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Pesquisa mostra as maiores operadoras de telefonia do mundo

China Mobile tem quase 700 milhões de clientes

João Brunelli Moreno

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A empresa Wireless Intelligence divulgou na terça-feira (23) uma lista com as 20 maiores operadoras de telefonia do mundo. Os dados são relativos ao segundo semestre de 2012 e mostram que a China Mobile continua na ponta com 683 milhões de assinantes – mais de três vezes a população do Brasil e quase 300 milhões de linhas a mais que o segundo colocado, o grupo Vodafone, que tem assinantes em toda Europa, Caribe, Asia e regiões da África.

A terceira posição no ranking continua com a América Móvil, que tem 251 milhões de assinantes na América Latina, incluindo os 63 milhões assinantes de sua marca no Brasil, a Claro. Com 243 milhões de clientes, o grupo Telefónica – que coloca em sua conta os assinantes da Vivo – caiu da quarta para a quinta colocação, apesar de ter registrado crescimento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. O quarto posto é da empresa indiana Bharti Airtel, que cresceu 13% e agora tem 250 milhões de clientes.

As maiores operadoras do mundo

Apesar da crise que pegou a Europa de assalto nos últimos tempos, algumas operadoras, como a France Telecom (na Europa, Orange) e Telecom Itália (controladora da TIM), registraram crescimento de 57% e 16%, respectivamente.

De qualquer maneira, o crescimento dos mercados da China e Índia foram os maiores destaques da lista: a líder China Mobile cresceu 11%, China Unicom, 21% e China Telecom 33% (vê-se que os chineses não são muito originais para batizar suas empresas). As operadoras da Rússia e Índia também apresentaram crescimento acima da média no levantamento.

Desta maneira, a China deverá encerrar 2012 com 1 bilhão de linhas celular ativas, seguida pela índia com 929 milhões de conexões.

Há uma semana um levantamento de uma empresa chamada Strategy Analytcs apontava que o mundo havia chegado à marca de 1 bilhão de smartphones nas ruas. Segundo as previsões da empresa, essa marca deverá dobrar até 2015, o que pedirá por investimentos em estrutura para transferência de dados.

Nenhuma operadora majoritariamente brasileira (leia-se Oi) aparece na lista.