A sobrevivência do Grooveshark está cada vez mais ameaçada. A EMI, uma das poucas gravadoras que ainda mantinha contrato com o serviço, acabou de romper o acordo. Com isso, o site de streaming de músicas perde o apoio da única das quatro grandes gravadoras do mundo; Sony, Universal e Warner estão processando o Grooveshark por quebra de direitos autorais.
Na próxima vez que você estiver precisado de baixar algum vídeo hospedado pelo YouTube, não vá direto para o site TubeFire. Ele foi tirado do ar pela sua empresa controladora, a japonesa Music Gate, depois que 25 gravadoras pediram o fígado dos responsáveis pelo site em uma corte distrital do Japão. Sony, EMI, Warner e Universal estão metidas em mais um processo relacionado com pirataria. Leia mais
Mal o evento da Apple para anunciar o iPad 2 passou, retornam os rumores de futuros lançamentos da companhia. Agora que o assunto tablet está resolvido por pelo menos mais um ano, a empresa parece se focar no mercado de música digital, que sempre foi um negócio bastante forte. Segundo a Bloomberg, a Apple estaria planejando mudar as regras do jogo de música.
Você bem se lembra que há pouco mais de uma semana – para ser mais preciso: na segunda-feira, 15 de novembro -, a Apple anunciou a chegada dos Beatles à iTunes Store. A companhia prometia um grande anúncio para aquele dia, mas não foi exatamente o que aconteceu. De qualquer forma, qualquer pessoa com cartão de crédito pode comprar as canções do grupo musical. E o sucesso tem sido grande.

Só para os EUA e Canadá. Por aqui, nada muda.
Depois de arrumar muita confusão com a web, as grandes gravadoras parecem estar caindo na real e lançam nesta terça-feira o Vevo, site de propriedade das gravadoras Sony, Universal, EMI e Abu Dhabi Media (quem?) que permitirá que o navegante assista a clipes e ouça músicas, como informa o New York Times.
Ironicamente hospedado pelo Google usando a tecnologia do Youtube – que de uns tempos pra cá vem até emudecendo trilhas sonoras protegidas para evitar dores de cabeça judiciais – para transmitir seu conteúdo o novo site deverá contar com cerca de 30 mil vídeos até o final do ano (que acontece em 23 dias) e, a exemplo do Hulu, inicialmente só estará disponível aos usuários dos EUA e Canadá. O resto do mundo, incluindo o Brasil, ainda deverá ficar fora dessa festa por um bom tempo.
Entre aquele blábláblá que envolve clichês como “conteúdo Premium” e “alta qualidade de som e vídeo”, também deixam escapar que o site arrecadará lucros com anúncios e que já existem pelo menos quinze empresas na fila para colocar sua marca no site.
Como também lembra o NYT, há anos diversas gravadoras contam com perfis no site de vídeos do Google, mas sempre tiveram a sensação que não estavam lucrando o quanto podiam com a coisa. Agora essas dúvidas serão sanadas e de quebra colocam um ponto final na conversa que afirmava que o Youtube é “um ralo de dinheiro” para a gigante da web, que não deve estar trabalhando de graça para seus antigos rivais nos tribunais.




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