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iPhone 13: Apple deve “atrasar” Touch ID sob a tela que iria chegar em 2021

Novo iPhone 13 pode chegar sem leitor de digitais sob a tela; Mac Mini tende a ser atualizado com chip Apple M1X em breve

Bruno Gall De Blasi Por

O leitor de digitais sob a tela é uma das principais apostas para o iPhone 13. O recurso possibilitaria o desbloqueio dos celulares da Apple através de biometria pelo display, assim como acontece no Samsung Galaxy S21. Mas, segundo Mark Gurman, da Bloomberg, neste domingo (22), a volta do Touch ID pode não acontecer neste ano.

iPhone 12 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
iPhone 12 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

As informações reveladas na newsletter Power On mudam o rumo das expectativas sobre telefone. No começo do ano, informações de bastidores indicavam que os sucessores do iPhone 12 sairiam da caixa com o Touch ID novamente. A função também receberia um incremento: em vez de ser posicionado no botão Home, como aconteceu até o iPhone 8 e no iPhone SE (2020), o sensor seria levado para atrás da tela.

A mudança traria mais uma opção para desbloquear o iPhone que, nas gerações atuais, possui apenas o sistema de reconhecimento facial. Gurman, no entanto, diz que o recurso pode não vir a público neste ano. Em outras palavras: o iPhone 13 deve permanecer apenas com o Face ID, como nos smartphones lançados desde o iPhone X.

A publicação ainda aponta para duas possibilidades aos futuros smartphones da marca. No primeiro caso, as opções menos caras dos celulares continuariam com o notch, enquanto o Face ID seria levado para atrás da tela nos modelos mais caros. No segundo cenário, as edições mais simples ficariam com o Touch ID enquanto os mais avançados permaneceriam com o sistema de reconhecimento facial.

Ainda não se sabe quando a Apple lançará o primeiro iPhone com Touch ID sob a tela.

Mac Mini com Apple M1 (Imagem: Divulgação/Apple)
Mac Mini com Apple M1 (Imagem: Divulgação/Apple)

Mac Mini pode ser atualizado com Apple M1X e mais portas

A newsletter ainda tratou sobre o futuro do Mac Mini neste domingo (22). Para Gurman, o computador deve ganhar uma nova edição “nos próximos meses” com especificações de ponta. Espera-se que o lançamento chegue às lojas com o processador Apple M1X, uma opção mais encorpada do Apple M1, que é encontrado dentro dos Macs atuais.

Além do processador, o computador deve ganhar um novo visual e trazer mais portas. No modelo atual, o consumidor conta com uma entrada para fones de ouvido (3,5 mm), para cabo de rede e outra para HDMI 2.0. Além disso, há dois conectores em formato USB-A e mais dois USB-C, que funcionam como Thunderbolt e USB 4.

O relato dá eco às informações reveladas pela Bloomberg em maio. Na época, Gurman disse que o Mac Mini iria ganhar uma atualização com um processador mais potente, o mesmo do futuro MacBook Pro, que também deve chegar em breve. Outra aposta ficaria pela presença de mais conectores na nova geração do computador da marca.

Com informações: 9to5Mac (1 e 2) e Bloomberg

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Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Não acho que ela vai “atrasar”, simplesmente vai ignorar mesmo. Tecnicamente já é viável a muito tempo, entretanto nenhuma fabricante apresentou um aparelho com uma área equivalente à superfície total ou se quer parcial.

Poderiam já ter posto no botão lateral? sim. Mas mataria completamente o propósito de terem apresentado o Face ID em 2017. Então não se trata de não conseguirem, mas de não quererem. A pandemia bagunçou as coisas, mas ainda assim não o suficiente para mudar todo um cronograma de anos de planejamento.

Em 2018 eles já estavam finalizando o design do iPhone 12, então já se imagina que trabalham com um roadmap complexo; que leva em consideração a evolução do silício e um plano de hardware e software. Todos esses recursos de shareplay já eram pensados desde do iPhone 6s, mas nunca saíram do papel por não serem tão relevantes até o presente momento.

Já é marca registrada da Apple ser a atrasada, pra praticamente tudo. Agora que vem chegando as câmeras sobre o display, ela vai reduzir o notch. E já vimos que a tecnologia que tem hoje não é minimamente aceitável, como selfie principal (ainda mais tendo em vista as aplicações de mídia que o iPhone é referência). E nem chegamos na rainha de tudo, custo. A gente sabe que a Apple é como se fosse o Tio patinhas. Estão sempre buscando o balanço ideal de tecnologia, comodidade e custo.

A Apple se tornou grande de mais para se arriscar, não é como uma Oppo que embora pertença a um grande conglomerado, ainda é pequena. Tudo que a Apple faz ou deixa de fazer é extensivamente analisado e criticado por todos (mercado, mídia) e inclusive nós aqui. A Samsung é gigante, mas não chega a vender nem 50 milhões de unidades da sua linha premium, por isso todo ano eles tentam algo novo ou arriscado.

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ (@rollemberg)

Em resumo: Os “fanbobos” vão continuar endeusando a Apple, e esta, irá continuar praticando esses preços exorbitantes pra cima da galera. Entregando pouco e cobrando muito!

André Gorgen (@Banana_Phone)

Quando a pandemia acabar e uso de máscaras não for mais obrigatório, aí a Apple vai lançar um iPhone com leitor de digitais.

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ (@rollemberg)

A questão da renda, ok, concordo. Mas até lá fora não é tão barato assim não.
Se você comprar avulso (sem plano), fica bem carinho.

O que de fato “barateia” é os planos de telefone que ajudam a se tornar mais acessíveis.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Não disse que é uma pechincha, só que é condizente com a renda da maioria da população. Não dá pra levar a sério um país onde uma capinha de iPhone custa 650 reais.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

O Face ID do iPad desbloqueia independente da orientação. Acho que não quiseram treinar novamente o algoritmo do iPhone e ficou limitado apenas a uma orientação, então não é uma limitação técnica.

Já a questão da mesa, talvez solucionem esse ano, usando um sensor com maior ângulo de visão. Atualmente dos dots do Face ID são realmente bem fechados no rosto, não tem um campo de visão muito grande.

Bruno Cabral Peixoto (@Bruno_Cabral_Peixoto)

Normal dentro do universo dos smartphones custando quase 1k Dolares (só iphone) né?

Preço nos EUA (NY): US$ 794
Preço na Itália: US$ 996
Preço no Canadá: US$ 847
Preço no México US$ 967
Preço no Brasil US$ 1.268

Por volta de 200 US$ de diferença de preço. 900 conto um raio de um Celular que na concorrência é 700 US$ no maximo.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Não. Normal em um mundo onde as pessoas gastam de acordo com o que ganham. A Apple trabalha no segmento premium, o que significa que são produtos mais caros que o geral, não estou negando isso. Só estou dizendo que os preços ao redor do mundo são condizentes com a renda da população em geral. 999 dólares não é barato, mas não é inacessível pra boa parte das pessoas, assim como um Tesla.

Acontece que aqui ele custa muito mais do que no resto do mundo, esquece conversão. As pessoas gastam na moeda que ganham. Com 999 dólares se compra um iPhone 12 Pro, com 999 reais compra-se o que aqui ? A capinha e o cabo só .

Bruno Cabral Peixoto (@Bruno_Cabral_Peixoto)

Informação parcialmente falsa!
Existe um bom numero de países com preço parecido. E a Apple NÃO regionaliza preços, apenas aplica eventuais impostos e ponto. Não entendo essa sua idolatria a Apple. É tão difícil assim aceitar que a Apple cobra caro apenas porque ela quer?

Sérgio (@trovalds)

É proibido “defender a Apple”* por aqui. Até ia comentar a respeito mas desisti quando vi que os haters chegaram primeiro.

* Leia-se “expor a verdade”.

Gigo CAP (@GigoCAP)

Se colocar nesses 80% o comportamento de compra do brasileiro, aí concordo. Aqui, apesar de termos um sistema tributário tosco pra cacete, a população não quer nem saber se produto cabe no bolso. Dando pra pagar parcelado, bora lá. E as marcas sabem muito bem disso. Só ver a Volks subindo preço de carro toda semana e tendo fila pra comprar.

Daniel R. Pinheiro (@DiFF7Skyns)

A única coisa que eu tenho pra dizer é o seguinte: iPhone pelo iPhone já deixou de ser o bam há muito tempo. Até já levantei umas observações aqui a respeito do software (iOS vs OneUI).

Antigamente, lá pelo iPhone 4, 5, a Apple estava à frente da concorrência em tudo, software, hardware, tecnologia, ecossistema, atualizações, etc. Pouco a pouco ela foi perdendo a qualidade, inovação, possibilidades e tudo o mais.

O software já não é mais tão completo quanto o da concorrência (ver link acima como exemplo). Hardware? Foi uma das primeiras coisas a ficar pra trás. Em tecnologias, as concorrentes chegaram com tudo (leitor sob a tela, carregamento rápido, versatilidade na câmera, etc). E tudo com qualidade, nem adianta vir com papo de que chegaram antes, mas capados. Atualizações? Samsung já dá 4 anos de segurança. Travamentos e lentidão no Android são coisas que não se vê mais em high ends. E a lista se estende…

A única coisa que prende uma pessoa num iPhone é o ecossistema. Em tablets a Apple ainda manda muito bem. Em PCs, com a chegada do M1, a Apple avançou ainda mais. Mas nos iPhones? Eles não se destacam mais em nada. NADA. Só que eles se integram muito bem ao ecossistema Apple, neh, aí pra quem tem um ou mais dos produtos acima, nada melhor que um iPhone (ou se você quer um smartphone só pra mexer em WhatsApp, Instagram e afins, eu, particularmente, ainda acho o iPhone a melhor opção também). Mas nem isso chega a ser completo, pq no ecossistema de casa conectada, o da Samsung ainda chega a ser superior, mas enfim…

É como falaram acima já. Os valores dos iPhones aumentam progressivamente, mas o produto, por si só, não avança em inovação, como de praxe da Apple. Não mais…

Igor Nagase (@nagasedesu1)

Não é só a Apple que custa um rim fora. Eu moro no Japão e a linha premium da Samsung aqui é caríssima também. Mas o marcado da Samsung aqui no Japão é 1%. Eles detestam a marca.