Lumia 800 | Clique em qualquer imagem para ampliar

Grande aposta da Nokia para os smartphones, os primeiros aparelhos da companhia finlandesa com Windows Phone chegam ao mercado brasileiro em breve. Tive meu primeiro contato com o Lumia 800 durante a conferência Nokia World, na qual ele foi apresentado pelo CEO Stephen Elop. Mas não deu para testar muito o brinquedo. Agora, depois de duas semanas levando o Lumia 800 para todo canto, é hora de apontar os acertos e erros no dispositivo.

A Nokia diz que a linha Lumia tem o melhor hardware com o melhor software. Será mesmo? Acompanhe as minhas impressões nesse review que tenta destacar as vantagens do Lumia 800 frente aos concorrentes. Por isso mesmo, não entrarei em muitos detalhes sobre o funcionamento do Windows Phone 7.5 “Mango”.

Creio que esse será um problema escrever reviews de smartphones rodando Windows Phones no futuro. O sistema é o mesmo, não importa o dispositivo. No máximo o fabricante adiciona alguns aplicativos. E só. Portanto, a menos que especificado em contrário, parta do pressuposto de que todos os recursos oferecidos pela plataforma funcionaram conforme o esperado no aparelho testado. Leia mais

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Quando a gente acha que a missa de sétimo dia passou, a Microsoft vem dar sobrevida ao Zune HD. O reprodutor de mídia que a MS largou de mão no último ano recebeu nada menos que nove aplicativos novos nessa semana. Faz tempo que o MP3 player não vê o lançamento de tantos títulos produzidos especificamente para ele ao mesmo tempo. E talvez seja a última vez que isso acontece, vai saber. Leia mais

A Microsoft deverá encerrar a produção de seu tocador Zune “em algum momento de 2011″, apontam rumores levantados pelo o site de notícias Bloomberg. Introduzido em 2006, o player da empresa de Redmond chegou ao mercado com a hérculea missão de combater o onipresente iPod – da arquirrival Apple – no segmento dos players digitais, e atendendo à previsão da maioria dos analistas falhou miseravelmente na missão.
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Se a própria Microsoft não faz, os hackers tomam conta. Esse é o espírito em que foi criado o kit não-oficial de desenvolvimento de aplicativos nativos no Zune HD, o player multimídia da Microsoft. O grupo criador, denominado ZuneBoards Development Front, conseguiu explorar a firmware do aparelho para criar a ferramenta de programação.

Para ser bem claro, esse não é o primeiro hack nem a primeira ferramenta para criação de aplicativos da plataforma. A Microsoft já disponibilizava um kit de desenvolvimento para quem queria criar jogos ou aplicativos no Zune HD, chamada XNA. Mas de acordo com quem chegou a colocar as mãos na ferramenta, ela ainda é bastante limitada e não permite tirar vantagem de todo o poder do hardware do Zune HD.

Batizado de OpenZDK, o hack pode ser usado em todo e qualquer modelo de Zune e não requer que seja feita uma dança das cadeiras com um jailbreak ou uma firmware modificada. Esse kit de desenvolvimento dá capacidade aos desenvolvedores de criarem aplicativos com imagens 3D e até acessar dados na internet (dependendo do modelo do Zune), e isso era algo ainda não permitido pela XNA.

A ferramenta foi criada na semana passada e já tem site próprio com alguns programas de exemplo, para que tanto os desenvolvedores ou usuários tirem proveito da plataforma. De nada, Microsoft.

[via Electronista]

Ao lançar originalmente o Zune HD, a Microsoft disponibilizou o gadget apenas com as capacidades de 16 e 32 GB. Para alguns usuários, isso era mais do que o suficiente. Suas coleções de música e vídeos não ultrapassariam a quantidade disponível no dispositivo. Para outros, só o Zune de 80 GB seria o suficiente e ele foi um dos modelos retirados do mercado com a chegada do Zune HD.

Aparentemente a Microsoft não esqueceu desse público, só olhou pro outro lado enquanto eles reclamavam. A prova disso é que o site que lista os modelos do Zune HD agora exibe uma nova versão do media player, com o dobro da capacidade do seu modelo mais caro: 64 GB.

Zune HD 64 GB: ficção ou realidade?

Ao seguir o link, no entanto, um aviso de página não encontrada é mostrado na tela. Isso pode indicar uma das duas coisas: Ou o pessoal do marketing colocou o link no site e esqueceu de subir a página com o Zune HD 64 GB ou isso foi uma propaganda intencional para a Microsoft poder perceber o quanto seus clientes querem um Zune com maior capacidade.

Independente da existência ou não do novo modelo, o título desse post vai permanecer inverossímil enquanto a Microsoft continuar com sua política de vender seu único media player somente no mercado americano. Afinal vender produtos no menor número de mercados possível é uma ótima estratégia para aumentar os lucros. Até a Apple sabe disso.

[via Engadget]

[Atualização dia 31/03]: A Microsoft confirmou que o Zune HD de 64 GB é verdadeiro e passará a ser vendido no dia 12 de abril por US$ 350,00 (R$ 624,00). Devido a isso, as versões de 32 e 16 GB tiveram desconto de US$ 20,00. A empresa também disse que a firmware também será atualizada para a versão 4.5.

Ontem (16) a Microsoft liberou um aplicativo para Twitter no Zune HD. Acontece que um leitor do blog Engadget descobriu que tal aplicativo filtra palavras consideradas inapropriadas em sua timeline e substitui os caracteres por asteriscos. Para provar sua tese o leitor tuitou isso e o resultado você pode ver na imagem abaixo, vinda do Engadget:

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O objetivo do filtro provavelmente é fazer com que o aparelho seja bom o suficiente para um ambiente familiar. Mas fica a minha pergunta: sempre que eu vejo algo escrito com **** fico mais curioso ainda pra saber o que está por trás daqueles sinais. Uma criança certamente tem a mesmíssima curiosidade e vai descobrir que aquilo era um palavrão.

Em outras notas sobre o aplicativo de Twitter para o Zune HD, o Engadget nota que o software é lento e não responde corretamente aos comandos na tela sensível ao toque. Também afirma que quando usando tal aplicativo a conexão WiFi ficou instável e caiu diversas vezes. [Engadget / The Mac Observer]

Nook: poucos amigos

Nook: poucos amigos

O Nook, e-reader desenvolvido para ser um anti-Kindle pela loja Barnes & Noble, não vem recebendo os melhores reviews da imprensa norte-americana. Pelo menos entre os mais respeitados colunistas dos EUA o aparelho vem sendo uma triste unanimidade.

Enquanto Walt Mossberg, do Wall Street Journal, afirma que o aparelho é “chato”, David Pogue, do New York Times afirmou que o aparelho é “lento como uma lesma no inverno”. Pior que isso, o site Sillicon Alley Insider foi o mais longe possível no que se trata de ofensa no mundo da tecnologia: comparou o aparelho ao Zune, MP3 player da Microsoft que falhou miseravelmente em sua tarefa de bater o iPod.

Entre os os motivos afirmam que o Nook é apenas uma cópia muito próxima do Kindle, assim como o Zune era uma cópia do iPod e que a exemplo do player da Microsoft, o Nook chegou com uma quantidade menor de conteúdo em sua loja online, além de seu sistema de compartilhamento ser repleto de restrições.

Por essas e outras, eles prevêem que as vendas do aparelhinho não devem decolar pelo menos enquanto sua fabricante não fizer as devidas atualizações em seu software, para aumentar sua velocidade e acabar com seus travamentos, enquanto lembram que a Amazon fará de tudo para não deixar seu reader para trás ness briga.

Briga, aliás, que deverá ganhar novos competidores em breve, já que a matéria afirma que a “Apple ou Microsoft” devem entrar no mercado de readers ainda este ano, com aparelhos “coloridos e equipados com telas sensíveis ao toque”.

No último dia 15 de Setembro, a Microsoft anunciou o lançamento daquele que seria (será?) o próximo grande alvo do consumismo geek: o Zune HD. Mas como noticiamos aqui no Tecnoblog, por enquanto o aparelho só será vendido nos EUA. Ou seja, ficamos sem.

Daí fui atrás de uma fonte, e consegui descolar uma horinha para brincar com um Zune HD em terras tupiniquis! A hora foi reduzida em alguns minutos, uma vez que a bateria se esgotou enquanto eu ainda brincava com ele, mas já foi o suficiente para conseguir alguns minutos de imagem.

O vídeo abaixo trata-se do meu primeiro contato com o aparelho. Como eu tinha pouco tempo, a primeira coisa que fiz foi instalar meu tripézinho chinês de 15 reau, ligar a câmera, e começar a capturar o máximo de imagens possível. Leia mais

Alegria de pobre (e subdesenvolvido) dura pouco, muito pouco. A Microsoft confirmou hoje que não tem planos de vender o Zune HD fora dos Estados Unidos. Nem para grandes mercados, como Reino Unido e França, nem para mercados menores, como o nosso Brasil varonil.

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Um porta-voz da MS disse ao Ars Technica que por enquanto o tocador de mídia Zune HD será vendido apenas nos Estados Unidos. A empresa justificou a decisão dizendo que no momento trabalha no Zune Video, uma junção do Zune Marketplace com o XBox Live Video Service, que será lançado em 18 mercados.

O Zune HD começará a ser vendido na próxima terça-feira (15) por US$ 220 na edição com 16GB de armazenamento e por US$ 290 na edição com US$ 32GB. Há rumores que dizem que uma edição com 64GB está a caminho, mas isso não é confirmado pela Microsoft. [Ars]

Mostrando ter uma mentalidade diferente da Apple, o time de responsáveis pela divisão do Zune dentro da Microsoft, disse que o Zune HD será o único Zune fabricado pela empresa, ao contrário da gigante de Cupertino, que vende dezenas de versões dos seus iPods nas mais variadas capacidades, cores, tamanhos, formatos, gêneros, nacionalidades e estados físicos da matéria (já ouviu falar no iPod Gas?).

Um Zune para todos governar

Um Zune para todos governar

De acordo com Paul Thurrott, editor da revista Windows IT Pro que conversou com a equipe Zune, a linha de tocadores de música e vídeo da Microsoft será reduzida a apenas os 2 modelos de Zune HD anunciados anteriormente: o 16GB e o de 32 GB. As versões do aparelho com memória flash de 8 e 16 GB bem como as versões com disco rígido de 80 e 120 GB não serão mais fabricadas. Esses aparelhos serão vendidos apenas enquanto durarem os estoques.

Esse passo pode ser tanto uma ótima estratégia para fazer com que os atuais usuários dos Zunes aposentados atualizem para o único modelo mais novo disponível ou pode se revelar uma catastrófica decisão, caso o público não queira perder preciosos gigabytes de espaço em troca de uma tela sensível ao toque. Só saberemos qual das alternativas virou realidade algum tempo depois do dia 15 de setembro, que é quando o Zune HD começará a ser vendido. [Gizmodo]