Sua bunda, sua identidade
Japoneses inventam sistema de biometria baseado no perfil da bunda do usuário.
Devido à semana do Natal, quase que essa nos passa em branco. Então eu peço a sua licença para avisar que, na semana passada, um grupo de pesquisadores japoneses mostrou pela primeira vez uma forma diferente de autenticação. Em vez de rosto ou impressões digitais, eles apostam no uso da nádega para autorizar o uso de veículo automotor.
Os pesquisadores de um instituto tecnológico de Tóquio criaram um dispositivo com 360 sensores que deve se posicionar acima do banco do motorista, bem onde o indivíduo acomoda a poupança. Indicadores como pressão exercida sobre os sensores e a área de contato servem para determinar a identidade do sujeito e, assim, gravar sua identificação única no banco de dados.
O passo seguinte é atrelar a partida do veículo ao bumbum daquele que se dispõe a dirigir o carro. Senta, aguarda, verifica se o sistema reconheceu a bunda. Assim temos uma nova ideia para aplicar a biometra diferente de tudo aquilo que a gente se acostumou a ver. E você bem sabe o que versa o ditado: identidade é igual bunda, cada um tem a sua. (!)

360 sensores para determinar pressão e área de contato
Sabe o que é mais legal dessa história toda? O índice de acerto do sistema desenvolvido pelos japoneses que não têm louça para lavar fica na casa de 98%. Bastante elevado! Melhor do que o reconhecimento facial do Android, que deu pau justamente no dia da apresentação do Ice Cream Sandwich. Aposto que o engenheiro responsável pelo recurso foi demitido naquele mesmo dia. Ou então a maquiadora que pesou a mão na hora de passar a base no executivo do Google.
Quem souber japonês pode ler a explicação completa fornecida pelos fabricantes nesse PDF.
Pesquisadores orgulhosos, os japoneses em questão dizem estar tentando vender a ideia para a indústria automobilística. Aposto que já foram bater na porta da Toyota para saber o que pensam do assunto. A ideia é evitar assaltos usando o reconhecimento bundal.
Com informações: Popular Science








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Ahhhhh, japoneses…
Quando eu acho que não podem me surpreender mais, TAN, eles inventam reconhecimento de bundas…
E quando tiver gases, a pressão no sensor será maior, e agora???
E quando a mulher colocar silicone e for dirigir depois?
E quando tiver enchimento?
Ai fudeu
E se o cara gostar de dirigir peladão?
Porque o Android não usa esse tipo de reconhecimento,já que ele é uma M3rd@ mesmo.
Siri, como está minha bunda hoje?
Siri: “Sorry, I cannot answer your question”.
Mas e se alguém tomasse benzetacil? Ou colonoscopia?
Lindo, mas se o indivíduo engorda ou emagrece uma grama, o sistema de autenticação vai pelo ralo…
*um grama
*um gramo #brinks
Se o indivíduo engordar ou emagrecer uma (folha de) grama, o sistema vai pelo ralo, certamente. Daí, aqueles que tem cara de bunda podem enfiar o rosto no assento para autenticação.
XD
Isso não é novidade pra brasileiro, que sempre teve que ter poupança pra comprar carro
*ba dum tss*
Ahhh Japão, porque tu és tão estranho? Depois do arcade/mictorio tinha que inventar algo tão escroto assim?
Pois é. Mais fácil colocar leitor de digitais no volante que usar essa bundametria no acento.
Leitor de digitais no carro não dá certo, o ladrão corta seu dedo fora e continua usando.
Cortar a bunda fora, por sua vez, é um pouco mais complicado…
Me desculpem pessoal, sei que é flood, mas tenho que registrar aqui soltei uma gargalhada alta no meio do escritório.
Obrigado Ramon Melo por me fazer passar vergonha. hahaha
Só o Dexter conseguiria tal feito com precisão cirúrgica.
Vão ter que adaptar muita coisa pra funcionar no Brasil!
As japas e japos têm a bunda daquele tamanho padrão, aí os 360 eletrodos dão conta! Quero ver só como vai ser aqui, na terra da Mulher Melancia e suas derivadas!!!
Que falta faz a tag Gente Besta no tecnoblog…
Mulher Melancia aprova esse tópico! (y)
Olha lá, heim, até que é uma boa ideia. Quero ver o ladrão que vai decepar a bunda alheia para autenticar o carro quando for roubá-lo
A palavra bumbum é tão… Xuxa só para baixinhos.
Realmente, japoneses-bunda-seca + 360 sensores = works fine.
Testa no Brasil com essa miscelânea genética…
Falando sério agora, apesar de ser um dispositivo que estatisticamente funciona bem, não é muito empolgante. É curioso. E só.
Espero que não dê pau nessa apresentação.
É cada coisa que eles inventam… Cadê invenções significativas?
Será que o sistema aprende e percebe a variação de peso do dono?