Raspberry Pi começa a ser vendido e esgota em menos de 24 horas

João Brunelli Moreno
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Depois de “seis longos anos” de desenvolvimento, o micro-mini-nano-pico computador Raspberry Pi finalmente começou a ser vendido nesta quarta-feira, dia 29. Do tamanho de um pendrive e custando o equivalente a R$ 42 em sua versão básica, o PCzinho foi criado para iniciativas de inclusão digital, mas também está disponível para “entusiastas de hardware, curiosos, professores e outros” informa seu site.

Raspberry Pi: eu quero, e você também quer

O Model A custa US$ 25 (42 reais) e tem processador com arquitetura ARM de 700 MHz, 256 MB de RAM saídas HDMI e RCA, enquanto o armazenamento fica a cargo de um cartão SD. Por US$ 35 (60 reais) o Model B inclui duas portas USB e uma porta Ethernet ao conjunto, para garantir que ele esteja apto a navegar pela internet. Ambas versões rodam Linux e para conter custos, chegam como uma placa mãe ao consumidor, sem direito sequer a uma carcaça para proteger seus circuitos.

Para quem não lembra dos méritos do Raspberry Pi, basta lembrar que ele é um computador que já se provou capaz de rodar Quake 3 em full HD.

As vendas dos modelos começaram às 3 da manhã desta quarta-feira e todo primeiro lote de 10 mil unidades já estava esgotado quando este post estava sendo escrito (às 18 horas). Para atender a demanda do mercado, a Fundação anunciou que fechou um acordo com duas companhas britânicas, a Premier Farnell e RS Components, para “fabricar e distribuir os computadores de acordo com as necessidades do mercado”.

Apenas como curiosidade, no começo desta semana uma outra empresa, chamada FXI Technologies, também começou a vender um computador do tamanho de um pendrive, o Cotton Candy. Mas ele custa 175 dólares a mais do que o Model A do Raspberry Pi.

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