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Exclusivo: Amazon Prime Video reduz qualidade de streaming no Brasil

Amazon Prime Video segue Netflix e diminui taxa de bits (bitrate) no Brasil, Europa e Índia; Full-HD e 4K continuam disponíveis

Felipe Ventura
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O Amazon Prime Video reduziu a taxa de bits (bitrate) para o streaming no Brasil, seguindo os passos da Netflix, Facebook e Instagram: o objetivo é evitar uma sobrecarga na internet, agora que muitas pessoas estão em casa devido à quarentena do coronavírus (COVID-19). As resoluções Full-HD e 4K seguem disponíveis.

Amazon Prime Video

Em comunicado ao Tecnoblog, a Amazon diz que ajuda “a mitigar qualquer congestionamento da rede, inclusive no Brasil, onde já começamos o esforço para reduzir as taxas de bits de streaming, mas buscando manter uma experiência de streaming de qualidade para nossos clientes”.

Ainda será possível fazer streaming em Full-HD ou 4K em dispositivos compatíveis, mas o bitrate será menor que o normal para consumir menos tráfego. O mesmo vale para a Netflix, Facebook e Instagram.

Netflix e Disney+ também reduzem bitrate

A Amazon afirma apoiar “a necessidade de um gerenciamento cuidadoso dos serviços de telecomunicações para garantir que eles possam lidar com o aumento da demanda da internet com tantas pessoas agora em casa, em período integral, devido ao COVID-19”.

Por isso, o Amazon Prime Video vem trabalhando com autoridades locais, operadoras móveis e provedores de internet quando necessário. O serviço de streaming reduziu o bitrate na Europa e na Índia, assim como a Netflix e o Disney+.

Também para evitar gargalos na internet, o YouTube está carregando vídeos em 480p por padrão no mundo inteiro. As resoluções HD e 4K continuam disponíveis, mas precisam ser ativadas manualmente.

O Globoplay, por sua vez, faz streaming de todas as novelas, filmes e séries da plataforma em resolução máxima HD (720p), removendo de forma temporária as opções Full-HD e 4K.

Felipe Ventura

Felipe Ventura fez graduação em Economia pela FEA-USP, e trabalha com jornalismo desde 2009. Começou no TB em 2017 como editor de notícias, ajudando a cobrir os principais fatos de tecnologia, e hoje coordena um time de editores-assistentes e a rotina das editorias. Sua paixão pela comunicação começou em um estágio na editora Axel Springer na Alemanha. Foi repórter e editor-assistente no Gizmodo Brasil.

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