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SwiftKey chega ao iOS, mas não tão bom como no Android

Paulo Higa
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O SwiftKey é meu teclado preferido para Android e agora está disponível também para iOS. Mas não do jeito que alguns sonhavam: como a Apple não permite a instalação de teclados de terceiros (e não deu nenhum sinal de que vai permitir no futuro), o SwiftKey chega apenas como um aplicativo de notas que possui algumas das funções encontradas na versão para Android, como a correção e previsão de palavras.

Chamado de SwiftKey Note, o aplicativo permite fazer anotações e exibe um teclado levemente modificado, com uma barra superior com três sugestões de palavras e botões de formatação (negrito, itálico, sublinhado, tabulação e marcadores). As notas podem ser salvas no próprio dispositivo ou no Evernote.

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Os principais recursos estão lá, como a correção de palavras bastante eficiente e a aprendizagem automática; com o tempo, o SwiftKey passa a adivinhar, muitas vezes com sucesso, a próxima palavra que você quer digitar. No entanto, ainda não é possível digitar deslizando o dedo pelo teclado, não há suporte ao português e não há como importar dados do seu Gmail, SMS ou contas em redes sociais.

Ao 9to5Mac, o SwiftKey diz que considera a possibilidade de oferecer a tecnologia para que outros desenvolvedores possam integrar o teclado em seus aplicativos, mas ainda não há nada definido. Por enquanto, você só pode usá-lo no SwiftKey Note, o que já seria um ótimo começo, não fosse a falta do suporte ao português nesta primeira versão.

O SwiftKey Note é compatível com iPhones, iPads e iPods touch com iOS 6 ou superior, mas as opções de formatação só estão disponíveis no iOS 7. Ele está disponível gratuitamente na App Store.

Paulo Higa

Editor-executivo

Paulo Higa é jornalista, com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. Trabalha no Tecnoblog desde 2012, viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. É coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

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