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Google mata AdSense para Feeds e simplifica outros serviços

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6 anos e meio atrás

Eis uma notícia que pode incomodar blogueiros: o Google decidiu encerrar o AdSense para Feeds, programa que ajudava webmasters a ganhar alguns centavos (rendia uma mixaria) em troca da veiculação de anúncios nos seus feeds RSS. É mais um duro golpe ao FeedBurner, serviço de publicação de feeds lançado em 2004 por Dick Costolo, atual CEO do Twitter.

FeedBurner falha em exibir estatísticas (foto: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Não é de hoje que há especulações sobre o fim do FeedBurner. O serviço praticamente não ganhou novidades desde que foi comprado pelo Google, em 2007, e vários fatos sinalizam sua morte: o domínio japonês do FeedBurner expirou, as contas no Twitter e no Facebook foram encerradas e os fóruns de ajuda estão cheios de spam. Agora o Google matou o único recurso do FeedBurner que ainda dava algum lucro para a empresa.

Mais limpeza

Enquanto o FeedBurner não é encerrado, o Google remove recursos e serviços pouco usados pelo público. Nem todo mundo sabe, mas é possível escolher um plano de fundo na página inicial do Google — pelo menos até novembro, quando o recurso será removido. A comparação de tráfego entre websites no Google Trends não será mais possível. E a Central de Webmasters não terá mais o monitoramento de +1 do Google+.

Screenshot do Thássius Veloso, editor-executivo do TB e único brasileiro acordado que coloca fundo personalizado no Google

Uma pequena mudança vai afetar usuários que não pagam por espaço extra no Google: hoje, o Picasa fornece 1 GB de espaço para guardar fotos e o Drive oferece mais 5 GB para armazenar qualquer tipo de arquivo. Nos próximos meses, o espaço será consolidado: serão 5 GB para os dois serviços.

Essas novidades, segundo o Google, permitirão que a empresa se concentre em “fazer mais para ajudar a melhorar os produtos que milhões de pessoas usam várias vezes por dia” — ou seja, gastar tempo no que vale a pena. Mais informações sobre as funcionalidades removidas estão no blog oficial do Google.

Com informações: TechCrunch.