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Watch Dogs ressuscita a discussão sobre jogos “maquiados”

Vídeo mostra que versão final do Watch Dogs ficou muito abaixo da qualidade visual do que foi mostrado na E3 2012 e alerta sobre o risco de acreditarmos em tudo o que as desenvolvedoras nos prometem.

6 anos atrás

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O Watch Dogs foi lançado há alguns dias e embora boa parte dos jogadores estejam adorando a criação da Ubisoft, existe uma boa quantidade de pessoas que estão bastante indignadas com o produto final entregue pela desenvolvedora.

Um vídeo que ilustra muito bem esse sentimento é o que está presente neste post, onde o autor colocou lado a lado o jogo rodando em sua configuração máxima no PC e um trailer divulgado pelos franceses durante a E3 de 2012 e nele fica evidente o quanto o game teve sua qualidade diminuída.

Embora em ainda ache que o Watch Dogs tenha ficado muito bonito, lembro-me bem do estardalhaço causado pela Ubisoft naquela edição da feira, quando o jogo prometia ser uma verdadeira experiência da nova geração, mas após o seu lançamento, ficou claro que boa parte das máquinas não aguentariam todo aquele esplendor.

Mesmo não concordando com essa postura da empresa, vale lembrar que essa prática de “maquiar” os gráficos de um jogo é algo bem antigo e quem acompanhava as revistas de games na década de 90 certamente se lembrará de inúmeros títulos que eram “vendidos” com uma cara e entregues com outra muito mais simples. Um exemplo recente disso é o GTA V, que não roda nos consoles com a mesma excelência visual das fotos e vídeos divulgados pela Rockstar.

Outro ponto que virou motivo de críticas ao jogo é por ele supostamente ter efeitos de sombra e iluminação inferiores aos encontrados no Grand Theft Auto IV (sim, o penúltimo capítulo da série), mas algo que realmente tem me incomodado são as muitas reclamações em relação a versão para PC, sendo que algumas pessoas nem estão conseguindo jogar ou estão enfrentando sérios problemas de performance.

Pode até ser que os ataques sejam exagerados e que no fim das contas os gráficos não importem tanto, mas há duas lições que acho que podíamos tirar dessa história. A primeira é que não deveríamos nos empolgar tanto com aquilo que nos é mostrado em grandes feiras. Já a segunda diz respeito a pressa em adquirirmos um jogo, ainda mais no PC, onde muitas vezes um título torna-se bem melhor com o passar do tempo.

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