Desde o desenvolvimento dos primeiros conceitos e protótipos do armazenamento em micro-holografia em 2006, sua principal característica era o alto poder de armazenamento. Em 2009 a General Electric apresentou um disco desse tipo que conseguia conter até 500 GB de dados. Mas o tempo de gravação ainda era alto demais, em comparação com as atuais mídias.

Protótipo de disco holográfico é testado | Crédito: General Electric

Ontem a empresa anunciou que conseguiu evoluir nesse fator. Além de armazenar os mesmos 500 GB em um disco do tamanho de um CD comum, a velocidade de gravação de dados já está comparável às de discos Blu-ray. Outro novo desenvolvimento foi na parte da leitura dos discos holográficos. A GE pretende fazer com que leitores de micro holografias sejam capazes também de ler CDs, DVDs e Blu-rays.

Ainda há, no entanto, componentes da tecnologia que precisam ser melhorados antes de torná-la uma opção comercial viável, como a sensibilidade do material e a reflexibilidade da holografia. Mas a GE garante que seus pesquisadores estão no passo certo e que nos próximos meses vão oferecer protótipos para fabricantes e empresas de mídia testarem.

Saiba mais detalhes desse novo desenvolvimento no blog da GE.

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Rafael Silva

Rafael Silva

Ex-autor

Rafael Silva estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Como redator, produziu textos sobre smartphones, games, notícias e tecnologia, além de participar dos primeiros podcasts do Tecnoblog. Foi redator no B9 e atualmente é analista de redes sociais no Greenpeace, onde desenvolve estratégias de engajamento, produz roteiros e apresenta o podcast “As Árvores Somos Nozes”.

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