O Facebook, quem diria, está processando Mark Zuckerberg, que por sua vez está processando o serviço de volta. E não, o departamento jurídico da rede social não ficou louco e tão pouco este é mais um sinal do fim dos tempos. Na realidade o Mark Zuckerberg em questão é um israelense que, antes de mudar seu nome legalmente para o mesmo do dono do Facebook, atendia por Rotem Guez.

Zuckerberg genérico mostra passaporte

De acordo com a Reuters, no começo de novembro Guez alterou seu nome nos tribunais de seu país natal para promover a chamada “The Like Store”, serviço que ajuda usuários e empresas a aumentarem seus números de “Curtir” no site de Mark Zuckerberg (o original).

Segundo o Facebook, oferecer um sistema que permite aumentar o número de Curtir de maneira artificial vai contra os seus termos de serviço. Assim, a rede social entrou com um processo contra a The Like Store nos tribunais, que prontamente revidou com uma ação em que afirma que tem o direito de oferecer seu “produto” pela rede.

Em seu site oficial Guez, o Mark Zuckerberg genérico, dá detalhes a respeito de sua mudança de nome e fala brevemente sobre o processo em que se meteu. Em tempo, o Facebook aparentemente não está nem aí com o nome usado atualmente por Guez, mas quer que ele pare de vender seu serviço.

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Ramon Melo
Sim, é exatamente isso. Bem-vindo aos EUA!
@oficialjoao
Além de reclamar, o Twitter tenta fazer bloqueios para que esses sites funcionem. Não é terra de ninguém não, abraços.
Guilherme Macedo C.
Então qualquer coisa pode entrar na lista, permitindo a empresa fazer o que ela bem entenda, tratando pessoas de maneira desigual quando for de interesse. Parece ser um cláusula abusiva por ser bem genérica.
Ramon Melo
Eu li, mas já foi há muito tempo, não lembro direito. Se não me engano, existe uma cláusula que permite ao Facebook banir qualquer usuário por práticas que eles considerem lesivas à empresa ou à comunidade. Tecnicamente, eles podem fazer isso sim.
Will
Só pq o Twitter nunca reclamou o Facebook vai cometer o mesmo erro?
Guilherme Macedo C.
Se não é proibido é permitido :)
Igor P.
Eu já li, mas foi depois de já ter entrado na ~rede social~, na época pelo menos, e que eu me lembro, não falava nada de aumentar artificialmente os likes. Ou seja, não proibia nem permitia.
@AntonioVeras
Que atire a primeira pedra quem lê.
RKNeto
Nunca li os termos de serviço, então não sei se ta certo ou errado esse cara. Mas o twitter nunca reclamou de sites que aumentam número de seguidores e bla bla bla, acho isso um exagero do facebook.