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Muitos usuários estão reportando falhas ao acessar o TweetDeck. Na redação nós utilizamos o serviço para agendar tweets e, no momento da publicação desta notícia (18h05), a interface web ainda estava fora do ar. De acordo com um usuário do Twitter, uma falha de segurança permite acesso às contas de pessoas aleatórias.

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O lançamento de uma nova interface para a versão web do Twitter e seus aplicativos oficiais também veio com uma novidade que não foi muito anunciada: a mudança do Tweetdeck. Até ontem o programa estava na versão 0.38 e ainda precisava da plataforma Adobe Air instalada para funcionar. Mas pouco depois de disponibilizar o redesign, o Twitter também atualizou o TweetDeck e fez com que ele se tornasse um aplicativo nativo, tanto para Mac OS quanto para Windows. Leia mais

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Um post no blog oficial do Twitter confirmou hoje o que as fontes da CNN afirmaram no começo da semana: a empresa criadora do TweetDeck foi comprada pelo Twitter. Um post no blog do TweetDeck também confirma o negócio, mas nenhuma das empresas citam os valores envolvidos, embora ele esteja estimado entre 40 e 60 milhões de dólares.
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A especulação chega ao fim. O Twitter finalmente adquiriu a empresa por trás do TweetDeck, um interessante cliente de Twitter para diversas plataformas. O valor do negócio gira em torno de 40 a 50 milhões de dólares, afirma o site CNN Money. Nenhuma das empresas envolvidas comentou sobre o assunto até agora. Leia mais

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O Twitter vem seguindo há algum tempo uma tática do Google: comprar empresas que criam bons produtos ao invés de gastar tempo desenvolvendo os seus. Foi assim com o aplicativo móvel da rede social para iOS, que antes era conhecido como Tweetie, criação de uma empresa chamada Atebits. Ela foi comprada pelo Twitter que o transformou no cliente oficial. Agora a história pode se repetir em relação a programas de desktop, ao menos para Windows.
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Seguindo a sequência “executivos do mundo vs. Steve Jobs”,  outro dos que se manifestaram prontamente foi o CEO do TweetDeck, Iain Dodsworth, que veio rebater as colocações de Jobs sobre a equipe do “TwitterDeck” (foi assim que Jobs chamou o aplicativo) ter sofrido para desenvolver seu aplicativo para Android.

Jobs baseou seu comentário nos gráficos exibidos na galeria abaixo, mostrando a fragmentação do Android tanto pelo ponto de vista de versões do sistema operacional quanto diferentes hardwares onde ele está sendo executado. Os gráficos foram publicados pela própria equipe do TweetDeck na semana passada.

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Os viciados no Twitter comemoraram há pouco mais de um mês quando uma nova característica apareceu em dois aplicativos para a rede social: a função de acompanhar sua timeline em tempo real. As versões atuais do Echofon e TweetDeck foram as escolhidas pelo Twitter para testar essa nova API, em que os posts são enviados para o usuário no exato momento em que são publicados. Nenhum outro programa tem essa habilidade, ao menos não ainda.
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Uma das apps mais usadas pelos navegantes para se postar no Twitter e – graças ao fato de ser baseada no Adobe Air – compatível com Windows, Mac OS X e Linux, o TweetDeck está sendo vítima de um ataque capaz de expor senhas de usuários e outros dados a hackers mal intencionados.

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fail-whalePela primeira vez em sua curta e meteórica trajetória, o Twitter está “encolhendo”. Dados da Nielsen Online mostram que o tráfego no site de microblog despencou 27,8% entre os últimos meses de setembro e outubro, o que na prática representou o sumiço de 19 milhões de visitantes únicos. Dados de outras empresas de audiência na web, como a ComScore e a Complete também mostram reduções mais modestas de 8,1% e 2,1%, respectivamente.

Mas seria esse o fim de mais uma era da rede? Talvez não.

De acordo com a empresa de pesquisa Crowd Science, em agosto 43% dos usuários do site de microblog postaram seus tweets a partir de aplicações de terceiros para computadores ou celulares – como o Tweetdeck, Twrhil ou TwitterFox, por exemplo – enquanto em julho este número foi de apenas 30%. Isso significa que ainda que mais pessoas estejam usando o serviço, elas estão entrando menos em sua página e rendendo números menos impressionantes, o que provavelmente vai render muita manchete sensacionalista por aí.

Segundo o eMarketer.com, atualmente 11,1% dos internautas do mundo são tuiteiros (odeio esse temo), cifra que deve subir para 15,5% no ano que vem.