Donos da Valve fazem fama e fortuna com jogos na Steam

Thássius Veloso
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Chega o fim de semana. Depois de cinco dias de puro trabalho, você quer mais é se divertir na frente do computador. Liga o PC e, em seguida, corre para a Steam. Espera as atualizações baixarem, antes de efetivamente começar a jogatina. Se você se identifica com essa cena, fique sabendo que é por sua causa que os donos da Valve estão bilionários.

A fabricante de jogos sempre teve títulos aclamados, como o famosíssimo (na década passada) Counter-Strike, ou ainda Portal. São opções bacanas de diversão, que custam poucos dólares na loja virtual operada pela Valve. Quando o pagamento é efetuado, lá se vai mais um dinheiro para a conta de Gabe Newell, cofundador da Valve.

A Valve detém algo entre 50% e 70% do mercado de games via download para PCs. Agora considere que o valor estimado da Valve está entre US$ 2 bilhões e US$ 4 bilhões, e logo você conclui que, na pior das hipóteses, Newell é um feliz bilionário.

Valve repassa 70% do preço dos jogos para as produtoras

Essa riqueza toda não vem por acaso. No fim do ano passado, a Valve publicou previsões de crescer 200% ao ano, um número incrível. E boa parte desse crescimento é por conta da Steam, que finalmente chegou ao Mac no ano passado, depois de anos servindo apenas aos usuários de Windows.

No total, a Steam conta com 30 milhões de clientes ao redor do mundo. Mesmo sendo uma companhia menor, só perde para Nintendo, Microsoft e Sony nessa seara dos jogos virtuais. Pode acreditar, a Valve já vende mais jogos via download do que na caixa, que a gente costumava comprar no tempo em que Roller-Coaster Tycoon era moda (sim, estou ficando velho :P).

São 250 funcionários que atualmente mantêm a Valve funcionando. Segundo Newell, o lucro da empresa dividido pela quantidade de empregados revela que, nesse aspecto, a Valve é mais lucrativa que o Google ou a Apple (ambas têm dezenas de milhares de funcionários). Impressionante, não?

Com informações: Gamespot, Forbes.com.

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