Podem até nascer em Manaus, mas depois são criadas na Arena MRV do Atlético Mineiro em Belo Horizonte. ![]()
Pelo menos foi na raça e na vontade. Não precisamos de CBF pra mendigar títulos…
O que dizer desse tal campeonato brasileiro de 1937 hein…
Vindo aqui depois do vídeo do André Fontes kkkkkk
A ideia de manter fabricas em Manaus ja mostra que os incentivos fiscais, se dissipam quando o frete sem uma linha férrea teria muita utilidade só o Brasil pra mandar empresas pro meio do nada.
Não que Amazonas não tenha desenvolvido mais fica longe de centros principais aonde seriam bem mais estratégicos pra montagem e incentivos.
Seus argumentos péssimos como sempre. Não existem linhas férreas ligando a China ao Brasil. E mesmo assim os produtos chineses chegam ao Brasil mais baratos do que qualquer zona franca aqui, pois lá não existe esse retardo mental socialista. O transporte marítimo, viavel entre AM e os grande centros sempre foi e continua sendo a única via logística também entre os dois países, o que torna irrelevante usar a distância geográfica de Manaus como argumento para inviabilizar a Zona Franca. A distância é um fator logístico, mas não estrutural: países continentais como os Estados Unidos operam fábricas em estados longínquos sem perder competitividade.
O problema central não é a localização de Manaus, mas o sistema tributário brasileiro. A complexidade e o custo da tributação sobre produção e transporte tornam qualquer operação industrial menos eficiente, independentemente de estar no Norte ou no Sudeste. A Zona Franca surge justamente como mecanismo para compensar distorções tributárias que desincentivam a industrialização.
Além disso, o modelo da Zona Franca de Manaus não foi criado apenas por questões logísticas, mas estratégicas e geopolíticas. A presença industrial na Amazônia garante ocupação econômica e soberania nacional em uma região sensível e de difícil controle territorial. Reduzir a discussão à distância de centros urbanos ignora esses fatores estratégicos de defesa e desenvolvimento regional.
Mesmo com os incentivos, as empresas instaladas em Manaus enfrentam desafios estruturais como energia, transporte e infraestrutura portuária. No entanto, a existência dessas dificuldades não invalida o modelo. O que precisaria ser reformado é a estrutura fiscal nacional, que onera a cadeia produtiva em todas as regiões, tornando a vantagem logística dos grandes centros menos relevante.
Portanto, o foco deveria ser a modernização tributária e logística do país como um todo, e não a crítica isolada a Manaus. A Zona Franca é uma tentativa de corrigir um desequilíbrio sistêmico. Sem uma reforma ampla que simplifique impostos, reduza custos de transporte e promova integração regional, qualquer deslocamento de fábricas apenas deslocará o problema não resolver nada.

