Em janeiro, Intel e Lenovo uniram forças para mostrar ao mundo o K800, protótipo do primeiro smartphone a trocar os tradicionais chips ARM por uma unidade x86 da família Atom. O primeiro telefone inteligente a ser lançado no mercado com esse tipo de chip , no entanto, é de outra empresa, chamada Lava. E você dificilmente poderá comprá-lo: o aparelho vai ser vendido apenas na Índia por enquanto. E ele se chama Xolo X900. Leia mais
Resposta da Intel ao desenvolvimento do “netbook de US$ 100″ OLPC X0, o Classmate PC vai ganhar uma nova geração, desenvolvida sob tutela da gigante dos processadores e da chinesa Lenovo.
Opção mais sofisticada diante do franciscano netbook criado por Nicholas Negroponte, a primeira geração do Classmate PC contava com os serviços de um processador Atom N270, até 512 MB de memória e 30 GB de armazenamento HDD, tela de 7 ou 9 polegadas e podia rodar Windows XP ou os linux Mandriva ou Metasys. Leia mais
Pequenos, leves e baratos, os até hoje populares netbooks deverão apostar na força bruta para se armarem contra a feroz concorrência dos tablets de diversas marcas que deverão chegar às prateleiras até o final do ano para tentar seguir os passos do hypado iPad no mercado internacional.
A Intel já havia mencionado o seu novo processador dual-core da linha Atom na Computex. Agora a empresa vem anunciar que o Atom N550 enviado às fábricas, instalado nos netbooks e chega hoje às prateleiras para o consumidor final.
Intel anuncia processador dual core para netbooks e tablets
A Intel anunciou durante a Computex, feira de tecnologia que acontece em Taiwan, a evolução dos processadores Atom. Em breve, tais belezinhas passarão a ter dois núcleos, garantindo um dual core para vídeo em alta definição (720p) nenhum botar defeito. A tecnologia é chamada internamente de Oak Trail e tem foco em netbooks e tablets, que até o momento não tinham nenhum dual core de respeito. Os novos processadores devem começar a ser usados somente em 2011. [ZDnet]
A fabricante de chips Intel anunciou nesta terça-feira uma nova geração de processadores desenvolvida especialmente para smartphones e outros dispositivos de mão. Por hora conhecida pelo nome-código Moorestown, os novos modelos deverão chegar ao mercado atendendo pelo nome de Atom Z.
De acordo com a empresa os novos modelos foram construídos com 45nm² e contam com 140 milhões de transístores que funcionam em frequências que variam de 1,5 GHz a 1,9 GHz, além de suporte a gráficos 3D que na prática devem oferecer “uma experiência de uso próxima ao de um PC comum” na reprodução de vídeos de alta definição, jogos e videoconferência.
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Novo Atom com DDR3 pode estar a caminho
Um aparecimento bastante oportuno no site da Toshiba França pode revelar o que a Intel planeja para seus chips Atom no futuro. De acordo com o Electronista, especificações de um netbook teriam sido publicadas por engano, com direito a uma informação até então inédita: a chegada de um novo processador Atom N455 de 1,66 GHz. O mais interessante, no entanto, é que o novo processador teria suporte a memória RAM DDR3 (que tem o dobro de taxa de transferência do DDR2).
Um mês antes do previsto, a Intel apresentou nesta segunda-feira, dia 21, os detalhes oficiais a respeito da nova geração dos processadores Atom, onipresentes em netbooks, nettops e outros dispositivos em que a mobilidade é mais importante que o desempenho.
Com três versões e disponível em qualquer clock, desde que ele seja 1,66GHz, o novo chip mantém a construção em 45 mn e sua maior novidade em relação aos modelos atuais são os controles de memória e processamento gráfico integrados ao seu núcleo. Ainda que a empresa-mãe reconheça que a arquitetura dos chips seja essencialmente a mesma, garante que as novas soluções darão um jeito no conhecido calcanhar de Aquiles da família, que é o fraco desempenho com vídeos e efeitos visuais.
Legítimo substituto do N270, que equipa a maioria dos netbooks do mercado, o N450 conta com apenas um núcleo, tem 512 Kb de cache e suporta memórias DDR2 de 667 MHz consumindo apenas 5,5 W. Já o D410 tem as mesmas especificações, com a diferença de também suportar memórias de 800 MHz registrando consumo de 10W.
Destinado a computadores de mesa, que agora a Intel prefere chamar de “desktops de entrada” depois de reconhecer que o termo nettop “não pegou”, o D510 é o mais potente da família e conta com dois núcleos, 1MB de cache, suporta memórias de 667 MHz ou 800 MHz e consome 13 W. A expectativa do fabricante é que eles tenham um bom desempenho rodando o Windows 7, mais complexo que o antigo XP que ainda domina o segmento dos PCs de baixo custo.
Conhecida pelo nome-código Pinetrail, inicialmente era esperado que a nova geração do Atom chegasse à luz do dia devidamente instalada dentro de novos gagdets na próxima edição da CES, exposição de tecnologia que tradicionalmente acontece em Las Vegas, nos EUA. A Intel afirma que “pelo menos” 80 dispositivos deverão fazer a estréia da nova tecnologia.
[atualização 14h40] Logo em seguida à apresentação dos novos processadores, a Dell foi a primeira a anunciar um produto de “coração renovado”, no caso, seu netbook Mini 10v. O novo computador virá equipado com o chip N450, terá tela de 10´1 polegadas com resolução de até 1366×768 pixels, bateria com até 9,5 horas de duração, 1 GB de RAM DDR2 800 MHz, até 250 GB de HD com direito a sintonizador de TV digital e GPS como opcionais. Os sistemas operacionais poderão ser o Windows XP, 7 Starter ou Ubuntu, e os preços deverão partir de US$ 299, o que dá aproximadamente R$ 520. Já a MSI anunciou novas versões de seu netbook U130 e U315, que também contam com o chip N450, tela led de 10´1 polegada, 160 GB ou 250 GB de HD e conexões 3.5G e WiMax, por 299 libras esterlinas, ou R$ 695.
Veja o vídeo de apresentação dos novos Atom:

Quem sabe jogar sempre sai ganhando. Essa foi a ideia principal que Michael Chen, diretor da divisão de vendas de embarcados e da divisão de ultra-portáteis na Ásia e Pacifico da Intel transmitiu quando declarou que a empresa não está preocupada com o lançamento do Chrome OS pelo Google.
Apesar do lançamento do Google fazer concorrência direta ao Moblin, seu sistema operacional baseado em Linux desenvolvido especialmente para netbooks e ultra portáteis, a Intel tem mais motivos para sorrir do que chorar. Nas palavras de Michael Chen: “Nosso objetivo a longo prazo é fornecer hardware para aparelhos com diferentes sistemas operacionais. Mais competidores geram mais inovação e isso é bom para o consumidor”. Ou seja, por mais que seu software gratuito e open source perca espaço para o concorrente do Google, a empresa ainda estará ganhando pois grande parte dos netbooks utiliza não só seus processadores Atom, como todo o seu chipset.
A posição da Intel é de dar invejar, ainda mais em tempos de crise. Com sua maior concorrente lutando contra os próprios fantasmas, a empresa segue firme e forte sendo a principal, para não dizer única, fornecedora de chips para netbooks, mercado que não para de crescer. Não vai ser dessa vez que os executivos da empresa perderão noites de sono devido à chegada de um concorrente ao seu software, principalmente enquanto enquanto esse concorrente ainda depender de seu hardware .[Engadget]





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