Início » Jogos » A cronologia de Doom; saiba a ordem dos jogos

A cronologia de Doom; saiba a ordem dos jogos

Alternativas e enredo não linear; saiba mais sobre a cronologia de Doom e tenha uma ideia sobre a ordem dos jogos

Leandro Kovacs Por

Pode ser bem confuso, no princípio não existia uma busca por conexão entre enredos dos títulos da série Doom da id Software. Veja abaixo, uma indicação para seguir a cronologia de Doom seguindo a ordem dos jogos de acordo com os acontecimentos. A série passou por uma espécie de reboot, mas dá pra seguir uma linha de raciocínio.

Capa original do Doom de 1993 (Imagem: Microsoft/Divulgação)
Capa original do Doom de 1993 (Imagem: Microsoft/Divulgação)

1. Doom 3 (2004)

Depois de um grande hiato, o primeiro título de Doom com gráficos modernos pode ser entendido como o primeiro evento dentro do arco principal da história. Doom 3 foi uma grande mudança em relação aos jogos anteriores, dando ênfase aos aspectos de terror e história do jogo, juntamente com o uso de armas de fogo.

O primeiro encontro canônico do Slayer com as forças do Inferno; o jogo é funcionalmente uma prévia sugerida pela tradição da série Doom.

Um pacote de expansão para Doom 3Resurrection of Evil, de 2005 — foi uma adição valiosa aos níveis envolventes e atmosféricos do título principal e acabou sendo uma compra valiosa para qualquer fã da série.

Apresentando duas novas armas, quatro novos tipos de inimigos e uma ampla gama de novos conteúdos, Doom 3: Resurrection of Evil foi uma ótima maneira de se jogar — mesmo que realmente não tenha trilhado nenhum caminho novo.

2. Doom (1993)

A aventura do Slayer continua em Phobos, uma sequência direta da invasão não resolvida de Doom 3. O jogo começou como um FPS completo com o Slayer derrubando ondas de monstros do inferno.

O primeiro Doom foi nada menos que uma conquista monumental que mostrou o quão divertido pode ser derrubar ondas de inimigos sem se preocupar com o mundo. O grande sucesso deste título lendário gerou uma série de sucesso que continua forte até hoje, mas a exploração do enredo era fraca.

  • Plataformas: Windows, Mac, Linux, Xbox One, PS4

3. Doom II: Hell on Earth (1994)

Mais uma sequência linear da trilogia clássica de Doom. Dado o enorme sucesso do jogo original, era apenas uma questão de tempo para que a id Software lançasse esse sucesso desenvolvendo uma sequência que permitiria à franquia Doom brilhar ainda mais — isso foi alcançado com osucesso com Doom II: Hell on Earth.

Embora a jogabilidade de Doom II possa ser semelhante à de seu antecessor, é o nível de design que acaba sendo um grande destaque e um passo acima do Doom original. Os níveis são maiores, mais extensos e não lineares, elogiando as pessoas por se desviarem do caminho conhecido e recompensando-as com uma série de itens colecionáveis — a estrutura de design dos níveis foi replicada nos títulos modernos de Doom.

Apesar de muitos fãs terem jogado Final Doom (1996), o jogo não chega a ser um capítulo novo, mas apenas outro capítulo da clássica série Doom que combinou duas estratégias — basicamente, uma coleção de níveis e melhora de definição — em um pacote enorme que oferecia mais da violência contra monstros de Doom.

  • Plataformas: Windows, Mac, Linux, Xbox One, PS4

4. Doom 64 (1997)

Finalmente um jogo com gráficos decentes para um console de ponta — na época, é claro. Um dos poucos jogos da franquia a ser estritamente exclusivo para consoles.

Antes de ser finalmente transportado para sistemas modernos após um intervalo de 13 anos, Doom 64 é outro capítulo da série que vê o icônico Slayer passar por outro lote de níveis enquanto destrói todos os infernos em seu caminho — nesse ponto já entendemos que existem diversas linhas paralelas entre os universos.

Enquanto Doom 64 era um dos jogos mais bonitos da época, jogadores e críticos tiveram que admitir que a fórmula da série já estava desgastada. Os títulos anteriores ainda permitiam baixar online milhares de níveis e jogar tranquilamente. Esse fato fez Doom 64 parecer desnecessário — embora podemos admitir que os novos níveis do título foram os mais bem feitos em toda a série.

Detalhes do enredo

  • O Slayer continua sua guerra de um homem só contra o Inferno, e permanece lá para lutar contra a horda até que uma misteriosa força desconhecida o puxa para o planeta natal do Night Sentinel;
  • O misterioso Serafim (Samur Maykr, sugerido ser Samuel Hayden) concede ao Slayer “terrível poder e velocidade”, bem como imortalidade funcional;
  • Travando uma guerra ao lado dos Night Sentinels, eles são eventualmente traídos e dizimados, e o Slayer acaba ficando preso em um caixão da maldita hell-rock.
  • Plataformas: Windows, N64, Nintendo Switch, PS4, Xbox One

5. Doom (2016)

O título foi a nova tentativa da id Software para renovar o público de sua famosa série, trazendo novos elementos e apelo gráfico. A empresa estava realmente trabalhando duro tentando revolucionar a jogabilidade dos títulos clássicos para uma geração moderna.

O resultado final foi uma reinicialização da franquia simplesmente chamada Doom, que acabou se tornando uma das maiores surpresas em 2016 com sua jogabilidade e design comuns em jogos acelerados, que serviram como o fusão perfeita de jogos retro e inovações para servir um título de “tiro ao demônio” delicioso, quem é fã sabe o que digo.

Slayer desperta em Marte e começa um novo reinado de terror contra as forças do Inferno, eventualmente, acaba ficando preso a bordo da Fortaleza da Perdição — Fortress of Doom — no final.

  • Plataformas: Windows, Xbox One, PS4, Nintendo Switch

6. Doom Eternal (2020)

Com o enorme sucesso do reboot de Doom, era apenas uma questão de tempo antes que a id Software lançasse uma sequência que poderia tornar tudo maior, mais destrutível e melhor do que este jogo — algo que Doom Eternal realizou com certa facilidade. Finalmente libertado de sua nova prisão, o Slayer retorna para dilacerar em sua última aventura

Doom Eternal apresenta inúmeras melhorias de jogabilidade que elevam a experiência a um nível totalmente diferente. Enquanto o grande número de movimento de Doom, pode-se demorar um pouco para acostumar — não há como negar o fato de que o resultado final é bem o que todos os fãs esperavam.

  • Plataformas: Windows, Nintendo Switch, PS4, Xbox One

Com informação: 2game, The Gamer.

Comentários da Comunidade

Participe da discussão
1 usuário participando