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Google pode atualizar Android do Pixel 6 e 6 Pro por até 5 anos

Possível ficha técnica de Google Pixel 6 e Pixel 6 Pro vem a público; celulares devem contar com processador criado pelo Google

Bruno Gall De Blasi
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O Google deve dar um bom tempo de suporte ao Google Pixel 6 e 6 Pro. Segundo Jon Prosser, do Front Page Tech, nesta quinta-feira (8), a companhia deve liberar novas versões do Android aos celulares por até cinco anos. Espera-se que o smartphones sejam anunciados com visual renovado, processador criado pelo Google e mais.

Suposto Google Pixel 6 (Imagem: Reprodução/OnLeaks/91mobiles)

Suposto Google Pixel 6 (Imagem: Reprodução/OnLeaks/91mobiles)

O rumor torna a disputa entre as fabricantes de celulares ainda mais acirrada quando o assunto é atualização. Caso as informações sejam confirmadas no futuro, o Google poderá oferecer até cinco anos de atualizações de software aos novos smartphones. Prosser, no entanto, não falou sobre as gerações anteriores da linha Pixel.

A política de atualização concederia um longo tempo de vida útil à próxima geração. Além disso, os novos telefones receberiam atualizações por um período similar aos produtos da Apple. É o caso do iPhone 6S: o celular foi lançado em setembro de 2015, há quase seis anos, e é compatível com o iOS 15.

A Samsung é outra empresa que tem chamado a atenção neste quesito. Em agosto de 2020, a fabricante prometeu três anos de atualização do Android aos celulares das linhas Galaxy S e Note, dobráveis e alguns da família Galaxy A. A marca sul-coreana também vem se destacando em relação à liberação das correções de segurança.

Supostos Google Pixel 6 (esquerda) e Pixel 6 Pro (direita) (Imagem: Reprodução/Front Page Tech)

Supostos Google Pixel 6 (esquerda) e Pixel 6 Pro (direita) (Imagem: Reprodução/Front Page Tech)

Google Pixel 6 deve trazer processador próprio do Google

Jon Prosser ainda antecipou detalhes da ficha técnica do Google Pixel 6 na mesma publicação. Em comum, os dois smartphones devem trazer um processador desenvolvido pelo próprio Google, atualmente conhecido como Whitechapel. As especificações do chip, no entanto, ainda não foram reveladas.

O Google Pixel 6 também é citado como “Oriel”. Mas, como observado pelo 9to5Google, o codinome é um pouco diferente da identificação encontrada anteriormente pelo site especializado: “Oriole”. O segundo nome interno, vale lembrar, já apareceu tanto no código-fonte do Android 12 quanto em um documento vazado no ano passado.

Espera-se que a tela do celular tenha 6,4 polegadas. Já a câmera dupla pode ser formada por dois sensores de 50 megapixels (principal) e de 12 MP (ultrawide). A câmera frontal, que deve aparecer em um furo no display, deve ser de 8 MP.

O smartphone tende a contar com memória RAM de 8 GB e opções com armazenamento de 128 GB e 256 GB. A bateria seria de 4.614 mAh.

Já o Google Pixel 6 Pro é reconhecido pelo codinome “Raven”. O display de 6,71 polegadas também deve ser recortado por um furo para abrigar a câmera frontal de 12 MP. Na parte de trás, o conjunto fotográfico deve trazer um sensor de 50 MP (principal), 48 MP (teleobjetiva) e outro de 12 MP (ultrawide).

A ficha técnica vazada ainda aponta para a memória RAM de 12 GB e o armazenamento de até 512 GB. Já a bateria pode ter 5.000 mAh, a mesma capacidade do Samsung Galaxy S21 Ultra. Os dois celulares devem sair da caixa com Android 12 de fábrica.

Segundo Prosser, o Google Pixel 6 tende a ser anunciado em outubro.

Suposto Google Pixel 6 Pro (Imagem: Reprodução/OnLeaks/Digit)

Suposto Google Pixel 6 Pro (Imagem: Reprodução/OnLeaks/Digit)

Google Pixel 5a deve ser anunciado em agosto

Ainda nesta semana, o Google Pixel 5a deu as caras na lista de dispositivos da Comissão Federal de Comunicações (FCC, em inglês), órgão equivalente à Anatel nos Estados Unidos. Os celulares são identificados pelos modelos G1F8F, G4S1M e GR0M2. Espera-se que o smartphone seja apresentado oficialmente em agosto.

Com informações: 9to5Google, Android Authority, Android Police, Front Page Tech e Gizmochina

Bruno Gall De Blasi

Bruno Gall De Blasi é jornalista e cobre tecnologia desde 2016. Sua paixão pelo assunto começou ainda na infância, quando descobriu "acidentalmente" que "FORMAT C:" apagava tudo. Antes de seguir carreira em comunicação, fez Ensino Médio Técnico em Mecatrônica com o sonho de virar engenheiro. Entrou para o Tecnoblog em 2020 e também escreveu para o TechTudo e iHelpBR.

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