Izzy Nobre

Sobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

Artigos de Izzy Nobre

Os saudosos minigames

22/02/2012 às 16h33 por

Quando falamos sobre games portáteis, em particular os antepassados dos consoles atuais, geralmente são dois aparelhos (e consequentemente, as empresas responsáveis) vem à mente: o Game Boy, que deu continuidade à hegemonia portátil da Nintendo, e o Game Gear, o competidor contemporâneo e imensamente superior (pelo menos em matéria de hardware) da Sega que é lembrado até hoje mais como um devorador de pilhas do que como console portátil. Você talvez tenha estranhado o uso de "deu continuidade à" em vez de, por exemp

Comprar games no Canadá não é tão barato como parece

14/02/2012 às 17h00 por

Era uma terça-feira quando recebi o email do Thássius, nosso intrépido editor aqui no TB. Eu estava fazendo cruzadinhas e tomando limonada, que é o que eu geralmente faço nas terças-feiras. Entre um gole do refresco e uma tentativa de apagar uma consoante aplicada ao quadrado errado, li a missiva do colega. Nela, o Thás me fez uma sugestão curiosa para o tema da minha coluna desta semana. Ele me sugeriu que eu falasse um pouco sobre os custos de ser gamer aqui no Hemisfério Norte, especificamente em relação ao Canadá. Como ele elaborou, temos uma ide

Quando a “inspiração” de fazer um game passa dos limites

07/02/2012 às 15h58 por

Charles Caleb Colton era um escritor inglês de que você provavelmente nunca ouviu falar antes de ler esta coluna. O sujeito não virou um nome famoso como seus conterrâneos Shakespeare ou J. R. R. Tolkien (aliás, o coitado é tão underground que até mesmo a página da wiki sobre sandálias Havaianas é maior e melhor do que o artigo do autor), mas ele deixou um pequeno legado: a expressão "a imitação é a forma mais sincera de elogio".

Lembro de quando os games me deixavam com raiva

31/01/2012 às 16h50 por

Jogos, como outras formas de arte (defendo constantemente a concepção de que games são um meio artístico) costumam produzir diversas emoções. Empolgação é evidentemente a mais predominante, e esta começa às vezes antes mesmo de começar a jogar o game. Eu estive no lançamento à meia noite de GTA 4, há quase quatro anos (preciso retornar a esse hábito, aliás: é um evento divertido de fazer parte), e a excitação da fila quilométrica às portas da loja era tão notável quanto a total ausência de mulheres. Ok, total

Se eu não fosse um gamer

24/01/2012 às 16h33 por

Eu adoro cenários hipotéticos. Na falta da possibilidade real de visitar os supostos universos paralelos que abrigam um mundo totalmente ao contrário (já pensou uma existência em que chocolate tem gosto de lama, ou em que o Sonic é melhor que o Mario? Difícil de imaginar!), só me resta mesmo usar meu cérebro como um poderoso simulador. Sim, eu meio que tenho como hobby simular mentalmente (que é uma expressão bem mais legal que "fazer de conta") inúmeras situações hipotéticas. E se eu tivesse nascido na Rússia? E se tivéssemos

Ainda vou me obrigar a comprar o PS Vita

17/01/2012 às 15h49 por

Se você conhece minha coluna aqui no Tecnoblog, você deve saber que sou um pouco cético em relação à longevidade desta recém-chegada nova geração de portáteis. Já escrevi alguns textos explicando por que não acredito (ou, ao menos, não acreditava) que ver

Quando um jogo de videogame ganha o mundo real

10/01/2012 às 16h42 por

A indústria dos games está atualmente consolidada como uma indústria de poder e influência singular. É curioso pensar que todo esse mercado sequer existia 50 anos atrás (para parâmetros de comparação, a cinematografia é um colosso do entretenimento, mas existe há mais de cem anos), mas já tem o poder de gerar 400 milhões de dólares em 24 horas do lançamento de um game. Isso é uma cifra absurda para um período tão curto; até mesmo os super m

Trazendo a namorada para o mundo gamer

03/01/2012 às 15h26 por

Ainda existe (especialmente no Brasil, pelo que percebo) um sentimento generalizado de que videogame é coisa "de criança" ou, pior ainda, coisa "de nerd". E enquanto na internet se identificar como nerd é não apenas aceitável como até encorajado, no mundo real o termo ainda é um estigma. E isso é particularmente verdade em relação às garotas. As meninas, falando de forma geral, não são o público-alvo dos videogames. É por isso que observa-se uma curiosa disparidade: enquanto mulheres compõem aproximadamente 50% da população, a fatia de garotas gamers é uma porcentagem

Melhores momentos do universo gamer em 2011

27/12/2011 às 16h24 por

2011 foi um ano atribulado. Ditaduras de décadas ruíram graças a uma juventude conectada, perdemos grandes homens do mundo de tecnologia, e o rosto mais reconhecido do terrorismo global não se encontra assim mais tão reconhecível, cortesia de alguns tiros entre os olhos e um funeral no meio do oceano. O mundo dos games, naturalmente, também foi cheio de grandes notícias neste ano. Aqui estão estão algumas que julguei mais importantes. Nintendo 3DS começa desapontando, mas parece melhorar mais tarde Na E3 do ano passado vimos o 3DS

Commandos e outros jogos deviam ser refeitos

21/12/2011 às 15h40 por

Acho que ninguém pode discordar que o universo da cultura popular contemporânea está intelectualmente falido. Ok, talvez o diagnóstico seja exageradamente pessimista, mas você tem que admitir vivemos num período em que quase tudo que se vê, tanto na TV quando no cinema, são remakes, continuações, reboots ou adaptações de material prévio. Nessa categoria entram os filmes baseados em livros, revistas em quadrinhos, videogame ou series antigas de TV. Hollywood espreme material intelectual já existente como se fosse uma mãe agressivamente econômica f

Aprendendo música com os games

13/12/2011 às 15h15 por

Lá nos idos do ano de 2005, iniciou-se uma renascença de games de música com Guitar Hero. Quase imediatamente, ouviu-se uma reclamação em uníssono de praticamente qualquer músico que tenha entrado em contato com o jogo. Um relativamente pedante "mas isso não é tocar guitarra de verdade!". A onda dos games de ritmo (games que na verdade colocaram o pé no mundo mainstream por intermédio dos Dance Dance Revolution e Pump It Up da vida) continuou por alguns anos, sendo ainda alvo constante das críticas dos intrumenti

Batman e outros quadrinhos que deram origem a games

06/12/2011 às 17h14 por

Existe uma tríplice sagrada dos interesses nerds: cinema, games e histórias em quadrinhos. E embora ocorra uma considerável interseção entre os fãs dos três meios, o mundo das HQs me parece o mais underground dos três.  Geralmente quem é fanático por um costuma ao menos ter um domínio leve no outro, porque ocorre uma certa polinização cruzada entre os três (filme virando game, quadrinho virando filme, e por aí vai). Isso é curioso porque os quadrinhos são a arte mais antiga entre as três preferidas pelos geeks. Sim, meu caro,

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