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Moto G5: bom, mas com poucas novidades

Modelo é opção para quem busca algo abaixo dos R$ 1.000. Mas não espere por grandes inovações.

Por
36 semanas atrás
8.3

Prós

  • Leitor de digitais com gestos é uma ideia legal
  • Design externo proporciona boa pegada
  • Desempenho decente

Contras

  • Que tampa traseira chata de tirar
  • Som externo fraquinho
  • A câmera está longe de ser ruim, mas merecia uma incrementada

O Moto G5 chegou no começo de março com a missão de manter a aceitação de uma linha que, apesar de já não sustentar a reputação das primeiras gerações, continua ocupando lugar de destaque nas prateleiras. Mas logo de cara a gente percebe que não é uma missão fácil: no hardware, a novidade não evoluiu muito em relação ao Moto G4.

Na verdade, a impressão inicial é a de que deram alguns passos para trás: o processador Snapdragon 617 cedeu lugar a um Snapdragon 430, a tela passou de 5,5 polegadas para 5 polegadas, e a bateria vem com 2.800 mAh contra os 3.000 mAh da geração anterior.

Mas a Lenovo assegura que o Moto G5 consegue oferecer uma experiência de uso rica, especialmente por conta de alguns recursos novos ou renovados. Será? Eu testei o smartphone por alguns dias e conto tudo o que constatei nas linhas a seguir. Me acompanhe.

Design

Depois do já clássico Moto X 2013, o G5 é o aparelho Moto que mais bem se encaixou nas minhas mãos. E eu tenho ouvido outras pessoas dizendo coisas semelhantes. A traseira possui uma textura fosca que, além de repelir marcas de dedos, oferece boa aderência. De maneira complementar, as laterais têm uma curvatura uniforme e que dá bastante área para apoio dos dedos. Em resumo, o modelo não é do tipo que escorrega facilmente. A espessura de 9,5 mm contribui para isso.

Moto G5

Esteticamente, o Moto 5 também agrada (ao menos a mim). O design tem características que remetem à linha Moto Z, como a estrutura circular de vidro que envolve a câmera traseira e o flash LED, mas sem formar “calombo”. Essa comparação não vale para o leitor de impressões digitais, que continua ali na frente, mas agora fica numa área arredondada e mais achatada, não lembrando tanto um botão físico.

Moto G5
O corpo da tampa é de plástico, mas o painel que ocupa quase toda a superfície desta é de alumínio

O corpo da tampa é de plástico, mas o painel que ocupa quase toda a superfície desta é de alumínio

A tampa traseira é removível e revela a bateria. Aliás, você vai precisar tirar o componente para inserir os SIM cards, assim como o microSD (o slot deste fica acima da entrada do SIM card 1). Mas é necessário ter paciência aqui: mesmo seguindo as instruções do manual, não é tarefa fácil remover a traseira. Não são pequenas as chances de você perder alguns pedaços de unha no processo…

Tela

Quem gosta de telas grandalhonas provavelmente vai torcer o nariz para o Moto 5. No modelo, o componente tem tela IPS de 5 polegadas (contra 5,5 polegadas da geração anterior). Mas essa não é uma característica negativa para todo mundo: aqueles que, como eu, têm dificuldades para tocar em certos pontos do display quando seguram o aparelho com uma só mão não precisarão fazer tantos malabarismos para esse fim.

De todo modo, há uma compensação para a perda de tamanho na tela. No Moto G5, o sensor de impressões passou a suportar gestos (falo deles logo mais). Graças a isso, você pode desativar os botões virtuais do sistema e, assim, contar com mais área útil na interface.

As bordas da tela são um tanto generosas

As bordas da tela são um tanto generosas, não?

A resolução é full HD e tem 441 ppi. As informações são exibidas na tela com cores vivas, mas sem saturação excessiva e, quando visualizadas sob ângulos diferentes, apresentam pouca perda de tonalidade — exceção para o preto, que acaba caindo um pouco para o cinza. O brilho máximo não é o mais alto que já vi em um smartphone, mas vai permitir que você enxergue o conteúdo da tela em lugares fortemente iluminados.

Falando em iluminação, o sensor de luminosidade funciona bem, ajustando adequadamente o brilho em ambientes com menos ou mais claridade. Ele só demora um pouquinho para fazer esse trabalho.

Software

Não se preocupe: a Lenovo não cometeu o deslize de não usar a versão mais atual do Android. O Moto G5 sai de fábrica com o Android 7.0 Nougat e uma interface com apenas algumas modificações — ainda dá para dizer que temos um sistema operacional “quase puro” aqui.

Em menus, listas de apps e afins quase não há mudanças, excesso por um widget aqui, um leve efeito de transição ali. Os diferenciais estão nos recursos do aplicativo Moto: com ele você pode configurar gestos e recursos de tela.

Moto G5 - interface

Para quem já tem ou teve certos smartphones da linha Moto, os gestos são bem conhecidos: segurando o aparelho, gire o punho duas vezes seguidas para ativar a câmera a qualquer momento (tipo Sinhozinho Malta, para quem pegou a referência); agite o aparelho duas vezes rapidamente para ativar o modo lanterna; deixe a tela virada para baixo sobre uma superfície para silenciar notificações; entre outros.

O Moto Tela — outro velho conhecido — também é bem legal. Esse modo exibe algumas notificações na tela de bloqueio e mostra o relógio automaticamente quando o smartphone é movimentado ou tirado do bolso, por exemplo.

Me agrada muito o fato de a Lenovo não encher o dispositivo de apps duvidosos. Os aplicativos pré-instalados são os essenciais: as ferramentas do Google, alguns recursos próprios da linha Moto e só. Nada de antivírus ou trial de games.

Câmeras

Moto G5 - câmera

A câmera do Moto G5 agrada, mas não impressiona. Na verdade, tive a impressão de que houve um ligeiro retrocesso aqui (novamente, comparando com a geração anterior). Com sensor de 13 megapixels e lente com abertura f/2,0, o componente faz bons registros, mas não raramente há falhas que não passam despercebidas.

Muitas vezes, há um excesso de branco, que pode inclusive deixar a imagem estourada. Também é relativamente fácil se deparar com perda de definição e ruído, mesmo em cenários bem iluminados. Pelo menos o modo HDR consegue dar uma amenizada nesses problemas.

E esse céu branco que não era branco?

E esse céu branco que não era branco?

Com HDR

Com HDR

Sem HDR

Sem HDR

O HDR ajuda muito, mas não faz milagres

O HDR ajuda muito, mas não faz milagres

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

À noite ou em ambientes com um pouco menos de luz, talvez você tenha que tentar duas ou três vezes para fazer um registro decente por causa de uma certa letargia na focagem. Mas é assim com muitos smartphones, certo?

Foto feita com o Moto G5

Na frente, temos uma câmera com 5 megapixels e abertura f/2,2. Os resultados, na maioria das vezes, são satisfatórios. Sem empolgar, mas são. Os problemas de excesso de branco e perda de definição também ocorrem, mas não em níveis dramáticos. O pós-processamento dá uma suavizada nesses deslizes, mas não ao ponto de deixar a cara “lavada”.

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Desempenho e bateria

O Moto G4 tem como processador o octa-core Snapdragon 617. Já o Moto G5 sai de fábrica com um Snapdragon 430 de 1,4 GHz, também de oito núcleos. Sim, é como se tivéssemos tido um downgrade aqui, mas as diferenças entre ambos os chips são pequenas. Na prática, o aparelho corresponde às expectativas esperadas para um smartphone intermediário.

Aplicativos de redes sociais, players de mídia, navegadores, enfim, tudo rodou numa boa, inclusive em multitarefa: deixei o Deezer tocando música enquanto usava Google Maps e Chrome, e não notei nenhuma queda de desempenho.

Se bem que a alternância entre apps quando muita coisa está sendo usada me pareceu vagarosa, embora discretamente. No final das contas, os 2 GB de RAM que o dispositivo tem dão conta do recado (certamente, a versão com 3 GB de RAM, não comercializada no Brasil, leva a melhor nesse aspecto, mas enfim).

Pontuações no AnTuTu 6.2.7, Geekbench 4 e 3DMark

Pontuações no AnTuTu 6.2.7, Geekbench 4 e 3DMark

Nas aplicações mais pesadas, o comportamento foi decente. Aparentemente, a GPU Adreno 505 compensou, dentro daquilo que lhe cabe, a ausência de uma CPU mais forte. Need for Speed No Limits e Unkilled se saíram bem nos testes. É verdade que, neste último, as cenas mais movimentadas tiveram queda na taxa de frames, mas nada muito preocupante: deixe as configurações gráficas no médio ou em automático e tudo fica nos conformes.

Também testei o áudio. Olha, se você estiver em um churrasco ou em um almoço de domingo com a galera, a dica é usar caixas Bluetooth ou algo similar. A saída de som, na parte frontal do aparelho, é baixa, não passando de um recurso bem básico. Deu saudades dos alto-falantes do Moto G3.

Já o sensor de impressões digitais eu curti bastante. Ele funciona bem, destrava o aparelho rapidamente e suporta gestos, lembra que eu falei disso? Estranhei bastante no começo, mas depois que me acostumei com o recurso (é necessário ativá-lo no app Moto, o que faz os botões virtuais do sistema ficarem inativos), não larguei mais.

Deslize o dedo para esquerda para voltar; arraste para a direita para abrir a lista de aplicativos; um toque rápido faz o sensor funcionar como botão Home. Você vai se confundir nas primeiras tentativas, mas pegará o jeito. E tudo funciona rápido! Não digo que é um recurso indispensável, mas achei bastante prático executar essas ações a partir de um único ponto abaixo da tela.

Moto G5

Falta falar dela: a bateria com seus 2.800 mAh. Digo apenas que o componente é ok. As tarefas executadas para o teste de autonomia foram as seguintes: filme A Teoria de Tudo via Netflix e tela com brilho máximo (2h03min), Need for Speed No Limits (20 minutos), Unkilled (20 minutos), Deezer (uma hora), navegação via Chrome (30 minutos) e uma chamada (10 minutos). Demorei, em média, cinco minutos para alternar entre os apps. Depois de tudo isso, a carga da bateria caiu de 100% para 42%.

Devo dizer que o Moto G5 suporta recarga rápida, mas o carregador que vem junto com o aparelho não oferece essa possibilidade. Com ele, gastei cerca de duas horas e meia para fazer a carga ir de 10% para 100%.

Moto G5

Conclusão

Não é o Moto G5 que vai trazer de volta a sedução que as primeiras gerações da linha tinham em termos de custo-benefício. Mas, para quem está buscando um smartphone que não ultrapassa a barreira dos R$ 1.000, o G5 é uma opção a se considerar: o aparelho tem preço oficial de R$ 999, mas já o encontrei com uns R$ 100 de desconto no varejo.

O modelo tem um tamanho de tela que não é grande e nem pequeno demais — quem quiser algo maior pode recorrer ao Moto G5 Plus, por exemplo —, além de entregar bom desempenho nas aplicações mais comuns e oferecer um conjunto consistente de recursos, incluindo o sensor de digitais.

Outro detalhe: o G5 só tem resistência a respingos d’água; nada de certificação IP67

Outro detalhe: o G5 só tem resistência a respingos d’água; nada de certificação IP67

Provavelmente, o maior problema aqui é mesmo a sensação de falta de novidade: em relação ao Moto G4, a gente observa apenas algumas poucas melhorias, tanto que, se você tem um aparelho de quarta geração, a migração para o Moto G5 não deve valer a pena. Se você tem um Moto G3 ou anterior e quer continuar com um Moto, dá para pensar no assunto, do contrário, creio que compensará mais esperar pelo sucessor.

Encontramos aqui aquele tipo de smartphone que cumpre o que promete, mas não tem nenhuma característica que, por si só, pesa na decisão de compra. Para não dizer que não há inovação, temos os gestos no sensor de digitais, mas eles não são imprescindíveis.

No resumo da ópera, o Moto G5 é um intermediário que leva bem a sério o conceito de… intermediário. E só.

Como comprar com desconto?

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Você pode utilizar a nova extensão do Tecnoblog para economizar alguns caraminguás na hora de trocar de aparelho. Ela tem um módulo Testador de Cupons que busca e aplica o maior desconto disponível na internet no seu carrinho de compras. É tudo automático, então qualquer um consegue utilizar, e é completamente grátis!

ta-caro

Outro recurso muito legal é histórico de preços. Quando você acessar a página de um smartphone, por ex, a gente já consegue te dizer se ele está com um preço legal. Esse recurso te ajuda a não cair em nenhuma "promoção", dessas que oferecem tudo pela "metade do dobro". Tenho certeza que vai ser muito útil em datas especiais, como na Black Friday.

Curtiu? Então clique aqui para instalar. ;)

Especificações técnicas

  • Bateria: 2.800 mAh;
  • Câmeras: 13 megapixels (traseira) e 5 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, Glonass, Bluetooth 4.2, USB 2.0, rádio FM;
  • Dimensões: 144,3 x 73 x 9,5 mm;
  • GPU: Adreno 505;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 128 GB;
  • Memória interna: 32 GB (24,6 GB disponíveis);
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 144,5 gramas;
  • Plataforma: Android 7.0 Nougat;
  • Processador: octa-core Snapdragon 430 de 1,4 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, luminosidade, impressões digitais;
  • Tela: IPS LCD de 5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels (441 ppi) e proteção Gorilla Glass 3.

Notas Individuais

Design
8
Tela
9
Câmera
8
Desempenho
8
Software
9
Bateria
8
Conectividade
8
  • Henrique Queirós

    Contras: Que tampa traseira chata de tirar

    amo essa simplicidade de vocês com certas coisas. A linha moto caiu no meu conceito, apesar de que uso um aparelho da Lenovo (Ulefone Power 10/10), a mesma não está sabendo lidar com a marca que adquiriu não, decepcionante em vários aspectos

    • Manoel Guedes

      Não sabia que Ulefone era da Lenovo…

      • Henrique Queirós

        Subsidiária… Tenho acompanhado os smarts da mesma… Muito bons

        • Jefferson Rodrigues

          Eu mandei um email perguntando como comprar uma bateria para o Ulefone e nem me responderam.

          • Henrique Queirós

            eu comprei no Aliexpress

          • Jefferson Rodrigues

            Bateria?

          • Henrique Queirós

            Ha, não, troquei o nome.
            Na verdade, tenho meu ulefone power a um tempinho e nem sei se a bateria é removível

          • Tiago Porto

            Te tarifaram na aduana?

          • Henrique Queirós

            Nope, 4 meses de espera

  • Fábio Nogueira

    Achei fantástica essa opção de deslizar o dedo pra direita/esquerda. Tomara que as outras fabricantes adotem, assim tiram o leitor de digitais da traseira e ganham espaço na tela sem os botões virtuais.

    • Trovalds

      A Samsung ia trazer uma espécie de leitor de digitais direto na tela. No caso, você literalmente colocaria a digital em qualquer lugar e o telefone destravaria. Mas a empresa que a Samsung adquiriu que detinha essa ideia não conseguiu colocar em prática a tempo pro lançamento do Galaxy S8. Provavelmente a ideia vá chegar em um próximo lançamento de flagship da empresa.

    • Diogo Nóbrega

      Sim, achei genial também. Queria testar na prática. Isso até deu uma justificativa pra colocar o leitor de digitais na frente, já que na minha mente, leitor de digitais só teria utilidade na parte de trás.

  • betacaroteno

    Naturalmente um aparelho pior que o Moto G4. Sei que não vão falar isso abertamente, por conta da relação institucional de um site de tecnologia e de uma marca. Mas essa é a verdade.

    • emersonalecrim

      Não, é um aparelho que evoluiu pouco. Se fosse pior, a gente falava. Não tem essa frescura aqui.

      • betacaroteno

        Vcs não estão errados. Tb tenho empresa e sei q tudo q pensamos nem sempre é conveniente expor, pelo bem das relações. Na prática, pra uso básico (email, navegar, redes sociais) qualquer intermediário atende, nem precisa comprar um flag-ship. Mas q foi um retrocesso, isso foi, por motivos comerciais da Lenovo, q jamais saberemos ao certo. É que nem carro…tira um acessório aqui e ali, pra reduzir custos.

        • emersonalecrim

          Olha, você pode não concordar com o que é exposto no texto. Isso é ok, não há problemas com opiniões divergentes. Mas sugerir que a gente “pegou leve” com um produto só para preservar as relações com uma marca é um grande desrespeito: trabalhamos duro aqui para oferecer conteúdo legítimo, relevante, útil. É isso o que nos sustenta.

          Muita gente acessa o Tecnoblog porque sabe que trabalhamos com seriedade. Não vamos abrir mão dessa relação de confiança, conquistada com tanto esforço, só para agradar empresas. Mantemos contato com diversas companhias, mas não nos vendemos. Mesmo num país como o Brasil é possível ser honesto, viu?

          Ponto de vista extremamente infeliz o seu.

          • Gabriel Antonio

            Tenho que concordar! Leio vários blogs de tecnologia, porém o tecnoblog é a primeira aba que abro! auheuahs

          • R0gério

            Tenho o TB como referência em reviews justamente por isso. Continuem com o bom trabalho, Emerson.

          • betacaroteno

            Emerson, acho q vc se ofendeu à toa (só vi sua resposta hoje, pois o disqus não avisa). Eu acesso o tecnoblog pelos motivos q vc cita – porque gosto das matérias tecnicamente falando. Mas jamais vcs verão aqui alguém sentar a lenha num produto, simplesmente porque isso não faz parte da linha editorial de vcs, diferente de um canal de youtube qualquer, por exemplo. Não é desmerecer o trabalho de vc. É conhecer o JORNALISMO há mais de 25 anos e saber como as coisas funcionam nos bastidores.

          • Anelise Oliveira

            Deus defenda a pessoa sempre tem que ter a última palavra
            IoI

          • Anelise Oliveira

            cla clap

      • ochateador

        Em comparação com um moto g2, você acha que o moto g5 justifica a mudança ?

        • emersonalecrim

          Sobre um G2, acho que vale, hein.

  • Islan Oliveira

    O negócio é que o G5 é o sucessor espiritual do G4 Play, o sucessor do G4 é o G5 Plus.

    • emersonalecrim

      Esse é um dos problemas de tantas opções na mesma linha. Fica uma confusão só. Nunca achei legal isso de versão “normal”, Play e Plus…

      • Por isso que sinto falta do Google, antes era muito fácil, E baixo-custo, G intermediário, X topo de linha, e isso um de cada, simples!!!

      • Islan Oliveira

        Eu também não, gostava mais da segmentação em linhas E, G e X.

  • Jonas S. Marques

    O Moto G4 custava 300 reais a mais do que custa o G5.
    Vendo por esse lado nem acho tão ruim o downgrade na câmera e no processamento, downgrades que nem são tão grandes.

    Pela faixa de preço é o melhor aparelho da categoria.

  • Trovalds

    Triste. De queridinho a “mais um intermediário”.

    • Diogo Nóbrega

      Triste pra Lenovo. Nós, consumidores, temos mais opções no mercado, então talvez seria um ponto positivo.

  • Diogo Nóbrega

    Não entendi o “Que tampa traseira chata de tirar” pesar com contra. Não é como se a tampa traseira fosse uma funcionalidade ou algo que fôssemos usar todo dia (a não ser pra quem curta trocar a cor da tampa, mas isso é bem supérfluo).

    Seria melhor ter colocado como contra: a falta de certificação IP67, configurações inferiores à geração inferior, até mesmo a questão da falta de novidades no aparelho. IMHO.

    Só pra constar: achei o aparelho meio feio, com toda essa carcaça “metálica” e essa bola na câmera. O Moto G4 ganha de lavada do G5 nesse quesito.

    • emersonalecrim

      Cara, embora eu não cite no texto, cheguei a machucar o dedo tentando tirar a tampa. Não é porque o componente não é movido com frequência que tem que ser uma tortura retirá-lo. Além disso, o próprio título já deixa claro que o produto tem poucas novidades. Portanto, dá para destacar outros pontos nas partes positivas e negativas. E a falta de certificação IP67 já vem desde a geração anterior. Se a perda desse recurso tivesse acontecido agora, eu certamente consideraria destacar isso desde o início.

      • Diogo Nóbrega

        Entendo. Só não achei que fosse um ponto tão importante assim pra ser destacado como “contra”.

      • Lilian Nascimento

        Importante lembrar também que a bateria vem fora do aparelho na caixa, te obrigando a tirar a tampa assim que o pega pela primeira vez além de todas as vezes que precisar trocar o chip então eu acredito que sim, é um ponto negativo.

        • John, The Bohemian

          Quando comprei, o vendedor teve que colocar a bateria, porque quase arranco um pedaço do dedo pra tirar a tampa rsrsrs

      • Alex Nunes

        A7 2017 ou g5 plus na sua opiniao

  • Eu chuto que a linha Moto sobrevive do trauma que a gente tem dos Samsung intermediários (faixa de $1000) e falta de força de LG/Sony no mesmo ramo.
    Por mais que a gente conheça marcas melhores, pro mercado que vende mesmo (consumidores comprando nas casas Bahia) o que aparece é isso.
    Mas até quando? Até a chegada da Nokia?

  • Guilherme Moreira

    BOA MATÉRIA! 👏
    Comprei o G5 sabendo muito bem o que tinha de bom e de pouco. Estou muito satisfeito, principalmente no bolso. Se eu quiser coisa melhor, não vou ficar de mimimi, vou na loja e compro algo melhor. Saudações!!!

    • Guilherme Polonca

      estou com medo da bateria… ela dura bem ou faz feio?

  • Nathan

    Que coisa triste, design pouco inspirado (parece que esse celular veio de 2007).
    Devolvam a nossa Motorola

  • Renan Rufino

    Tô pensando seriamente em comprar o G5 Plus pra trocar meu iPhone 5S. Alguém recomenda ??

    PS: Sem mimimi Apple x Android, blá blá blá, a gente é Heavy User

    • ochateador

      Eu recomendaria ir em uma loja e testar antes.
      Se conseguir achar algum conhecido com um moto g4 (plus ou não) para poder mexer, é uma boa idéia.

      Mas se quiser se manter na apple com um celular igual o 5S, veja o iphone SE.

      • Renan Rufino

        Siiim, fiz isso nas olimpíadas com o Moto G4 plus e gostei bastante mas esse uso na loja não é o mesmo que o uso diário. No dia a dia que você sente os detalhes que fazem falta.

    • o 5S tem tela muito pequena e e nem consigo mexer mais em um hahah
      Se quiser economia, o G5 é uma ótima escolha pra substituir o 5S. Só tenha em mente que a câmera é pior no G5, em compensação a bateria é infinitamente melhor no G5 (dois pontos que eu acho importantes em um celular atual).

      Acredito que vc use pouco a Siri, então o Google Now vai te suprir bem. É só acostumar com o novo sistema e tá tudo ok.
      Minha mãe, com pouco conhecimento em smartphones, se vira bem no uso diário de um Moto G4 Play e não reclama de travamentos. Eu com meu Moto X Play (de 2015) também tou feliz com o sistema atual (e estou no Android 6 ainda). O único problema de travamento que tive, em dois anos, foi ao conectar por bluetooth ao rádio de um único carro de um amigo, um Honda Civic 2001. Todos outros (Civic mais novo, Fords, GM) funcionam ok.

      Seu foco em celulares é qual? O meu é a memória do aparelho suportar vários programas rodando (ok, nem tanto, Deezer, whats, telegram, Facebook Lite, Twitter, Messenger, etc..), com a bateria suportando um dia inteiro com 3G/4G e ligações por voz, abertura sem lentidão de apps ocasionais de notas e leitura, e a câmera fazer fotos decentes mesmo à noite, e pra isso a linha Moto atual é ótima.

      • Renan Rufino

        Meu uso é parecido e digo até que uso muito pouco a internet no mobile. Queria mesmo uma tela maior pra poder ver netflix ou filmes offline (e de quebra ter um SD pra isso ) e ter um aparelho que não trava já tá ótimo. Meu maior uso é Podcast/Spotify e atender/responder as pessoas que mandam mensagem. As vezes só que to com um vicio novo e to jogando (e geralmente é offline).

        A bateria é umas das coisas que mais me chama atenção, isso é O diferencial. E meu único medo é do Android/Linha Moto não continuar fluido quanto como é com um iPhone depois de 2/3 anos de uso.

  • O verso do inverso

    Cilada Bino.

  • Impressão minha ou a bateria é removível?

    • ochateador

      Removível mesmo, pois tem que tirar ela para colocar o chip.

  • Thiago Pereira De Moraes

    Em relação a segurança do aparelho,o botão lateral que ajuda a bloquear , se tiver algum apps em uso ,faz com que a função bloquear não funcione,basta deslizar o dedo na tela que tudo fica exposto para qqr pessoa vê.
    Por favor conserta isso ,
    Aí então farei uma boa propaganda do moto g5.

    • Renan Rufino

      Como assim ? Tipo, ler as mensagens que chegam na tela bloqueada ?

      • Thiago Pereira De Moraes

        Sim, como se a função bloquear nem existisse, assim fica fácil acessar o conteúdo do aparelho.
        Dica :poderia ter a opção ocultar aplicativo pois nem uso todos que estão no aparelho

        Em 3 de abr de 2017 11:37 AM, “Disqus” escreveu:

        • Renan Rufino

          Cara, meu iPhone também faz isso. Isso não é uma questão de notificação?

          Você tem que ir em notificações e dizer quais app’s não devem aparecer na tela bloqueada. No iOS é assim, pelo menos.

          • Rafael Rocha

            Também tem como fazer isso no Android. Pode-se mostrar a notificação toda, só um aviso de que há notificações do app específico ou não mostrar nada. Se não me engano, isso é definido especificamente em cada app.

  • Rafael Rocha

    Não é bonito como o Moto X 2014, mas gostei bastante do visual. E também achei ótima a idéia de poder controlar funções no leitor de digitais, dispensando os botões do sistema.

  • John, The Bohemian

    Tenho um e estou gostando. Para o tipo de uso que eu faço, funciona muito bem. Sem travamentos nem engasgos. Mesmo com os preços de hoje, o custo-benefício dele é praticamente imbatível.

  • Tablis Costa Junior

    No fim a saida do g5 , acaba valendo mais a pena agora pegar um g4 ou g4 plus, q o preço baixou então?

  • Caio Soares

    Saudade dos speakers só G3? Mas o som de mídia dele saía só pelo speaker de baixo! O G2 sim era estéreo.

    Uma comparação entre Moto G5 e Moto G Turbo seria interessante.

  • Nara

    O meu moto G5 dourado tem um chiado, e volume muito baixo…..é o meu ou todos são assim, desde novo foi assim tem + ou – um mês de uso

  • Marcus Vicente

    Aos que já manusearam o G5 e o G5 Plus: A diferença na bateria e câmera é mt grande entre um e outro que valha a diferença de preço?

  • Cinthia Rosa

    Socorro! O meu MotoG5 Não baixa Netflix. Aparece “incompatível”, alguma sugestão ?