Matheus Gonçalves

Sobre

Analista de Sistemas Senior formado pela FEI, com especializações em Usabilidade, Game Development e mais de 15 anos de experiência na área de tecnologia. Foi desenvolvido no Brasil mas atualmente está sendo executado em um servidor em Atlanta, nos Estados Unidos. Geek, fotógrafo, assoprador de cartuchos, viajante do tempo/espaço e baterista nas horas vagas.

Artigos de Matheus Gonçalves

A próxima geração de robôs será capaz de reagir ao estado mental de humanos

15/09/2016 às 17h48 por

A inteligência artificial foi criada para resolver problemas. E quanto mais humanos os solucionadores de problemas, mais precisas serão as soluções para os problemas humanos. É uma relação complexa, mas linear. Nem todo software foi feito para resolver problemas — a maioria, por sinal, apenas executa instruções dentro de uma lógica booleana pré-estabelecida por um programador. Mas há décad

Sony anuncia PlayStation 4 Pro com suporte a HDR e 4K

07/09/2016 às 18h25 por

A Sony apresentou ao mundo a próxima iteração do PlayStation 4. Sim, iteração, acostumem-se com esse termo, uma vez que geração parece mesmo ter se tornado coisa do passado. E esse novo modelo, chamado PlayStation 4 Pro, traz alguns upgrades bem interessantes em relação ao PS4 original. Com processador

Será que um robô vai roubar seu emprego?

25/08/2016 às 15h13 por

O ano é 2016. Carros dirigem sozinho, computadores controlam aviões e robôs são partes fundamentais da economia global. Se algum autor de ficção científica tivesse escrito uma obra com o contexto acima, não muito tempo atrás, seria visto como visionário. Ou louco. Ou as duas coisas. Acontece que essa é nossa realidade atual. Tudo isso já existe, e muito mais está por vir. Inteligências artificiais estão cada vez mais poderosas e a aprendizagem automática torna os computadores e robôs verdadeiras máquinas (ah vá!) de resolver problemas. Muitas vezes, numa velo

Internet Archive liberou milhares de games do Amiga para você jogar no navegador

10/08/2016 às 16h27 por

Em época de smartphones e tablets, talvez seja necessário fazer uma contextualização para os mais novos. Em meados dos anos 80, existia uma batalha de mercado de computadores domésticos. Entre as empresas envolvidas, a Commodore lançava seus produtos da linha Ai Miga, sua loca. Digo, Amiga. Eram computadores que rodavam AmigaOS e tinham processador da Motorola (sim!). Entre outras coisas, essa unidade de

Como melhores tecnologias podem nos proteger de distrações

04/08/2016 às 14h19 por

Recentemente estive em Nova York e escolhi minha hospedagem no AirBnb. Tenho como costume separar um tempo para conhecer os donos da casa, e assim o fiz. Passamos várias horas conversando sobre as redondezas e sobre a vida. Tirando os momentos que estive com os amigos que fui encontrar lá, foi a melhor parte da viagem. Não me entenda m

RUTE: um kit educacional de eletrônica baratinho (e feito no Brasil)

28/07/2016 às 15h33 por

Quando era criança, uma das coisas que mais gostava de fazer era desmontar eletrônicos quebrados para ver o que tinha dentro. Seja por ficar deslumbrado com aquelas pequenas cidades imaginárias, seja por ter um pai que incentivava esse tipo de curiosidade, vira e mexe eu estava tentando consertar um rádio velho ou meus controles de videogame. Mas eu tive a s

O que o GitHub tem a nos dizer sobre os estereótipos entre programadores

25/07/2016 às 10h17 por

O ser humano possui uma característica, talvez de ordem evolutiva, que nos torna em verdadeiras máquinas de classificação e padronização. Sentimos constantemente o impulso de agrupar e rotular qualquer coisa que pareça semelhante entre si, seja para nos igualarmos, seja para nos distinguirmos. No mundo da tecnologia, ciência e cultura pop, isso não seria diferente. Seja num nível mais abrangente, com frases sem sentido como "quem gosta de Apple não conhece nada de computador", "quem joga RPG é virgem" ou "engenharia não é área para mulheres", como em camadas bem mais específ

Eu quero: Nintendo relança NES, agora em miniatura e com 30 jogos

14/07/2016 às 11h21 por

Existe um mercado de games, paralelo ao mainstream, que atende um exército de jogadores saudosistas. Desde videogames usados até modificações de hardware em projetos geeks, fato é que existe uma geração inteira que ainda consome desde jogos do Atari até dos consoles de 16-bit, e mesmo versões atualizadas desses videogames, a exemplo do

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