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25 anos sem Stevie Ray Vaughan

E hoje lembramos os 25 anos da morte de um dos maiores guitarristas que o blues e o rock já conheceu, Stevie Ray Vaughan.

6 anos atrás

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Assim que sai de minha adolescência rebelde, comecei a prestar atenção em outros estilos musicais que estavam fora do Heavy Metal. Foi nessa fase que conheci o Queen, Eric Clapton, o Genesis e, consequentemente, o Blues como estilo musical amplo e rico. Dentro da quantidade enorme de artistas que passei a conhecer, estava um que já havia morrido, mas que possuía uma pegada matadora. Estou falando de Stevie Ray Vaughan.

Nascido em Dallas em 3 de outubro de 1954 ele veio a se tornar um dos mais importantes nomes do Texas Blues, um estilo caracterizado pelo swing e pela fusão de blues com rock. Com sua banda Double Trouble ele apareceu em diversos programas de televisão, gravou especiais para a MTV e lançou apenas 5 discos de estúdio (não estou levando em conta os discos póstumos com sobras de estúdio). Mesmo com poucos discos, foi indicado a 12 Grammys, sendo que levou 6 para casa. Todos são unanimes em apontar o garoto como um virtuoso da guitarra. Era um daqueles talentos que conseguiam cantar tanto com a guitarra quanto com as cordas vocais.

Hoje, se você me pedir uma indicação para começar a ouvir Stevie Ray Vaughan, nada melhor do que o disco de estreia com o Double Trouble, Texas Flood, lançado em 1983. O álbum explodiu nas paradas americanas e foi bem aceito tanto por quem curte blues quanto pela galera do rock.

É nele que temos o megaclássico Pride and Joy.

Stevie Ray Vaughan, Double Trouble - Pride And Joy (Live at Montreux 1982)

Em 27 de agosto de 1990, Stevie Ray Vaughan e vários músicos da equipe de Eric Clapton sofreram um acidente de helicóptero em East Troy, Wisconsin. Eles estavam saindo de uma apresentação no Alpine Valley Music Theater quando, por conta do mau tempo, o helicóptero fez uma curva para o lado errado e se chocou contra uma pista de esqui artificial. Não houve sobreviventes. O mundo perdia um grande músico que, mesmo assim, nunca será esquecido.

Em 2000, o músico foi incluído postumamente no Hall of Fame of Blues e a Revista Rolling Stone o elegeu como o 12º melhor guitarrista do mundo. Nada mal para quem gravou tão poucas músicas.

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