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Robô chapeiro Flippy começa a trabalhar em lanchonete

Paulo Higa

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Os robôs podem tomar o lugar de muitos empregos, inclusive dos chapeiros de restaurantes. O Flippy, desenvolvido pela Miso Robotics, é especialista em montar hambúrgueres no ponto certo e começou a trabalhar em uma das lanchonetes da rede CaliBurger nesta segunda-feira (5).

O Flippy foi anunciado publicamente em 2017 e estava em testes desde então. A vantagem do robô é que ele pode dar conta de 12 hambúrgueres ao mesmo tempo, sempre com a mesma consistência e eficiência. Por meio de uma tecnologia de detecção de calor, o robô sabe quando é a hora certa de virar a carne.

Ele também utiliza visão computacional para identificar os ingredientes do sanduíche, como queijo, hambúrguer bovino e hambúrguer de frango, bem como saber se o pão está virado ou não. Depois, o braço robótico do Flippy monta tudo na ordem certa (não do jeito do Google).

A Miso Robotics vende o Flippy como um “assistente de cozinha”, que pode fazer o trabalho manual enquanto os cozinheiros se concentram na preparação dos ingredientes e na interação com os clientes. O objetivo do robô, segundo a empresa, é “melhorar as condições de trabalho dos chefes e dos cozinheiros por meio de assistentes, não substituí-los”.

O robô chapeiro já está em funcionamento em uma das unidades da CaliBurger em Pasadena, no estado americano da Califórnia, e deve ser instalado em mais 50 restaurantes nos próximos anos.

Com informações: SlashGear.

Tecnocast 049 – O Futuro do Trabalho

A história se repete: sempre que aparece uma novidade, que altera o mercado de trabalho, as centrais sindicais promovem greves, alegando que é necessário proteger os empregos. O governo (pelo menos o brasileiro) costuma ceder a essa pressão, e cria leis absurdas, como a que obriga a presença de um cobrador em todos os ônibus.

O problema é que, com a chegada das máquinas super inteligentes, a mão de obra humana será cada vez mais desnecessária. E isso vale para trabalhos criativos e intelectuais, também! Não pense que estamos imunes à mudança. Os algoritmos são desenvolvidos para aprenderem de forma similar ao cérebro humano. Então se a gente consegue, “eles” também vão conseguir – só que farão melhor e mais rápido.

Não acredita? Então dá o play e vem com a gente.