Início » Internet » Grooveshark é obrigado a fechar as portas na Alemanha

Grooveshark é obrigado a fechar as portas na Alemanha

Serviço alega que os custos operacionais estão elevados demais.

Por
8 anos atrás

O Grooveshark, um dos sites mais acessados para escutar músicas na rede, teve que interromper suas atividades na Alemanha depois que um grupo de defesa dos direitos autorais começou a fazer pressão para que o serviço pague “custos operacionais” mais elevados. No mundo são mais de 30 milhões de usuários ativos; resta saber quantos deles serão afetados na Bundesrepublik Deutschland.

Até agora o serviço não soltou nenhum comunicado falando do ocorrido. O que sabe é que, na página inicial para usuários tentando acesso a partir da Alemanha, aparece uma mensagem avisando que o Grooveshark não está disponível para utilização. Nada de músicas, moçada.

A funcionar no Brasil. YAY!

“Nós vamos sentir saudades!”, avisa a mensagem na capa do Grooveshark. O serviço recomenda que os usuários mandem mensagens para o GEMA, o grupo de direitos autorais que representa mais de 60 mil artistas naquele país. Pelo que dá a entender, o GEMA passou a cobrar tão caro para licenciar as músicas de artistas que ficou proibitivo manter as operações do Grooveshark.

Enquanto não volta a funcionar na Alemanha, o pessoal do Grooveshark recomenda que os usuários desejosos de continuar a escutar músicas na rede tentem o Simfy. Ele tem um limite de uso que lembra muito o do jornal americano The New York Times: são no máximo 5 horas de canções por mês. Depois disso tem que pagar 4,99 euros. Dá mais ou menos R$ 13,40 pela cotação de hoje.

Essa não é a primeira vez que o Grooveshark se mete em encrenca. O serviço de músicas responde a um processo movido pela Universal Music nos Estados Unidos. Reza a lenda que a multa pode ser bilionária caso o juiz responsável dê a acusação como procedente. A EMI Music também os processa nos Estados Unidos, mas pede um valor menor: apenas 150 mil dólares.

Com informações: The Next Web