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DJI Mavic Mini: parece de brinquedo, mas não é [atualizado]

Ele é absurdamente leve, mas isso faz o drone não curtir ventos

André Fogaça Por

O Mavic Mini é a resposta da DJI pra quem tem algum receio de voar um drone, que precisa ser registrado em alguma agência reguladora, como é o caso da Anac aqui no Brasil. Ele é fica um grama abaixo do regulamento de alguns países que diz que qualquer drone acima de 250 gramas precisa de registro – não no Brasil.

Com isso, ele é o mais leve drone dobrável do mundo e tem alguns recursos de seus irmãos maiores e mais completos, mas custando bem menos. Será que vale a pena? Vem comigo que eu te explico nos próximos parágrafos.

Análise do Mavic Mini em vídeo

Design e acabamento

Se tem uma coisa que chama atenção neste drone, é o tamanho dele. Dá para colocar um smartphone por cima, com o drone dobrado e todo corpo fica escondido abaixo do celular. Além do tamanho diminuto, o peso é o mesmo da bateria dos Mavic 2, que eu já comentei aqui no Tecnoblog.

Celular por cima do drone

O corpo é de plástico mais claro, com um alerta que deixa claro que ele tem 249 gramas. O acabamento não é tão robusto como nos Mavic 2, mas é fácil aceitar este detalhe por aqui pelo peso bem menor e por conta do valor que custa um Mavic Mini. Ele é um dos modelos de entrada, o que fica explícito na ausência que realmente me incomodou: sensores.

Sensores do DJI Mavic Mini ficam na parte inferior

Únicos sensores são as duas bolinhas no lado oposto de onde fica a câmera

Enquanto os Mavic 2 contam com sensores por cima, por baixo, na frente, atrás e um em cada lado, o Mavic Mini tem só um e ele é o que fica apontado baixo, que serve para mapear ambientes internos e para entender quando está próximo do solo…ou da sua mão. Isso significa que por mais que este drone seja focado em um público mais informal, que quer brincar e não criar algo profissional, o voo é menos seguro. E isso acontece justamente para quem ele deveria ser mais seguro.

dji mavic mini combo fly more

O combo Fly more vem com este case que coloca tudo junto: o pacote com mais baterias, carregador delas, controle e o próprio drone. Dá para usar o pacote carregador das baterias como uma powerbank, mas se você fizer isso vai criar uma das mais caras powerbanks que existe no mercado. A única utilidade real é de carregar o controle enquanto você recarrega as baterias, tudo em uma só tomada da parede.

dji mavic mini baterias

Recursos e modos de voo

Antes de falar sobre a qualidade de imagens, vale ressaltar que o controle do Mavic Mini é diferente dos Mavic 2. No lugar de usar uma tecnologia própria da DJI para conversa entre o drone e o controle, por aqui é o Wi-Fi mesmo e isso significa que o alcance é bem menor, por mais que a DJI afirme que este é um Wi-Fi com esteroides.

Eu não consegui passar de 600 metros sem algum soluço na imagem, margem que o Mavic 2 passou e foi para quase dois quilômetros sem problemas, mesmo no meio da cidade de São Paulo e isso significa interferência vindo de todos os lados.

dji mavic mini vento forte

Comparando agora com o Spark, que é um drone mais limitado, o Mavic Mini tem vários pontos positivos. O primeiro é o gimbal, que gira em três eixos e não em dois, o que faz os ventos fortes não atrapalharem tanto a filmagem. Como ele é muito leve, ventos costumam empurrar com facilidade o pequeno drone, então é bom ficar atento para os alertas de ventos fortes e diminuir a altitude.

Eu quase que perdi o Mavic Mini deste review por isso. Ele não conseguia voltar pro ponto de decolagem e começou a pousar sozinho, mesmo com bastante bateria – mais do que o suficiente para voltar os 200 e tantos metros que tava de distância.

Outro ponto positivo, além da leveza e do tamanho diminuto do drone, é a qualidade de imagem. Ela é claramente superior ao Spark, mas fica um degrau abaixo do que conseguem os Mavic 2, até mesmo o Mavic Pro, de primeira geração. Ok, estamos com um drone extremamente leve e mais barato, é perfeitamente aceitável ter um pulo atrás neste quesito.

Imagens registradas com boas condições de luz são ótimas, mas com alguma dificuldade na hora de trabalhar com mais contraste. Este problema fica claro em tomadas de Paranapiacaba, quando eu voei o pequeno drone em um céu com nuvens, tudo em um branco forte, neblina e o contraste com as árvores do morro deixou o resultado um pouco abaixo do esperado.

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Contraste pode ficar feio

É só ajustar o ângulo da câmera, tirar a distância de contraste que está gritando e pronto. O resultado volta a ficar bom, com um plus se você souber fazer um bom trabalho na pós – e isso vale até mesmo para os drones mais caros da marca chinesa.

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Em Santos, já com sol e pouco estouro de branco, a situação ficou ainda melhor e com resultados que deixam as filmagens bem próximas do que eu consegui com os Mavic 2 no ano anterior. Ah, sim, a câmera do Mavic Mini pode fazer vídeos em Full HD com taxas de quadro marcadas em 25, 30, 50 ou 60 quadros por segundo, ou então 2,7k com 25 ou 30 fps. A taxa máxima do vídeo é de 40 Mbps.

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Para fotos o resultado foi literalmente o mesmo dos vídeos, com as mesmas variações de contraste que notei. A resolução é de 12 megapixels e a abertura da lente é de f/2,8.

Se na qualidade das imagens a economia foi baixa, nos modos de voo foi generosa. Ele tem um modo de cena, mas apenas com quatro opções: Dronie, Foguete, Órbita e Hélice. O Dronie faz o drone andar de costas e em um ângulo de uns 45 graus do objeto selecionado, o Foguete vai para cima e em 90 graus, o Órbita gira em uma posição fixa ao redor do objeto e o Hélice faz a mesma coisa, só que aumentando o raio do giro aos poucos.

dji mavic mini modos de cena

Estes modos são focados para quem não manja muito dos paranauês dos drones, público deste drone. Por conta disso a DJI poderia colocar mais modos, como o que segue o objeto selecionado e que está presente no Mavic 2. Um detalhe que pode atrapalhar estes modos é a ausência dos sensores, como disse parágrafos acima. Sem eles, você precisa saber exatamente como está o caminho que a aeronave fará, já que se ela seguir em direção de uma parede, não vai parar. Até vai, mas não como você gostaria e certamente não voará mais uma vez.

Por fim, a bateria é bem pequena, mas mesmo assim a autonomia não é das piores. Ela é de 2.400 mAh e a DJI promete até 30 minutos de voo, andando em 14 km/h e sem ventos. Este cenário basicamente não existe, os ventos estão pra todo lado e isso diminui a autonomia. Nos meus testes eu consegui chegar em mais ou menos 21 minutos de voo por carga, valor muito bacana e que permite a brincadeira por algum tempo.

Vale a pena?

dji mavic mini fim

Mesmo sendo um drone mais de brinquedo, dá para fazer algo extra com o Mavic Mini. A qualidade de imagem é muito boa para um produto de entrada e o peso de 249 gramas te garante um voo sem problemas com algumas agências reguladoras – ao menos por enquanto. No Brasil ele precisa ser registrado, por conta do peso máximo de decolagem.

O que mais me preocupa é a falta de sensores, principalmente quando você lembra que este drone é feito pra iniciantes. Ter ajuda no voo é muito importante para qualquer um, mas para quem não tem experiência com este tipo de produto é ainda mais importante. Remover sensores faz uma matemática interessante ao reduzir consideravelmente o custo e o peso da aeronave, então é um ponto que você precisa ter em mente.

O Mavic Mini foi lançado por US$ 399, que pode parecer caro, mas a linha Mavic 2 começa em US$ 1.729 e isso faz dele um drone 4,3 vezes mais caro do que o Mavic Mini. Se você quer apenas um drone de entrada, que não é dobrável e tem alguns recursos extras, dá para pensar no Spark, que é uma ótima opção com mais funções para quem quer só brincar, mas que perde por ter gimbal em só dois eixos. O Mavic Mini é um passo além, focando na qualidade de filmagem e fotografia.

No Brasil o preço de lançamento do Mavic Mini é de a partir de R$ 4.049 e não há um valor oficial pros Mavic 2, mas eles são encontrados no mercado por preços que começam em algo perto dos R$ 9 mil. A diferença de valores fica menor, mas o Mavic Mini ainda fica 2,2 vezes mais barato do que o primeiro passo dos Mavic 2.

Atualização em 21/2 às 19h53: O Tecnoblog apurou que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) entende que qualquer drone é catalogado por Peso Máximo de Decolagem e o Mavic Mini, com a proteção das hélices, decola com 295,2 gramas e entra na Classe 3 de drones. Por conta disso, mesmo com o alerta de 249 gramas, ele precisa ser registrado no site da agência. O texto original foi editado com a correção.

Especificações técnicas

  • Conectividade: Wi-Fi otimizado
  • Bateria: 2.400 mAh e autonomia de até 30 minutos
  • Posicionamento: GPS, GLONASS e sensor visual na parte inferior (alcance de até 10 metros)
  • Dimensões
    • Dobrado: 140 x 82 x 57 mm (comprimento, largura e altura)
    • Não dobrado: 245 x 290 x 55 mm (comprimento, largura e altura)
  • Peso: 249 g

Comentários da Comunidade

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@Comentador

4 mil Bozos kkkkkkkk

Junior Max (@JuniorMax)

Uma sugestão aos autores de matérias sobre drone, seria pesquisar a legislação, que nesse caso se refere ao peso máximo de decolagem e não ao peso do equipamento, o que define o Mavic Mini como um equipamento que precisa do registro.

Só pra não difundir informação errada. Sim, eu sei que a DJI disse que pode, mas ela está errada, tanto no Brasil quanto nos USA a legislação diz peso máximo de decolagem.

O pessoal que for comprar, fiquem atento a isso, você pode ter problemas com as autoridades.

André Fogaça (@fogaca)

Não procede, já que a proteção é vendida separadamente.
É um acessório, não um item de série e é por isso que ele não aparece em nenhuma foto ou vídeo deste review. Segundo a própria ANAC: “Somente os equipamentos com peso máximo de decolagem acima de 250g precisam ser cadastrados na ANAC por meio do Sistema de Aerona- ves não Tripuladas (SISANT)”.

Você pode conferir a regra no site da Anac, aqui: https://www.anac.gov.br/assuntos/paginas-tematicas/drones/orientacoes_para_usuarios.pdf

André Fogaça (@fogaca)

Olá Junior! Obrigado pelo comentário, mas eu fiz sim a pesquisa prévia para a matéria. Reproduzo aqui o trecho da ANAC: " Somente os equipamentos com peso máximo de decolagem acima de 250g precisam ser cadastrados na ANAC por meio do Sistema de Aerona- ves não Tripuladas (SISANT)" A fonte está aqui, recomendo que confira: https://www.anac.gov.br/assuntos/paginas-tematicas/drones/orientacoes_para_usuarios.pdf

André Fogaça (@fogaca)

Minha comparação foi com os Mavic 2 por conta do Mavic Mini ser o “Mavic de entrada”, entende? No final eu comparo ele com o Spark sim.

André Fogaça (@fogaca)

Eu aposto fortemente que este drone decola com muito mais peso do que o extra da proteção, que nem vem de série…é um acessório comprado separadamente. Seria a mesma coisa que falar “você consegue erguer 100 quilos, então seu peso no registro do médico é a balança+100 quilos”. O produto vem sem a proteção e realmente não é recomendável voar sem, mas eu fiz o review com isso em mente: a proteção é extra, acessório. Neste caso a Anac não obriga o registro, por estar 1 grama abaixo da regulamentação.

Junior Max (@JuniorMax)

@fogaca Acho que você está equivocado em relação a legislação.

Então… como o colega @dmantovi explicou no comentário, o PMD ou Peso Máximo de Decolagem não se refere ao peso da aeronave. O que ele se refere é quanto de peso máximo que o drone decola e faz um voo seguro, não importa se naquela hora ele está ou não carregando esse peso, se o seu drone pesa 50g (só um exemplo exagerado) mas seus motores conseguem decolar com um peso acima dos 250g ele terá que ser registrado.

Vou colocar um post aqui do Coronel do DECEA.
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Então, de novo eu insisto, a informação colocada em seu post está equivocada, está tudo no RBAC-E 94 no site do DECEA. Eu sei, é chato mas são as regras de voo, agora, se vão fiscalizar é outra história, mas não tem como fugir. E isso porque você ainda não viu as regras para drones com PMD acima de 25Kg, que até transponder tem que ter, e com razão.

E é isso mesmo, na aviação você calcula o peso de tudo que vai voar na aeronave, respeitando seu PMD.

Em uma explicação rápida: Se você comprar um avião que tem um PMD de 500kg (só um exemplo pra facilitar), você tem que calcular o peso da aeronave vazia, mais o combustível que é medido em kilos, peso das pessoas, bagagens, etc. Se esse peso ultrapassar os 500kg, você vai ter que deixar alguma coisa pra aliviar o peso. Mas você pode tranquilamente voar com 200kg, mas sua aeronave ainda vai ser classificado como PMD 500kg, independente se você voar lotado ou não.

Na aviação o princípio é mesmo, só que você inclui o PMA (Peso Máximo de Aterrissagem).

Junior Max (@JuniorMax)

@Hugo_do_Prado existe sim a informação.

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Só que como disse em um comentário acima, ela está errada por parte da DJI. Tanto que a própria DJI não colocou na conta o protetor de hélice.

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Junior Max (@JuniorMax)

recomendo esse vídeo

Junior Max (@JuniorMax)

@Hugo_do_Prado entendo o seu ponto de vista, mas minha crítica, assim como a dos colegas aqui comentando (acredito eu), seja para tentar construir um post melhor e sem dúvidas em relação ao regulamento.

Quem já é da área da aviação a regra é muito clara e não deixa dúvidas, mas entendo que as vezes as regras da aviação são um tanto quanto confusas para quem está entrando nela agora, mas o fato é que elas existem e precisam ser seguidas. E na aviação as regras são feitas priorizando a segurança.

A legislação americana entende da mesma forma:
(What category of UAS is covered by the registration requirement?
UAS that weigh under 55 pounds and above 250 grams maximum takeoff weight MTW, and are operated outdoors in the NAS ), FAA.

E me parece que na união europeia eles entendem da mesma forma, mas nesse caso não posso afirmar porque não conheço as regras de lá.

Geralmente, na aviação, o Brasil tende a seguir regras internacionais tentando adaptar a realidade do nosso país.

Vou colocar aqui, trechos da conversa com o Coronel do DECEA daquele vídeo que recomendei para todos analisarem.
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Quem é entusiasta da aviação, trabalha na área, de alguma forma é envolvida com a aviação, vai entender dessa forma. Nós procuramos esclarecer ao máximo como, nesse caso, as regras se aplicam.

Em minha opinião, a matéria aqui publicada leva um consumidor leigo de drone ao erro, sendo que ele pode ter complicações criminais por causa disso, só procurar na internet sobre o caso do drone voando na cabeceira da pista do aeroporto de Congonhas, assim como quem solta balões, e assim por diante.

Tento dar minha contribuição, assim como a de muitos colegas aqui no tecnoblog que já sanaram dúvidas que eu não entendia.

Junior Max (@JuniorMax)

Só lembrando que minha crítica é quanto a informação equivocada da matéria, e não se o comprador do drone vai seguir as regras ou não.

Thiago Mobilon (@mobilon)

Oi pessoal, tudo bem?

Obrigado a todos pelas informações. Para evitar qualquer confusão adicional, entramos em contato com a DJI e a Anac. Estamos aguardando a resposta de ambos, para então atualizar o post e soltar uma errata, caso seja necessário.

A confusão é na interpretação da regulamentação da Anac, que é diferente de outros países. Então pra não restarem dúvidas, vamos aguardar a resposta deles, ok?

Junior Max (@JuniorMax)

Vou tentar…

O PMD, ou Peso Máximo de Decolagem, não é o peso do drone, e quem decide isso é quem fabrica o Drone, no caso a DJI, foi onde ela errou. Porque o PMD se refere o quanto de carga máxima seu drone pode decolar e fazer um voo seguro. Ou seja, seu eu fabrico um drone e testo que os motores tem um limite de peso em voo de até 1Kg por exemplo, seu PMD vai ser 1Kg, mesmo que na hora do voo ele esteja com 100g, o PMD dele não vai mudar, vai ser de 1Kg.

Não, o policial não vai pesar o Drone, ele simplesmente vai ver que nas regras dos drones o Mavic Mini se enquadra na Classe 3 de drone e vai pedir todos os documentos e certificados de registro, bem como o seguro daquele voo. E se você não portar toda a documentação você será notificado/autuado. Assim como o rapaz do canal Drone Modelismo que relata em um de seus vídeos, que foi parado pela polícia, mas ele tinha toda documentação e foi liberado.

André Fogaça (@fogaca)

A DJI já mandou resposta, estamos esperando apenas a Anac.

André Fogaça (@fogaca)

Pronto, a Anac nos respondeu.
A DJI não afirma diretamente que no Brasil o drone pode voar sem registro, ela diz que o Mavic Minin é “o primeiro drone da DJI a pesar 249 gramas pronto para decolagem, incluindo acessórios como cartão de memória, hélices e baterias. Essa categoria é considerada segura por reguladores da aviação em vários locais do mundo. É importante lembrar que a adição de outros acessórios é de responsabilidade do usuário e pode fazer com que o peso do drone ultrapasse os 250 gramas. A DJI reforça que seus consumidores devem sempre se informar sobre as leis e regulamentações do seu país antes de voar.”
Já a Anac nos disse que a regra leva em consideração todo o peso que o drone pode levantar, mesmo que ele nunca levante isso em momento algum. O peso de cada lado da proteção das hélices é de 23,1 gramas, então multiplicando isso por dois e adicionando os 249 gramas, o Mavic Mini pode levantar 295,2 gramas sem qualquer problema (certamente ele decola com mais do que isso, já que o motor precisa compensar o vento). Este peso é o Peso Máximo de Decolagem para a Anac, mesmo que o usuário nunca compre a proteção e o drone nunca decole com mais do que 249 gramas (que já envolve o peso do drone, da bateria e de um cartão microSD).
Neste caso, sim, o registro é obrigatório para o Mavic Mini, que é classificado no grupo 3 da Anac (que começa com o peso máximo de decolagem em 250 gramas e vai até 25 quilos).

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