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Apple Watch Pro pode trazer novo visual e bateria que dura mais de um dia

Modelo mais avançado, Apple Watch Pro pode trazer corpo mais resistente; medidor de glicose não deve chegar tão cedo aos relógios da Apple

Bruno Gall De Blasi
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Apple deve revelar uma variante mais encorpada do seu relógio em setembro de 2022. Trata-se do Apple Watch Pro, um modelo que tende a oferecer uma grande mudança no design e uma bateria com duração maior. A atualização nos sensores dos smartwatches da companhia, no entanto, pode ficar para outro momento.

Sucessor da linha Apple Watch Series 7 (foto) pode ter edição mais resistente (Imagem: Reprodução / Apple)
Sucessor da linha Apple Watch Series 7 (foto) pode ter edição mais resistente (Imagem: Reprodução / Apple)

É o que aponta Mark Gurman na sua newsletter dominical Power On, da Bloomberg. O grande destaque das revelações de ontem (24) fica pela futura variante do Apple Watch, que deve trazer o selo “Pro”. Segundo o jornalista, trata-se de um modelo melhorado, possivelmente com mais resistência graças ao corpo de titânio.

Os novos rumores giram em torno do visual. Gurman explica que a edição tende a trazer uma tela 7% maior do que os modelos atuais, que estão disponíveis em dois tamanhos: 41 mm e 45 mm. Não à toa, ele ressalta que o painel será grande o suficiente “para atrair apenas um subconjunto de clientes”.

Mas as mudanças não param por aqui. Isto porque o relógio tende a ganhar a sua maior mudança no visual desde 2018. E é aí que entra a curiosidade, pois o jornalista afirma que “será uma evolução da atual forma retangular”, mas também aponta que o corpo não será circular e não terá as laterais planas, como era esperado.

Apple Watch Pro deve ganhar mudanças no visual e bateria maior (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Apple Watch Pro deve ganhar mudanças no visual e bateria maior (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Apple Watch Pro pode ter bateria de maior duração

Outras melhorias giram em torno do modelo mais encorpado. É o caso da duração da bateria, que pode ser prolongada graças ao novo modo de economia de energia. Ainda não há muitos detalhes sobre o recurso, mas espera-se que a função ajude a dar um gás na carga para ir além de um dia de uso (Apple, por favor, leve isso ao Apple Watch Series 7, eu imploro).

O problema é que nada disso tende a ser barato. Gurman não chegou a falar sobre preços, mas dá para supor que o Apple Watch Pro será mais salgado do que as variantes com corpo de alumínio. Só para ter ideia, o modelo de 41 mm custa a partir de R$ 5.022 e o preço da opção de 45 mm começa em R$ 5.353 no Brasil.

Mas falemos do modelo de titânio, possível material do esperado Apple Watch Pro. No Brasil, a opção com pulseira de elos em couro e caixa de 41 mm custa R$ 10.045. Se você optar pela alternativa maior, de 45 mm, o preço sobe para R$ 10.614.

Ou seja, o modelo Pro possivelmente terá um preço beeeeem salgado.

Sensor de temperatura está entre as novidades aguardadas nos próximos Apple Watches (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Sensor de temperatura está entre as novidades aguardadas nos próximos Apple Watches (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Sensores de pressão e glicose vão ficar para depois

Tanto o Apple Watch Series 8 quanto o Apple Watch Pro tendem a ganhar um novo sensor de temperatura. Como já era esperado, o recurso ajudará a dizer se o usuário está com febre ou não. Todavia, outras apostas devem ficar para outro momento.

É o caso do medidor de pressão, que possivelmente não chegará aos relógios até 2025. Gurman não chegou a detalhar exatamente o motivo para o atraso. No entanto, é importante ressaltar que a Samsung já oferece este recurso no Galaxy Watch, mas não da maneira mais prática, pois o sensor depende de uma calibração com esfigmomanômetro para funcionar. 

Outro adiamento gira em torno do medidor de glicose. O jornalista da Bloomberg ressalta que a novidade não deve chegar “até o final da década”. E, de fato, até hoje não vi um aparelho que seja capaz de monitorar a taxa de açúcar no sangue sem precisar furar o dedo, com exceção do FreeStyle Libre – que também depende de uma picada para coletar o fluido intersticial.

Com informações: 9to5Mac e Power On (Bloomberg)

Bruno Gall De Blasi

Bruno Gall De Blasi é jornalista e cobre tecnologia desde 2016. Sua paixão pelo assunto começou ainda na infância, quando descobriu "acidentalmente" que "FORMAT C:" apagava tudo. Antes de seguir carreira em comunicação, fez Ensino Médio Técnico em Mecatrônica com o sonho de virar engenheiro. Entrou para o Tecnoblog em 2020 e também escreveu para o TechTudo e iHelpBR.

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