GVT

Sobre

GVT (sigla para Global Village Telecom) é uma empresa de telecomunicações de origem holandesa. Opera desde 2000 no Brasil e possui sede na cidade de Curitiba, empregando mais de 5 mil funcionários no país. Fornece serviços de telefonixa fixa, banda larga e TV por assinatura. Em 2010, o controle da empresa passou para a mão do grupo francês Vivendi. É famosa por prestar um serviço de conexão banda larga com qualidade acima da média brasileira, de acordo com os usuários.

Artigos de GVT

As operadoras de banda larga mais rápidas do Brasil, segundo a Netflix

às 15h30 por

A GVT voltou a ocupar a primeira posição no ranking das operadoras de banda larga mais rápidas do Brasil, de acordo com a Netflix. A empresa, agora controlada pela Telefônica, ultrapassou a Live TIM por pouco: em junho, os clientes da GVT assistiram aos filmes da Netflix a uma velocidade média de 3,32 Mb/s, contra 3,31 Mb/s da concorrente italian

Marca da GVT deixará de existir

às 14h21 por

A marca da GVT, empresa brasileira de telecomunicações que foi comprada pela espanhola Telefónica por R$ 22 bilhões, deixará de existir para ceder lugar ao nome da Vivo. Quem afirma isso é o israelense Amos Genish, durante uma entrevista à Exame. Ele comandava a antiga GVT e assumiu a presidência da Telefônica Vivo em março. Havia planos para manter a marc

Cade aprova compra da GVT pela Telefónica

às 13h48 por

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (25) a compra da GVT pela Telefónica, dona da Vivo no Brasil. A notícia chega seis meses após o grupo espanhol ter fechado um acordo para adquirir a operadora pelo equivalente a R$ 22 bilhões, em setembro de 2014. Para que a compra fosse autorizada, as empresas assinaram um acordo com o Cade para evitar a concorrência desleal no setor de telefonia. O mercado de telefonia é bem amarradinho. A Telefónica, proprietária da Viv

Anatel aprova compra da GVT pela Vivo (e o que isso muda)

às 16h25 por

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta segunda-feira (22) a compra da GVT pela Vivo. O negócio estava fechado desde o início de setembro, mas ainda precisava passar pela aprovação de entidades regulatórias. A Anatel era uma delas, e a caminhada da Vivo para assumir o controle da GVT está mais perto do fim. O conselheiro relator Igor Vilas Boas de Freitas concedeu anuência prévia para o controle integral da GVT pela Telefônica Brasil mediante algumas condições. O principal é que a Vivo deverá manter pelo período mínimo de 18 meses

Telefónica fecha acordo para comprar GVT por R$ 22 bilhões

às 08h01 por

Negócio fechado: a espanhola Telefónica, dona da Vivo no Brasil, anunciou na manhã desta sexta-feira (19) que assinou um acordo final com a francesa Vivendi para comprar a GVT. A transação, que será dividida em dinheiro e ações, soma um total de 7,24 bilhões de euros, o equivalente a aproximadamente R$

Live TIM continua como banda larga mais rápida para Netflix, enquanto Vivo perde velocidade

às 19h18 por

A Live TIM continua sendo o serviço de banda larga com maior velocidade no ranking da Netflix. A plataforma de filmes e séries liberou um novo relatório apontando que a banda larga por fibra ótica da TIM alcança média de 3,31 Mb/s. Portanto, é correto afirmar que o Live TIM é o melhor serviço para ver Netflix no país. Faça o Teste de Velocidade Tecnoblog  De modo geral, as operadoras do setor tiveram aumento de velocidade média desde o

Vivo está cada vez mais perto de comprar a GVT

às 14h52 por

A francesa Vivendi, dona da GVT, está cada vez mais perto de vender a operadora para a espanhola Telefónica, controladora da Vivo no Brasil. Os espanhóis estavam em uma disputa com a Telecom Italia para saber quem levaria a GVT. E aparentemente a Telefónica se deu melhor na negociação. Considerando as ofertas finais, a Telecom Italia ofereceu à Vivendi 7 bilhões de euros, sendo apenas 1,7 bilhão em dinheiro, 16% de capital na holding da companhia, 21% de controle da empresa e mais 15% da TIM Brasil. A oferta da Vivo foi melhor: são 7,45 bilhões de euros, que incluem 4,663 bilhõ

Entenda a compra da GVT pela TIM ou Vivo

às 20h59 por

Não é segredo algum que a GVT, operadora de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura, está sendo vendida. Com as crises econômicas que aconteceram na Europa nos últimos anos, o grupo francês Vivendi, atual dono da GVT, se desfez de grande parte dos seus ativos, incluindo a operadora francesa SFR e uma grande fatia da Blizzard. Chegou a hora de vender a GVT, e TIM e Vivo disputam a compra da operadora. Não é a primeira vez que a Vivendi tenta vender a GVT: em agosto de 2012, o grupo colocou a operadora à venda po

Telecom Italia confirma negociação para fundir TIM Brasil com a GVT

às 15h46 por

A segunda empresa interessada na GVT é a dona da TIM. A Telecom Italia confirmou o rumor do Wall Street Journal e anunciou que está avaliando uma oferta que consistiria em fundir a TIM Participações com a GVT, controlada pela Vivendi. Faz apenas uma semana que a Telefónica ofereceu mais de 20 bilhões de reais para adquirir a operadora brasileira de banda larga. O comunicado da

Vivo oferece R$ 20 bilhões pela GVT

às 11h15 por

A espanhola Telefónica, dona da Vivo no Brasil, fez uma proposta bilionária para comprar a operadora GVT, que atualmente pertence ao grupo francês Vivendi. O negócio está avaliado em 20,1 bilhões de reais – com 11,9 bilhões de reais em dinheiro e o restante em ações da nova companhia. São necessárias aprovações das entidades regulatórias (a Anatel e o Cade, por exemplo). Isso não deve ser um problema, uma vez que a Vivo só concorre com a GVT no estado de São Paulo, onde a atuação da operadora francesa é bem recente e sem uma base considerável de clientes. Apesar

Operadoras não serão mais obrigadas a cumprir novo regulamento da Anatel

às 18h04 por

A Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) conseguiu uma liminar na Justiça para barrar o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações aprovado pela Anatel em março de 2014. Esse é aquele regulamento que ajudava a vida do consumidor obrigando as operadoras a facilitar o cancelamento de linhas telefônicas. A decisão foi tomada pelo juiz da 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito

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