Como funciona o Google Fit

Com uma interface amigável, o Google Fit funciona para as pessoas que querem colocar em prática os exercícios diários

Ricardo Syozi
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Há muitos aplicativos que prometem ser um tipo de coach para dar aquela força nos exercícios físicos da galera. Ter uma vida mais saudável com a loucura do dia a dia não é fácil. É com essa premissa que o Google Fit promete funcionar tanto para usuários casuais quanto para os mais hardcore. Nas linhas abaixo você vai conferir mais sobre o app, suas características e recursos.

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O Google Fit está disponível para Android e iOS (Imagem: Divulgação)

Feito para monitorar exercícios físicos, atividades diárias e auxiliar em uma vida mais saudável, o Google Fit pode ser acessado pela maioria de celulares e smartwatches. Com seu uso, a pessoa pode criar objetivos e ter acesso a dicas e sugestões para se manter ativa.

Toda atividade é registrada tanto de forma manual quanto automática pelo app, trazendo informações para um melhor desenvolvimento do praticante. Além disso, é possível fazer uso de um diário para acompanhamento pessoal, o que pode ajudar na hora da cobrança e planejamento.

De caminhada à natação, o Google Fit funciona usando o movimento como principal ferramenta para coletar dados do indivíduo. Apresentando números reais baseados em suas necessidades e feitos. Tudo o que é preciso é ativar o app e mantê-lo junto ao corpo, seja pelo celular ou pelo relógio, durante as atividades físicas.

E o melhor: é fácil de usar.

Os principais recursos do Google Fit

É claro que para oferecer as opções de uso para a pessoa, é necessário ter recursos prontos dentro do app. Nesse caso, o Google Fit não faz feio. Há seis alternativas pré-instaladas que podem e devem ser utilizadas pelo indivíduo, pois dessa maneira as chances de melhorar o desempenho aumentam. Confira:

Atividades

Aqui é possível definir metas diárias e semanais para uma quantidade de passos. Com isso, o app apresenta dados como gasto de energia, distância percorrida, minutos em movimento e a velocidade alcançada. Vale destacar os “pontos cardio”, um sistema de pontuação para criar uma gamificação dos exercícios e animar o usuário. Isso é fruto de uma parceria com a World Health Organization (Organização Mundial da Saúde).

Medidas corporais

Sem muito segredo, essa ferramenta pede para o indivíduo adicionar manualmente o seu peso, altura e gordura corporal. Isso serve para fazer um acompanhamento frequente de seu estado físico.

Sinais vitais

Esse recurso do Google Fit funciona através de outros apps de saúde e fitness como o Heart Care. Ele foca em informações sobre a frequência cardíaca, pressão arterial, glicemia, temperatura corporal e até saturação do oxigênio.

Nutrição

Para acompanhar os dados de calorias consumidas e hidratação, é possível adicionar tudo manualmente, mas acaba não funcionando tao bem. Sendo assim, o Google Fit pede para a pessoa fazer uso de aplicativos externos como o Lose It. Com isso, fica mais fácil acompanhar a alimentação diária.

Sono

Com essa ferramenta, o usuário pode adicionar manualmente a duração de seu sono diário e até criar uma programação da hora de dormir. Além disso, esse recurso oferece artigos da American Academy of Sleep Medicine (AASM) para tirar dúvidas sobre o assunto. Por último, vale lembrar do ruído branco e como ele afeta seu sono, pois dormir bem faz é essencial para uma vida saudável.

Monitoramento de ciclo

Aqui, a pessoa pode adicionar de maneira manual informações sobre o período menstrual como data e nível do fluxo.

Como configurar o aplicativo

O Google Fit pode ser baixado tanto na Play Store quanto na App Store. Toda a parte de configuração e personalização funciona de uma forma simples e direta. Assim, usuários casuais acabam tendo pouca dificuldade em preparar tudo para o uso diário.

No menu inicial (indicado pelo botão no canto inferior esquerdo), a pessoa pode apertar o botão “+” para adicionar suas informações pessoais como pressão arterial e peso. Em seguida, é só adicionar as atividades que deseja fazer.

Já na parte de perfil (indicado pelo botão no canto inferior direito), a meta de atividade, programação da hora de dormir e dados pessoais podem ser conferidos e editados.

A partir daí, basta acompanhar o enorme círculo na tela inicial que representa os passos dados, os pontos cardio adquiridos, calorias, quilometragem, metas e a movimentação por minuto.

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Duas das telas mais relevantes do Google Fit (Imagem: Tecnoblog / Ricardo Syozi)

Por último, separei uma lista de aplicativos que podem ser integrados ao Google Fit para melhorar o desempenho como um todo:

Venho usando o Google Fit há cerca de um ano. Como o meu foco é a caminhada, acabo utilizando o mínimo dos recursos, prestando uma maior atenção na distância percorrida e nas calorias queimadas. Até agora, a minha experiência tem sido agradável, sem nenhum tipo de percalço com o app.

Acredita que o Google Fit pode funcionar para você? Quais são seus objetivos com o app? Não deixe de participar da comunidade do Tecnoblog!

Ricardo Syozi

Repórter

Ricardo Syozi é jornalista apaixonado por tecnologia e especializado em games atuais e retrôs. Já escreveu para veículos como Nintendo World, WarpZone, MSN Jogos, Editora Europa e VGDB. Possui ampla experiência na cobertura de eventos, entrevistas, análises e produção de conteúdos no geral. Entrou para o Tecnoblog em 2021.

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