Quanto você pagaria a mais para ouvir músicas Hi-Fi no Spotify?

Paulo Higa
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• Atualizado há 1 mês
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Você pagaria o dobro do preço para ouvir músicas de alta fidelidade no Spotify? O serviço de streaming começou a testar um recurso chamado Spotify Hi-Fi com um pequeno grupo de usuários, para concorrer com opções como o Tidal. A novidade acrescenta músicas com “qualidade de CD” e outros benefícios para quem pagar um valor adicional na assinatura.

Nem o preço e nem as vantagens do Spotify Hi-Fi estão definidas. O serviço parece estar fazendo testes de “aceitação” com vários usuários. O The Verge publicou uma oferta que inclui música de alta fidelidade por US$ 10 a mais por mês — basicamente dobrando o valor da assinatura, que é de US$ 9,99 nos Estados Unidos.

Mas outro usuário recebeu uma oferta diferente: por apenas US$ 5 a mais por mês, ele ganharia, além das músicas sem perda de qualidade, um vinil gratuitamente e descontos na compra de vinis de edição limitada. Parece bem mais interessante, mas essa oferta provavelmente ficaria restrita a poucos mercados, se realmente for a opção escolhida pelo Spotify. Outro preço que está sendo testado é o de US$ 7,50.

Um plano mais caro pode ser uma trégua para o Spotify, que sangra dinheiro a cada ano e ainda não conseguiu lucrar, mesmo depois de mais de 10 anos de operação. O grande problema do Spotify é que, quando o número de usuários aumenta, os gastos com royalties de músicas crescem numa proporção ainda maior, piorando o rombo da empresa.

Oficialmente, o Spotify diz que “sempre está testando novos produtos e ofertas”, mas que ainda não está revelando detalhes do Spotify Hi-Fi. Quanto você pagaria a mais para ouvir músicas lossless por streaming?

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Paulo Higa

Paulo Higa

Ex-editor executivo

Paulo Higa é jornalista com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. No Tecnoblog, atuou como editor-executivo e head de operações entre 2012 e 2023. Viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. Foi coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

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