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C6 Bank oferece dois meses gratuitos de seguro para Pix e cartão

Seguro C6 Conta cobre Pix, saques e compras feitas sob ameaça, coação, sequestro, roubo ou furto qualificado; todos os clientes têm direito à oferta

Giovanni Santa Rosa
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Assaltos e sequestros em que a vítima é obrigada a fazer um Pix deixam muita gente com medo. Os bancos vêm criando seguros para evitar que seus clientes tenham prejuízos em casos assim. O C6 Bank vai oferecer dois meses grátis a todos os correntistas. A cobertura inclui até mesmo apoio psicológico para lidar com a violência.

Cartão C6 Carbon
Cartão C6 Carbon (Imagem: Divulgação)

O produto em questão é o Seguro C6 Conta. Ele é oferecido em parceria com a seguradora Zurich. O serviço cobre transações feitas sob ameaça, coação, sequestro, roubo ou furto qualificado. Entre as operações, estão Pix, compras no crédito e débito e saques.

O banco destaca que, além da proteção, o seguro também oferece atendimento psicológico para as vítimas. O objetivo é dar apoio emocional para quem passa por situações de violência.

Todos os clientes do banco têm direito aos dois meses grátis, mesmo aqueles que já assinam o produto. A mensalidade custa a partir de R$ 1 para quem tem cartão C6, R$ 3 para quem tem C6 Platinum e R$ 5 para quem tem C6 Carbon.

Em novas contratações, a primeira parcela é estornada em até sete dias, e a segunda é isenta. As coberturas começam a valer 24h após a contratação. A oferta vai até agosto.

Outros bancos também têm seguro para Pix

Com as notícias de violência em que os ladrões se aproveitam da facilidade do Pix, muitos bancos e fintechs passaram a oferecer seguros para transações feitas sob coação.

Em outubro de 2021, Santander, Bradesco e Mercado Pago foram algumas das empresas a apresentar seus produtos. Os preços começam em R$ 3,50 (no Mercado Pago) e as indenizações vão até R$ 50 mil (caso do Bradesco).

O Banco Central também tomou medidas para tentar limitar os prejuízos das vítimas. Desde 4 de outubro de 2021, os bancos são obrigados a oferecer um limite noturno. Ele é um limite mais baixo para transações no período da noite e da madrugada.

O padrão é R$ 1.000, mas o cliente pode alterar este valor. Além disso, também dá para escolher em que horário a restrição vai funcionar.

Giovanni Santa Rosa

Giovanni Santa Rosa é formado em jornalismo pela ECA-USP e cobre ciência e tecnologia desde 2012. Foi editor-assistente do Gizmodo Brasil e escreveu para o UOL Tilt e para o Jornal da USP. Cobriu o Snapdragon Tech Summit, em Maui (EUA), o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre (RS), e a Campus Party, em São Paulo (SP). Atualmente, é autor no Tecnoblog.

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