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Como o Gran Turismo 7 se beneficiará dos recursos do PS5

Prometendo ser o jogo mais imersivo da franquia, Sony revela que o Gran Turismo 7 explorará várias tecnologias novas presentes no PlayStation 5

20 semanas atrás

Dentre os muitos jogos que a Sony apresentou ao mundo durante a revelação do PlayStation 5, um dos nomes mais pesados foi o Gran Turismo 7. Com a série sendo um dos principais, com o perdão do trocadilho, carros-chefes da fabricante, ela está confiante de que o novo capítulo será um dos exclusivos que conseguirá explorar os muitos recursos do console que está por vir.

Gran Turismo 7

Quem falou sobre o assunto foi o vice-presidente executivo da divisão PlayStation na Europa, Simon Rutter. Da utilização do SSD que acompanhará o console, até o novo controle desenvolvido pela Sony, pelo jeito o pessoal da Polyphony Digital está fazendo o possível para que o GT7 seja o mais imersivo de toda a série.

O Gran Turismo 7 se beneficiará de quase todos os aprimoramentos tecnológicos que temos no PlayStation 5. Os tempos de carregamentos serão próximos de zero se comparados com o que tínhamos no passado. Sentado no cockpit, o áudio 3D lhe permitirá ouvir o tremendo roncar de uma Ferrari atrás de você ou na sua frente e você pode reconhecer a diferença entre isso e o barulho do motor de uma Maserati. Dirigindo o carro usando o controle DualSense, você terá uma sensação diferente nas mãos em uma ondulação suave no asfalto de uma pista de corrida, comparada a sensação arenosa de uma pista de cascalho. Pressionar um acelerador suave parecerá muito diferente de pressionar um rígido pedal de freio ou um pedal de embreagem.

Legal, mas mesmo acreditando que quanto menos tempo de carregamento, melhor, isso não é algo que chega a me empolgar. Já a questão do áudio citada por Rutter parece bem interessante e acredito que esta pode mesmo ser uma das novidades mais bacanas do PlayStation 5. A parte sonora é uma área para a qual boa parte dos jogos não dão tanta atenção e se o PlayStation 5 realmente conseguir entregar um sistema inovador, poderá ser um belo diferencial.

Quanto a maneira como o DualSense se comportará, tudo bem, eu sei que a maioria das pessoas jogará usando ele e por isso acredito que a experiência será realmente melhor. Por outro lado, um jogo de corrida como o Gran Turismo 7 merece ser apreciado com um bom volante e por melhor que este novo controle se mostre, nunca chegará perto da sensação passada por algo como um G29.

Enfim, ainda de acordo com Simon Rutter, os jogos exclusivos serão mais importantes do que nunca, já que devido a proximidade dos estúdios internos com os designers do sistema, eles conseguirão tirar mais do PS5. Isso não chega a ser nenhuma novidade, mas para ele, no caso específico da Sony a rede de estúdios que a empresa criou ao longo dos anos lhes permitirá “mostra as inovações que estão tentando transmitir.

Sobre isso acho que não há o que discordar. Há muitos anos uma das principais qualidades da Sony tem sido os exclusivos que ela tem lançado e isso só tende a melhorar com o passar dos anos para uma geração. O exemplo mais recente neste sentido foi o The Last of Us Part II, que tecnicamente é um jogo praticamente irretocável. Agora, se um Gran Turismo 7 ou um Horizon Forbidden West já parecem muito bonitos hoje, tente imaginar o que os estúdios internos entregarão para o PS5 daqui a seis ou sete anos.

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