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Eis um sensor que a Apple, HP e Samsung (e várias outras fabricantes de gadgets que já explodiram) gostariam que existisse há alguns anos: um capaz de detectar falhas em baterias de íon de lítio antes que elas superaqueçam e explodam. É meio que uma surpresa que esse tipo de sistema seja tão ineficiente quanto parece, se é que existe. Mas agora um grupo de cientistas americanos desenvolveu um novo, que deve ajudar a evitar problemas em milhões de gadgets que usam essas baterias. Leia mais

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Capturar energia solar atualmente é uma tarefa bem simples: você instala os conhecidos painéis solares onde quer capturar, liga os fios nos lugares certos e espera o sol nascer para começar a eletrizante aventura. Mas se os cientistas da Universidade de Notre Dame continuarem com a sua pesquisa, no futuro o máximo que teremos que fazer é passar uma demão de tinta onde quisermos capturar luz para gerar energia. Leia mais

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Não sou um engenheiro, mas imagino que algo essencial para que circuitos elétricos funcionem é ter um material condutor por onde passam os elétrons. Estou quente? Ótimo. Sei também que quando esse material se rompe, os elétrons param de fluir e o circuito não funciona. Para ocasiões como essa, engenheiros americanos desenvolveram um método de fazer com que os circuitos se reparem automaticamente e permitam que os elétrons continuem a fluir. Leia mais

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O braço japonês da Sony anunciou recentemente a criação de um protótipo de bateria um pouco incomum. No lugar de usar elementos químicos que todas as fabricantes usam, como o lítio, a bateria é baseada em papel. E ela tira energia da celulose da mesma maneira que cupins tiram energia de madeira, segundo um porta-voz da empresa. Leia mais

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Como um fã de Matrix, dos irmãos Wachowski, eu sempre fui fascinado pelo mundo retratado no filme. Tirando, claro, a aniquilação eminente da humanidade, a tecnologia mostrada em Matrix sempre me deixou boquiaberto e querendo que o futuro chegasse logo. Se depender de cientistas americanos e japoneses, tal futuro está mais perto do que imaginávamos: eles conseguiram criar uma técnica que vai permitir aprender ao estilo Matrix. Leia mais

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Pesquisa conduzida por cientistas do Reino Unido mostram que o seu celular pode não ser tão limpinho como você imaginada. 1/6 dos aparelhos analisados por eles continha coliformes fecais (ou coliformes termotolerantes), nome designado para indicar um conjunto de bactérias que tem origem no intestino. Como o nome sugere, os coliformes entram em contato com o nosso mundo azul e feliz por meio das fezes. Leia mais

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Um roteador sem fio comum tem um objetivo: conectar vários dispositivos em rede sem a necessidade de cabos, conectando-os ou não à internet. Mas com o equipamento certo, ele pode ser usado com outros objetivos. Um delas é medir a respiração de pessoas e outro, assustadoramente mais preciso, é determinar a localização delas. De acordo com estudos realizados pelo departamento de engenharia elétrica da Universidade de Utah, ambos são relativamente fáceis de serem feitos. Leia mais

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O uso de computadores para enovelamento de proteínas não é novo. Como esse processo é extremamente complexo e trabalhoso, existem diversos programas que pegam emprestado o poder de processamento de máquinas ociosas para ajudar nesse processo, como o Folding@Home, que pode ser rodado no PS3 por exemplo. Leia mais

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Enquanto a maioria de nós usa smartphones para o propósito que ele foi criado, cientistas do conhecido MIT resolveram reaproveitar esse tipo de dispositivo móvel para uma causa mais nobre. Ao invés de usá-lo para fazer ligações, navegar na internet ou assistir conteúdos multimídia, o MIT Media Lab criou um adaptador para smartphones que permite o diganóstico de catarata. Leia mais

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A indústria de TVs e filmes já está há bastante tempo tentando emplacar a tecnologia de 3D, seja com ou sem óculos. Alguns consumidores compram a ideia, outros preferem esperar por um padrão aparecer antes de se arriscar. Mas é fato que ainda há muita confusão na área. Enquanto isso acontece, pesquisadores japoneses inventam a sua própria maneira nada inovadora de exibir imagens em três dimensões fazendo uso de projetores e névoa.
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