Google Classroom ganha novidades para melhorar salas de aula virtuais

Felipe Ventura
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• Atualizado há 1 mês
Google Classroom

Este ano, o Google Classroom ficou mais interessante porque qualquer pessoa pode usá-lo para criar salas de aula virtuais. Você adiciona seus alunos, anexa arquivos e elabora tarefas em um local mais organizado que um grupo do Facebook, por exemplo.

A ferramenta atingiu um marco: desde seu lançamento há três anos, alunos já entregaram mais de um bilhão de tarefas. Para celebrar, o Google anunciou diversas atualizações para o Classroom.

Agora o professor pode acessar uma página dedicada para cada aluno e acompanhar seu progresso. Ela mostra o status de cada tarefa (entregue, parcial ou pendente) e permite ver quem está deixando de entregá-las.

Ficou mais fácil transferir uma turma para outro professor, em vez de recriá-la: o novo proprietário terá uma visão completa dos trabalhos anteriores, e poderá controlar os recursos armazenados no Google Drive.

Além disso, o professor também pode dar nota com pontos decimais:

Alunos e professores podem reorganizar as turmas da forma que quiserem, já que cada pessoa dá prioridade diferente a assuntos diferentes:

Há outras novidades também, como importar a nota de testes feitos no Google Forms; e aproveitar a integração do Classroom com mais parceiros educacionais — Quizizz, Edcite, Kami e Code.org.

O Classroom é aberto para qualquer usuário e não exige apps adicionais — tudo funciona a partir da web — mas o Google avisa que escolas “precisam se inscrever em uma conta gratuita do G Suite for Education”.

Com informações: Google, VentureBeat.

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Felipe Ventura

Felipe Ventura

Ex-editor

Felipe Ventura fez graduação em Economia pela FEA-USP, e trabalha com jornalismo desde 2009. No Tecnoblog, atuou entre 2017 e 2023 como editor de notícias, ajudando a cobrir os principais fatos de tecnologia. Sua paixão pela comunicação começou em um estágio na editora Axel Springer na Alemanha. Foi repórter e editor-assistente no Gizmodo Brasil.

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