Izzy Nobre

Sobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

Artigos de Izzy Nobre

Os Simpsons nos games

29/11/2011 às 16h00 por

A indústria televisiva é um cenário cruel. Frequentemente, seriados inteligentes e bem escritos não caem na preferência do povo e, pra desgosto dos fãs, acabam saindo do ar. Por mais promissor que seja, tem que entrar no gosto do povão pra render — senão, vai pra geladeira. Fãs dos excelentes Arrested Development ou Community são perfeitamente familiarizados com esse fenômeno. Apesar dessa característica meio "mundo cão", existe um seriado de televisão que conseguiu resistir ao teste do tempo ao ponto de manter-se como favo

Gamer também tem suas próprias gírias

22/11/2011 às 16h16 por

Uma das primeiras coisas que uma subcultura desenvolve é um dialeto próprio. Skatistas tinham suas gírias características, assim como os surfistas -- ou pelo menos era o que a revista Veja tentava nos convencer sempre que faziam matérias sobre essa turma. Eles costumavam colocar um infográfico no cantinho da página, com as "traduções" dos termos mais comumente usados. Até hoje lembro de uma dessas reportagens; segundo a qual o termo "morte horrível" significava pros surfistas tombar da prancha e ter o corpo rudemente jogado contra a própria pela força das ondas

É hora de dar adeus aos consoles portáteis

16/11/2011 às 16h26 por

Apesar de todos os créditos dados ao Steve Jobs em relação aos gadgets que a Apple lançou durante sua gestão, uma coisa é notável quando assistimos alguns keynotes antigos: o homem era um visionário, sim, mas em alguns momentos ficou claro que nem ele sabia exatamente o que tinha em mente para alguns dos seus produtos. Um bom exemplo disso é a apresentação do primeiro iPhone. Além de chamar alguns dos apps nativos da época de "widgets" (um termo que caiu em completo desuso na plataforma iOS), o Steve se gaba de um

Jogos baseados em tragédias reais

08/11/2011 às 15h53 por

Fala-se muito sobre o suposto efeito dos jogos violentos sobre os gamers. Sempre que acontece qualquer tipo de tragédia envolvendo gente jovem e armas e/ou explosivos — tema de outro artigo meu aqui no Tecnoblog, aliás —, a mídia jornalística sai procurando conexões com videogames, e inevitavelmente surgem manchetes relacionando o incidente com games. Quantas vezes já lemos chamadas em sites noticiosos com dizeres como "Autor do atentado passava seu tempo com jogos de

Retrospectiva GTA

02/11/2011 às 17h54 por

Existem alguns games que, apesar de não serem os pioneiros em seus gêneros, tornaram-se seminais para a categoria. Dentre os games de plataforma, por exemplo, o mais influente foi Super Mario World. Se o assunto são os MMOs, dependendo da sua idade o título se dividirá entre Ultima Online ou World of Warcraft. Gran Turismo virou sinônimo absoluto de simuladores de corrida. Counter Strike é o FPS multiplayer que iniciou toda uma revolução. E Grand Theft Auto é o patriarca de todos os ga

Voltando no tempo com os games

25/10/2011 às 15h01 por

Durante minha infância, minhas duas franquias cinematográficas favoritas eram De Volta para o Futuro e Exterminador do Futuro. Descobri ambos os filmes mais ou menos ao mesmo tempo, ali no comecinho dos anos 90, e desde então a ideia de viagem no tempo muito me fascina. É um dos meus temas favoritos de ficção científica, empatadinho com a idéia de realidades alternativas. A propósito, todos os meus filmes favoritos envolvem um ou outro conceito (ou os dois, às vezes). Viagem no tempo é um tema que, naturalmente, ac

Humor de privada também nos games

18/10/2011 às 16h18 por

Se você acompanha minha coluna com frequência, deve saber que eu tenho o hábito de exaltar os videogames ao nível de obra de arte. Não apenas a parte técnica dos games são uma arte à parte (o visual, a música, a atuação de voz, entre outros); o enredo de muitos games em alguns casos deixa seus equivalentes Hollywoodianos no chinelo. Mas há o outro lado do espectro também. Nem só de alta arte vivem os videogames; alguns deles são bem adeptos ao que os gringos intitulam de "toilet humor", ou "humor de privada" no bom português. Humor de privada seria

Os momentos mais emocionantes dos games

11/10/2011 às 16h42 por

Um dos benefícios garantidos pelo avanço tecnológico nos games é que eles se aproximam mais (tanto no aspecto visual quanto na narrativa) de um longa-metragem do que de uma simples distração eletrônica interativa. Desde o Nintendinho, lá nos longíquos anos 80, os jogos já tinham história. Acontece que é muito mais fácil se deixar envolver emocionalmente pela história de um jogo quando os personagens em conflito têm mais de 16 cores e vozes com bitrate maior que a das

Jogos brasileiros que talvez você não conheça

05/10/2011 às 15h35 por

Eu já devo ter comparado a indústria de games com a cinematográfica diversas vezes aqui em minha coluna no TB. As semelhanças são inúmeras - ambas movimentam bilhões de dólares por ano, simultaneamente moldam e refletem a cultura popular (games aparecendo em filmes, então, é um curioso exemplo metalinguístico) e ambas ainda rastejam no Brasil. O cinema, até por ser um veículo de mais idade, deu passos largos no Brasil na última década -

Um reencontro com o passado

27/09/2011 às 16h13 por

Minha afinidade por brinquedos tecnológicos portáteis vem de muito tempo atrás. Tudo começou com meu pai. O patriarca Nobre era técnico de informática (um padrão comum entre a turma que acaba se tornando fissurada em gadgets desde moleque), e lá pelos idos de 1991 ou 1992 ele recebeu da empresa para a qual trabalhava um laptop para ser usado em suas muitas viagens a trabalho.Aliás, cabe aqui um pequeno parêntese: meu pai trabalhava naquela época para a COBRA, uma das primeiras

Periféricos incomuns para os consoles

20/09/2011 às 17h01 por

As mecânicas de interação com os videogames mudaram muito ao longo do tempo. Os consoles primordiais usavam joysticks; estes eventualmente tornaram-se d-pads. No meio do caminho evolutivo, viraram uma espécie de maçaneta também:A era dos games em ambientes tridimensionais acabou aposentando o d-pad (cuja utilidade hoje praticamente se resume à navegação de menus) e trouxe uma evolução dos joysticks na forma do controle analógico que muitos conhecemos pela primeira vez quando a Sony lançou o primeiro DualShock pro PlayStation.

11 de Setembro: tudo mudou também nos games

13/09/2011 às 16h19 por

No último domingo, o mundo inteiro acompanhou ("comemorar" ou "celebrar" não é exatamente o verbete mais adequado pra ocasião) o aniversário de dez anos dos ataques de 11 de Setembro, um dos mais importantes — se não o mais importante — acontecimentos da década passada. Independente da sua posição ideológica sobre os atentados de 2001 (há quem dedique solidariedade aos americanos; há aqueles que culpam a política externa dos EUA de atrair a animosidade de militantes islâmic

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