagem: reprodução/CPTM)

Esse tipo de iniciativa não é novidade na rede da companhia. Em 2018, a CPTM instalou pontos de acesso Wi-Fi em estações como Brás, Tatuapé e Tamanduateí. No ano seguinte, 24 estações da estatal passaram a contar com redes sem fio oferecidas pelo Google Station. Porém, essa plataforma foi descontinuada.

Aparentemente, a CPTM quer oferecer um serviço de Wi-Fi mais consistente em um futuro próximo. O contrato de concessão prevê uma série de condições, entre elas, a de que o serviço permita ao passageiro contar com até uma hora de conexão ou 1 GB de download por dia, gratuitamente.

Se esses limites forem atingidos, a empresa fornecedora do serviço poderá cobrar do usuário pelo tempo de uso extra ou, ainda, pelo volume de dados adicional.

Um detalhe interessante é a possibilidade de conteúdos como filmes, séries, músicas e notícias serem oferecidos a partir da rede. Provavelmente, essa modalidade será similar aos serviços de conteúdo a bordo que são disponibilizados por algumas empresas de ônibus rodoviários e companhias áreas.

Linhas da CPTM cobertas por Wi-Fi

Está nos planos da CPTM oferecer Wi-Fi nas estações e trens das linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. As linhas Linha 8–Diamante e Linha 9–Esmeralda não foram consideradas para o projeto por terem sido concedidas à iniciativa privada recentemente.

A CPTM prevê um prazo de implantação do serviço de até 180 dias, prorrogáveis até 240 dias, após a data de divulgação do vencedor da licitação. Este terá direito a um período de 120 meses para exploração comercial das redes Wi-Fi.

O projeto segue em consulta pública até 8 de agosto. Após essa fase, as contribuições recebidas serão analisadas e a viabilidade financeira do projeto será avaliada para somente então a licitação ser iniciada. Isso significa que, até lá, as condições para a prestação do serviço podem mudar.

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