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O manifesto contra igualdade de gênero que colocou o Google em nova polêmica

Documento interno criado por engenheiro ataca a diversidade na companhia e causa indignação entre funcionários e usuários

Por
07/08/2017 às 14h06
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O Google se posiciona como uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o gênero do indivíduo. Mas nem todo mundo lá dentro é a favor disso: um manifesto escrito por um engenheiro de software critica os esforços da companhia em prol da diversidade e afirma que as mulheres estão menos representadas na tecnologia por razões meramente biológicas.

Divulgado inicialmente nas redes internas do Google, o documento precisou de pouco tempo para vazar: o Gizmodo foi o primeiro veículo a publicá-lo na íntegra. Com isso, as reações de indignação deixaram de se limitar aos muros do Google e passaram a ser públicas. É, certamente, uma das questões mais polêmicas envolvendo a companhia no que diz respeito ao seu quadro de funcionários.

Mulher no Google - imagem por Women on the Web

“A Câmara de Eco Ideológica do Google”

Com o título Google’s Ideological Echo Chamber (A Câmara de Eco Ideológica do Google, em tradução livre), o documento tem cerca de dez páginas que tentam rebater o entendimento de que os problemas de gênero das áreas de tecnologia são causados por sexismo ou machismo.

O autor defende a ideia de que são as diferenças psicológicas “naturais” que fazem homens estarem mais presentes nas áreas tecnológicas do que as mulheres, ressaltando que elas são mais inclinadas aos sentimentos enquanto eles estão mais interessados por coisas.

Nesse sentido, as mulheres acabam preferindo trabalhos em áreas sociais ou artísticas enquanto os homens se envolvem mais com trabalhos sistemáticos, como a programação, afirma o engenheiro (cuja identidade é desconhecida).

Para ele, as mulheres também estão mais propensas a níveis elevados de ansiedade e têm menos tolerância ao estresse, o que explica a menor participação feminina em cargos avançados e, portanto, altamente estressantes.

Aí também está, na visão do engenheiro, uma razão para as mulheres ganharem menos: elas buscam um equilíbrio entre vida e trabalho, enquanto os homens estão mais propensos a procurar postos exigentes e mais bem pagos, assim como a negociar aumentos.

Google

Críticas ao próprio Google

O engenheiro afirma ainda que os esforços do Google para estabelecer a diversidade criaram uma “monocultura politicamente correta” que humilha quem pensa diferente das ideias promovidas. Ele explica que a falta de discussão gerada por essa situação é o que o motivou a escrever o manifesto.

Como que propondo uma “solução”, ele afirma que, ao unir diversidade com moral, qualquer opinião contrária se torna imoral automaticamente, razão pela qual a empresa deveria parar de moralizar o assunto. De igual modo, o Google deveria parar de “alienar” os conservadores, pois estes são minoria e acabam ficando calados para evitar confrontos, no entendimento do autor.

Outra proposta do engenheiro é a de que, nas contratações, o Google deixe de dar prioridade aos programas de diversidade e inclusão para se focar na “segurança psicológica”, que já teria mostrado efeitos positivos.

A resposta do Google

As reações ao manifesto foram imediatas, tanto de funcionárias quanto de funcionários do Google, como a do desenvolvedor Andrew Bonventre, que classificou o documento como “lixo” em apoio à manifestação da engenheira de software Sarah Adams:

Não poderia haver demora na resposta do Google, consequentemente, e ela veio por meio de uma carta aos funcionários assinada por Danielle Brown, nova vice-presidente de diversidade, integridade e governança do Google.

Brown diz que “diversidade e inclusão são partes fundamentais dos valores e cultura que queremos [o Google como um todo] cultivar” e que, por conta disso, o Google assumiu uma posição forte no enfrentamento das questões inerentes ao assunto. Ela ressalta que posições fortes geram reações fortes, sendo o manifesto uma delas.

A executiva preferiu não rebater diretamente os argumentos do documento, se limitando a dizer que ela e a companhia não concordam com o que foi exposto. Brown afirma ainda que acredita que o Google segue o caminho correto ao promover a diversidade, razão pela qual ela decidiu aceitar o cargo que tem hoje.

Para finalizar, Brown diz que trabalha com o assunto há muito tempo e, assim, pode assegurar que nunca esteve em uma companhia que dá acesso a tantos meios para os funcionários se expressarem, como TGIF, Memegen, Google+ (interno), além de grupos de discussão.

Assunto longe do fim

Google - diversidade

Pode ter certeza de que o assunto ainda vai render muita discussão. Primeiro porque a resposta dada por Danielle Brown vem sendo considerada evasiva. Segundo porque, a despeito dos esforços para mudanças na cultura interna, o Google (assim como várias outras gigantes de tecnologia) ainda tem um longo caminho na promoção da diversidade.

Prova disso está no último relatório anual sobre diversidade, divulgado pelo Google no final de junho: o documento mostra que só 31% dos postos de trabalho da empresa são ocupados por mulheres, e que a participação de negros no quadro de funcionários, por exemplo, é de apenas 2%.

O próprio Google reconhece que os números estão melhores quando comparados a outros anos, mas que ainda há muito trabalho a ser feito. O senso de urgência criado por isso é, possivelmente, o que levou o tal engenheiro a criar o manifesto. Diante disso, há quem veja o documento como um sinal de que as políticas do Google em prol da diversidade já estão fazendo efeito, ainda que timidamente.

  • Mario Junior ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Ela não rebateu pois não possui argumentos para rebatê-lo. Se ela os tivesse, reuniria as “manxs” e partiriam pra malhar o cara.

    O outro zé ruela aí do tweet postado, com um comentário de bos**, nada mais é que outro zé querendo pagar de paladino da justiça social.

    Esse povo adora gritar pelos quatro cantos do mundo sobre “muuhhh safe space!11” mas na primeira opinião contrária ou crítica, já ficam com o bumbum dolorido.

    Não passam de floquinhos de neve!

    • Felipe

      Olha, se você quer uma discussão saudável, faça um comentário saudável. Tentar menosprezar e ridicularizar a opinião do coleguinha não atrairá nada além de pessoas querendo menosprezar e ridicularizar a sua.

    • Ligeiro

      O exemplo do comentário do Mario Junior é o que infelizmente está disseminado na internet como “a cultura da estupidez”.

      Graças ao “estilo troll”, a supervalorização da acidez verbal; infelizmente o que vemos é este tipo de violência nas palavras, que muitas vezes inibe a participação de outras pessoas, ou força a participação de uma forma mais estúpida possível (usando palavras tão estúpidas quanto a dele).

      O problema de palavras como a sua é justamente a diferença entre crítica e estupidez.

      Crítica enalta os defeitos para serem modificados, de forma clara, limpa e simples, sem estupidez, sem violência verbal

      Estupidez pega os defeitos e expõe como se fosse parte do conjunto da pessoa, muitas vezes usando de violência verbal como forma de auto aceitação (o seu “floquinhos de neve” é uma destas formas, se botando como uma pessoa não sensível, e como tal, superior moralmente e psicologicamente, por suportar críticas estupidas e ser capaz de fazer também críticas estúpidas capaz de demolir uma pessoa.

      • Veritas

        Escreveu, escreveu e não disse absolutamente nada.

        Típico de um troll

        • Ligeiro

          Cara, tu é um babaca conhecido online. Deveria ser preso pela PF.

          • Veritas

            Que coisa de nazista dizer que a pessoa deveria ser presa por expor sua opinião!

          • Ligeiro

            Você quer ser o último a escrever.
            E não duvido que em sua mente você queria “dar um corretivo” em qualquer um contrário a sua opinião (por isso as inúmeras respostas tentando se provar como dono da razão).

            Então nazista seria mais tu do que eu.

          • Veritas

            Deus do céu, Rodrigo… quantos perfis fakes você tem. huahuahua

          • Ligeiro

            A vantagem de apagar um perfil é que a pessoa nem sabe quem eu sou. Rodrigo não sou eu.

      • Mario Junior ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        Você está achando que está enganando alguém aqui com esse comentário a la Karnal?

        Se achou, sinto muito. Tente na próxima, pois o único troll aqui pelo visto é você.

        • Ligeiro

          Você está enganado. Muito.

    • Rodrigo

      Acho que aqui o floquinho é quem destila chorume porque existe uma política em prol da diversidade.

      • Mario Junior ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        Falou dos snowflakes, chegou um. 😂

  • Renato

    Cara falou alguma mentira? Não precisa ser machista para concordar. Isso é ciência, é estudo! Tão simples quanto.

    • Mario Junior ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

      Isso!

    • Felipe

      Oi, pode me mostrar umas 7 pesquisas cientificas sérias (de preferência de universidade reconhecidas) sobre “genética comprova que homens são melhores em cargos de chefia”?

    • Só lembra de uma coisa, não é apenas porque é “ciência/estudo” que está correto. É mais provável que seja mais correto do que achismos, só que conclusões científicas podem mudar com o tempo, e conclusões científicas sobre a condição humana costumam ser bastante frágeis e com prazo de validade curto. Ainda mais quando considera apenas fatores biológicos e ignora completamente os sociológicos.
      Não que a explicação sociológica seja a correta, não creio que um dia teremos qualquer conclusão definitiva sobre isso, apenas um constante diálogo que pode nos tornar um pouco menos ignorantes com sorte.

    • Fabrício Roque

      Que ciência? Que estudo? Só falar que existe não quer dizer que exista.

  • David

    “ele afirma que, ao unir diversidade com moral, qualquer opinião contrária se torna imoral automaticamente” As reações comprovam seus dizeres.

    • Mas é um posicionamento moral. Posicionar-se contra uma luta pela diversidade com os argumentos que ele deu é imoral, a despeito de qualquer reação, cara.

      • ochateador

        Se o sujeito for racista e você disser que ele está errado, quem está certo ?
        O racista ou você por querer impor sua opinião de que ele está errado ?

        • Dizer quem alguém racista está errado é querer impor sua opinião? Eu chamo de bom senso.

        • Rodrigo

          Nesse caso, o Matheus está certo.
          Se o sujeito for homicida e você disser que ele está errado, quem está certo?
          Se o sujeito for genocida e você disser que ele está errado, quem está certo?

          • ochateador

            E quem definiu o certo e o errado ?

            Para que se possa definir o certo e o errado é preciso passar por cima da vontade e opinião de muitas pessoas….

          • Rodrigo

            Sim, no caso dum homicida, por exemplo, coitado, a sociedade passou por cima dele e definiu que é errado. Agora ele não pode matar quem quiser, coitado.

          • Ligeiro

            Posso te matar? Estarei sendo certo se eu matar você e qualquer outro contrário a minha opinião?

    • Eu li o manifesto e pensei, “só isso”?
      Toda aquela parte “científica” que ele descreve é um meio de explicar como ele pensa, e que digo que “é válido”. É uma interpretação do mundo que surgiu de muito pensar e pesquisar ao longo dos anos, e por mais que tenha conclusões e interpretações questionáveis ali é justo desmerecer e descartar absolutamente tudo como totalmente irrelevante e ignorar todo o restante do manifesto dele e as sugestões que ele apresenta? Apenas dizer que ele está errado e condená-lo não irá fazê-lo mudar de ideia, não é? É preciso fazer ele ver os pontos que ele apresentou por outro ângulo para entender quais são os problemas que estão sendo enfrentados, exemplo das mulheres serem mais fracas em posições de liderança e não aguentarem a pressão. Ele precisa entender que talvez isso aconteça porque as mulheres são mais assediadas que o normal. Um homem aguentaria o mesmo nível de assédio (pensei do CEO do Uber, que os funcionários saíram em defesa dele)?

      Políticas para melhorar questões de diversidade em empresas não são apenas bem vindas, são necessárias infelizmente. Só que é algo que que é bom fazer com um pouco de cuidado e sem exagero sem pensar no que quer mudar e como quer mudar.
      Os novos contratados são competentes para os cargos que irão assumir? As mudanças estão sendo feitas na marra? As diferenças que eles estão trazendo para dentro da empresa estão mesmo sendo exploradas em benefício da empresa? Essa polícias devem ser feitas para melhorar a qualidade da empresa como um todo, não apenas para mudar por mudar, nesse sentido entendo o argumento de alguns contra tudo isso, uma empresa mais diversa é apenas uma empresa mais diversa. Já que criaram esse escândalo que aproveitem para sentar e conversar direito ao invés de saírem dizendo por aí para nem ler e acender fogueiras.

      Aliais, e a Apple?
      Não sei como ela está fazendo isso, mas não me lembro de nunca ter ouvido nada de ruim sobre como as coisas estão funcionando lá dentro nesse sentido.

    • Zephyro

      Basicamente, os caras estão formando uma bolha ideológica na empresa com viés de extremismo e vestígios de autoritarismo.
      O manifesto basicamente clama por mais ponderação e maior racionalidade, invés de tratar determinados assuntos com dogmatismo. E como é que reagem? Exatamente! Fazendo acusações espúrias que confirmam o enviesamento!

    • ochateador

      E teve muita gente que ficou dolorida só de ler esse manifesto…

  • Benício Pereira

    A afirmação dela foi fraca. Poderia ter sido mais enérgica, mostrando argumentos plausíveis (que não faltam) para o assunto.

    • Deilan Nunes

      tem que respeitar a opinião de quem escreveu o manifesto tbm… ter diversidade nao é aceitar pessoas que também tenham opiniões divergentes da maioria?

      • Não, cara. Isso não tem absolutamente nada a ver com diversidade.

        • palatoqueimado

          Diversidade significa o quê pra você?

          • Diversidade de gênero, um ambiente mais justo no que tange a distribuição de gêneros.
            Diversidade racial, um ambiente mais justo no que tange a distribuição racial.

            Não só pelo fator social da coisa, mas também estratégico:
            Uma empresa homogênea, com predominância masculina e com perfis que se assemelham em tudo, pode enveredar por um caminho perigoso, sem crítica, sem ideias inovadoras – portanto, sem sucesso ou crescimento.

            Isso não tem nada a ver com aceitar de boa ideias que, por natureza, são nocivas ou preconceituosas, cara.

          • palatoqueimado

            Ahh bom, então o substantivo diversidade tomou um significado limitado que não remete mais à pluraridade/variedade de qualquer coisa (como é definida em todos os dicionários, a citar o Michaelis), mas sim somente à diversidade de gênero e racial, é isto mesmo?

            Diversidade de opiniões não é um termo aceito porque, na pauta ditatorial do politicamente correto, isso implica em abrir o debate democrático àqueles que não estão sob controle/influência da ideologia esquerdista. É como convidar alguém e dar 20 minutos de audiência em cadeia nacional ao-vivo, em plena 8 horas da noite, para detonar a própria Globo.

          • Velho, o tópico do texto é Diversidade de Gênero e de raça. No mais, diversidade de opiniões é algo saudável. Agora, discurso de ódio não é opinião.

            Não adianta ser racista e machista e querer ter voz num contexto com o mínimo de bom senso, mano.

            Mas, novamente, o tema é diversidade de gênero, raça, cor.

          • palatoqueimado

            Eu lhe perguntei o significado de diversidade, pois anteriormente você respondeu que “aceitar pessoas que também tenham opiniões divergentes da maioria” […] “não tem absolutamente nada a ver com diversidade”.

            E você me demonstrou ter uma concepção de diversidade limitada à gênero, raça e cor, embora a palavra no dicionário tenha significado irrestrito.

            Então eu percebo que o esforço não se trata de defender a diversidade amplamente e fazendo jus ao seu real significado, incluindo a diversidade de opiniões que funcionários de uma grande empresa podem ter, mas sim de defender a diversidade que opera à favor do politicamente correto; aquela que impede a abertura de diálogo para qualquer ideia contrária à pauta principal.

            É por isso que tal esforço traz uma falsa ilusão de democracia, inclusão e avanços sociais. Você está sendo enganado, parceiro.

          • Ligeiro

            Do jeito que refuta a opinão do Matheus, também você tem concepção de diversidade limitada.

            Na democracia, as pessoas são livres para opinar, e ao mesmo tempo neste direito, há um dever: A liberdade não pode servir de desculpa para quaisquer tentativa de restringir a ela própria ou criar opressão ao alheio. Se você acha estranho a liberdade de outros, você pode até comentar sobre ela e questionar, mas não cabe a você a censura se esta não lhe interfere em sua vida.

            Ou como mais ou menos diz Cortella, “A principal vantagem da democracia é que você pode se dizer contra ela sem ter ônus contra você. (Agora tente isso na ditadura)“.

            O fato do texto do engenheiro ser divulgado é uma liberdade e uma diversidade de opinião, tal como a permissão dos comentários favoráveis ou contrários.

            No entanto, quando se fala de discurso de ódio, o que parece se embutir em parte do texto do engenheiro e de muitos dos que apoiam, é o fato de ignorar quaisquer questão social anterior que criou as diferenças sociais entre pessoas de diferentes tipos sociais (raciais, genero/sexo, origem, etc…) para se auto afirmar como correto em sua opinião, sendo esta justamente contrária aos fatores sociais

            Quem provavelmente está sendo enganado é você. Pense um pouco mais. Seja empático.

            Ninguém aqui está desmerecendo os esforços de quem trabalha com TI. Só simplesmente quer criar um ambiente onde todos possam conversar e se sentir confortável, não importa o que ela seja, nada mais.

            O ponto é que a sensação, para quem defende o lado social da coisa (como muitos de nós) de se perguntar o porque da falta de mulheres no TI é que tais comentários como o do engenheiro são simplórios e só veem um lado da coisa.

      • Benício Pereira

        Não é bem assim. O respeito a opinião alheia é outro assunto, e o fato de existir esse manifesto por si só já pode ser encarado como o respeito à ela. No entanto, a diversidade que se trata aqui é em relação ao capital humano: é diversificar as pessoas, promovendo um ambiente mais saudável para a convivência tomando as diferenças como uma força. O que esse manifesto leva a crer com base em afirmações pouco confiáveis é que as diferenças biológicas justificam um ambiente homogêneo onde apenas os homens tem vez. Pelo que eu me recorde, o nome disso é machismo.

        • Alberto Prado

          O cara teve que escrever de forma anônima como diz o texto. Não sei se isso pode ser encarado como respeito.

          • Benício Pereira

            É. Seria até difícil pedir respeito quando o autor induz que as mulheres são seres inferiores através de argumentos sem nenhuma solidez. Mas esse tipo de pensamento pra mim não é nenhuma novidade. É típico de alguns indivíduos do setor o desprezo por coisas que não sejam tão masculinas.

          • Alberto Prado

            Ainda assim tem que ser respeitado, não?! Não é essa que é a tal liberdade que os EUA lutaram?

          • Benício Pereira

            Aí nós chegamos na tão famosa liberdade de expressão. Ele é livre para falar o que quer, e da forma que quer. E ele optou por ser anônimo para falar essa palhaçada aí. Mas liberdade de expressão não é a mesma coisa de liberdade de insulto. E também é livre a reação por parte de quem se sente ofendido(a).

            Na boa, as pessoas precisam entender melhor o que é essa liberdade. De preferência junto com os termos “bom senso” e “responsabilidade”.

          • Alberto Prado

            Eu até reli novamente o texto. Não que eu concorde com o tal engenheiro. Mas onde exatamente ele insulta as outras pessoas?

          • Benício Pereira

            No contexto. Ele infere, nos seus argumentos, que as mulheres são seres com pouca aptidão para trabalhos sistemáticos, e que a biologia humana induz à isso, sendo, portanto, seres de capacidade intelectual inferior, dando uma suposta superioridade emocional à elas.
            Se alguém viesse me dizer que eu não tenho aptidão a um trabalho sistemático pq sou homem, isso soaria ridículo. Com uma mulher é diferente?

          • Alberto Prado

            Só vou cola oq já disse para o colega lá em cima.
            “Se vc flexibiliza fatos com suposições, isso dá margem para justifica muita coisa. E acaba que a discussão não tem fim.”
            Só pra exemplifica:
            exame.abril.com.br/estilo-de-vida/mulheres-sao-mais-multitarefa-do-que-os-homens-diz-estudo/
            Existem estudos mais profundo, só coloca o google. Homens mono tarefa mulheres multi tarefa.
            Isso não quer dizer que um vai ser superior ao outro. Só que é diferente e que pode existir aptidões para determinado trabalho. Assim como ocorre em alguns esportes. E não existe nada de errado nisso.

          • Benício Pereira

            Tive que ver o estudo, mas o resumo dele já mostrou: é um estudo que mostra correlação, e não causalidade. Para ser aceito como válido, ele precisaria ser repetido n vezes e os resultados iguais, o que pelo visto não acontece. Além disso, trata-se de um estudo sociológico, ou seja, leva em consideração todo o contexto social em que homens e mulheres, pais de família, estão inseridos. E mostra como elas começam com grande desvantagem: maior responsabilidade no cuidado familiar e maior trabalho mental do lar, incluindo planejamento, agendamento, coordenação e gerencia de eventos e atividades para a família. O estudo ainda diz, em sua conclusão, que não há como estabelecer relação causal devido a falta de dados, ainda mais que não foram levados em conta diversos aspectos psicológicos de pais e mães.

          • Alberto Prado

            “Só pra exemplifica” “Existem estudos mais profundo”.
            Acho que você entendeu que eu citei uma exemplificação. Existem pesquisas mais profundas que nem leva em conta esse contexto. Mas infelizmente eu não guardo o link de tudo que leio e procurar é quase impossível.
            E no mais, as pesquisas aprofundadas nascem é da correlação observável não é mesmo? Isso não tira o mérito dela.

          • Benício Pereira

            O que acontece é que essa exemplificação é fraca, tirada de uma matéria cujo instinto é gerar cliques através da controvérsia da manchete, e pra piorar, desvirtua o sentido do trabalho original.

            E sim, muitas pesquisas aprofundadas nascem dos resultados de correlação, mas esse não é caso. Se é pra trazer pesquisas e resultados que comprovem, tem que ser sólido. Isso é ciência.

          • Alberto Prado

            Ok. Então por favor, me mostre pesquisas sérias onde indubitavelmente prove que homens e mulheres são absolutamente iguais.

          • Benício Pereira

            Não existem estudos conclusivos sobre o assunto, nem a favor nem contra. Tudo o que temos até hoje são estudos rasos, como os que mostram um QI maior de mulheres, ou esse anterior da multitarefa paternal. Tentar provar isso sobre um assunto desse com base em estudos que, mais uma vez, não apontam relação de causa, é perca de tempo. Não podemos afirmar que somos melhores em matemática porque temos um pênis no meio das pernas. Ou que qualquer mulher sabe lidar melhor com assuntos “delicados” ou “emocionais” porque elas possuem uma vulva. Isso é patético.

          • Benício Pereira

            Pra resumir: falta muito pra esse ponto de vista do engenheiro do Google ser algo válido, tanto é que é facilmente derrubado com uma pequena análise científica. As diferenças biológicas existentes em homens e mulheres não foram até hoje encontradas de alguma maneira em sua capacidade intelectual, seja em processos analíticos ou emocionais. O que de fato existem, de forma comprovada, são relações sociais que determinam muito como que situações se mostram de formas diferentes para homens e mulheres. O estresse é apenas uma das consequências dessas diferenças, e não capacidade biológica.

          • O problema de se apoiar em estudos científicos é esse, todo estudo é válido, desde que não contrarie as conclusões que te satisfaz. Pelo menos nesse caso sobre como nós humanos somos, a dificuldade em sequer aceitar a existência de “ciências sociais” é enorme.
            Até entenderem qual o problema naquelas conclusões biológicas vai demorar…

          • Benício Pereira

            Por isso que gosto da ciência séria. Nada dos achismos ou do lugar comum do “diz estudo”. E isso vale para qualquer ponto de vista sob qualquer assunto. 😉

          • João Paulo ™

            Meus deus, isso é efeito da evolução… É OBVIO que mulheres tem mais habilidades emocionais e sociais que homens. Quanta loucura… Dá uma olhada nesse documentário aqui: https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

          • Gesonel o Mestre dos Disfarces

            Artigos científicos revisados por pares valem mais que um vídeo.

          • João Paulo ™

            Artigos científicos de sociólogos? Passo. A área é dogmatizada, tem pouco de ciência. O próprio documentário mostra isso.

          • Rodrigo

            Não concorda com o que eu falo: “dogmatizada” “pouco de ciência”… beleza fera.

          • Porque o documentário do Youtube ta certo e a área inteira da sociologia/psicologia ta errada. OK. Blz campeão.

          • Ligeiro

            Para cada vídeo seu, vou colocar esta resposta para tu aprender a parar de vomitar repetições https://uploads.disquscdn.com/images/6517d3736c96f9ae2d6d0aca422445632e9f51a970ea377105c4a640ca71ad5d.png

          • Fabrício Roque

            Bom, ele claramente está se contrapondo a políticas da empresa em que trabalha. Ele sabia que a empresa entraria com sanções contra ele.

          • Alberto Prado

            Mas é lógico. Por isso o anonimato… Pq ele iria arrisca ser demitido por causa de algo que ele não acredito.

          • O que você pede é liberdade de oprimir.
            A pessoa pensa que mulheres são inferiores e por isso se incomoda com uma política que quer mudar isso, que as trata como inferiores e as prejudica e as oprime. Ele pede pelo fim dessa política por acreditar que esse problema é como as coisas devem ser. Ele ainda tem liberdade para pensar assim, mas não para impedir que as coisas mudem. Afinal, os outros também não tem a mesma liberdade? Eles pensam diferente e estão agindo de acordo.
            Lutar contra isso é opressão.
            E aí, qual é o correto? Ficar do lado do opressor que quer manter as mulheres como inferiores e incapazes na sociedade ou do lado do opressor que quer mudar isso? Que com comportamentos que forçam a comprovação dessa inferioridade ao fazê-las andar sobre o fogo para provar o contrário?

          • Alberto Prado

            Cara, pelo que eu entendi, ele é a minoria lá. Ele tá tendo que fazer isso de forma anônima. Quem tá sendo oprimido é ele. Ainda que a opinião dele seja de certa forma tosca.

            Opressão
            substantivo feminino
            1.
            estado, condição de quem ou daquilo que se encontra oprimido.
            2.
            sensação desagradável de falta de ar, de sufocamento, de abafamento.

            O correto seria dar voz a ele e no final fala: Foda-se. Isso ainda vai continuar assim. Só faça o seu trabalho aí quieto.

          • João Paulo ™

            Mulheres não são inferiores, são diferentes de homens, apenas isso!

        • João Paulo ™

          Cara, digamos, hipoteticamente, que haja mais engenheiros homens bons que mulheres. A empresa tem que contratar engenheiro ruim só pra ser politicamente correta? Que absurdo! Fora que isso é totalmente discriminatório contra quem tem talento, mas é do sexo errado. Eu ficaria muito puto se soubesse q fui preterido em uma vaga somente porque sou homem.

          • Benício Pereira

            Parabéns, vc acabou de se colocar sob o ponto de vista de muitas mulheres pelo mundo.

          • João Paulo ™

            Isso mesmo, que se contrate por competência, não por sexo.

          • Fabrício Roque

            “A empresa tem que contratar engenheiro ruim só pra ser politicamente correta?”

            Não é isso, amigo. A briga pela tal diversidade é evitar que uma mulher apta para o serviço seja preteria pelo fato de ser mulher.

            Me parece que há uma grande falta de saber explicar as motivações pelos quais se deve lutar por diversidade.

            E uma falta de empatia em relação às mulheres. “Eu ficaria muito puto se soubesse q fui preterido em uma vaga somente porque sou homem” é uma coisa que muitas delas sentem há anos.

          • João Paulo ™

            Sou totalmente favorável a se contratar por competência, e só. O resto é discriminação.

      • Cássio Amaral

        Não, porque pros SJWs, qualquer opinião contrária a deles é taxada de “discurso de ódio”. Toda ideologia é válida, desde que seja a deles.

  • Renan Araújo

    É, no mínimo, engraçado ver as palavras da vice e ver os números no infográfico.

  • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Abre cotas lá então… depois não venham reclamar, uma coisa é promover a diversidade, é legal isso, outra coisa é forçar uma igualdade e perder em resultados…

    • Boleto

      “uma coisa é promover a diversidade,é legal isso…”
      é o novo “não tenho preconceito, tenho até amigos que são”

      • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        Cara, vc pode promover diversidade sem obrigar uma quantidade mínima, imagina se vc quisesse colocar 50% homens e 50% mulheres numa empresa, com certeza sacrificaria ótimos profissionais porque tem homens demais ou mulheres demais na empresa, preciso contratar uma pessoa, mas tem que ser homem pra eu manter os 50%, aí deixa de contratar uma mulher que é excelente profissional por causa disso.
        Querer criar regras para as coisas não funciona, estimule a formação, a divulgação, dê condições de igualdade, o resto se auto-regula…

    • Rodrigo

      Falou o dono do Google… Se os donos do Google apoiam essas políticas e tal, acho que o resultado tá bom pra eles, né não?

      • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        É a minha opinião mas parece que você tem problemas com interpretação de texto…. Na minha micro empresa contrato quem eu quiser, foda-se essa politicagem toda.

        • Rodrigo

          Blz fera. Quem sabe um dia saia no jornal.

  • Deilan Nunes

    tu descobre que essa mania ja passou dos limites quando tem um vice presidente da diversidade…

    • Defina: mania, por favor.

    • Felipe

      meu querido o google tem tanto dinheiro que se os caras quiserem eles podem ter vice-presidente de banheiros e encamentos do prédio principal -qqq

    • Alberto Prado

      Pois é. Os SJW colocaram um problema nas costas da empresa. Sendo que o problema real é que não existe mão de obra diversificada pra trabalhar. Tem que corrigir lá na base. Tem que fazer essa galera toda chega ao mercado de trabalho. E isso é com a sociedade civil.
      A única coisa certa é que realmente existe um preconceito contra dar cargos para mulheres em qualquer setor que seja. Isso é notório. Mas de resto…

      • Você pode questionar se o cargo é necessário, se ao invés de criar um cargo para resolver a questão não seria melhor criar uma política para a empresa como um todo. Só que não se você disser que foi colocado um problema nas costas da empresa é porque ele foi tirado das coisas dos funcionários.
        Criar o cargo é uma solução “extrema”, mas para trazer melhoras em um prazo mais curto do que ficar esperando que a maioria dos funcionários mude, algo que certamente iria demorar e muito.
        Quando você aponta para o fato de o autor ter optado permanecer anônimo lembre que até bem pouquinho tempo atrás gays precisavam se manter “no armário” para não serem demitidos. Aidéticos. Mulheres tinham que sofrer abusos caladas. Não é verdade?
        A criação do cargo é uma medida extrema, concordo parcialmente com isso. Mas você acredita mesmo na boa vontade da maioria das pessoas em parar para repensar e mudar sozinhas em um prazo razoável? Você acha que é justo alguém reclamar por não poder mais assediar e abusar de colegas de trabalho? Tem que ter alguém para cobrar isso.

        • Alberto Prado

          “Criar o cargo é uma solução “extrema”, mas para trazer melhoras em um
          prazo mais curto do que ficar esperando que a maioria dos funcionários
          mude, algo que certamente iria demorar e muito.”
          Não velho. Criar esse cargo é dá murro em ponta de faca ou enxugar gelo. Não vai consegui corrigir nada.
          Pq o Google (e pq não MS, Oracle, etc, juntas tb) não cria uma universidade tecnológica para fornecer futuros colaboradores diversificados??? Isso sim seria efetivo.

          “Quando você aponta para o fato de o autor ter optado permanecer anônimo
          lembre que até bem pouquinho tempo atrás gays precisavam se manter “no
          armário” para não serem demitidos. Aidéticos. Mulheres tinham que sofrer
          abusos caladas. Não é verdade?”
          Exatamente. E não era legal né?! Tá vendo como as coisas estão invertendo? Sendo que o certo é que ninguém fique anônimo. Se não isso vai soa como vingança.

          O que eu sei, é que o ser humano depois de grande é muuuuito difícil de se muda. E soluções rápidas não resolvem o problema e dá a sensação de que o foi.

          “Você acha que é justo alguém reclamar por não poder mais assediar e abusar de colegas de trabalho?”
          Isso ainda tem haver com o fato do texto? O cara fez isso?
          Se vc flexibiliza fatos com suposições, isso dá margem para justifica muita coisa. E acaba que a discussão não tem fim.

          • “Isso ainda tem haver com o fato do texto? O cara fez isso?”
            Muito.
            E que bom que se invertei, porque antes estava errado. Isso não é “vingança”, é “justiça”.

            Embora saibamos que essas empresas tem sim muitas políticas e programas de incentivo do lado de fora, muitas, esse é o momento onde precisamos parar para reconhecer que podemos ir apenas até aqui nessa discussão. Sabemos que o tal cargo existe, mas não sabemos o que ele exatamente faz e quão bem a pessoa que o ocupa faz. Talvez possa melhorar mas essa é apenas uma hipótese.

          • Alberto Prado

            Se o cara vai ser demitido por pensa assim. Então isso é vingança e não justiça. Não é bom que se inverta. É bom que fique neutro. No ponto 0 de uma gráfico cartesiano.

            “Talvez possa melhorar mas essa é apenas uma hipótese.”
            Isso sim.

          • Ninguém disse que será demitido.
            E se for isso não é “vingança”.

          • Alberto Prado

            Lógico que não vai. Ele tá anônimo.
            Isso é a mesma coisa que ser demitido por posição política.

          • Óbvio que pessoas sabem quem é, e a direção descobre se quiser. Tanto é que o Pichai já demitiu alegando violação de Código de Conduta.

      • ochateador

        E dá-lhe uns 20 anos para a mão de obra sair da base e chegar ao topo.
        Isso se essa mão de obra não se perder no meio do caminho…

        • Alberto Prado

          Fazer oq… Todo remédio é amargo. Vide Brasil e Coreia do Sul ou Cingapura.

  • Emanuel Schott

    Qual foi o absurdo que ele falou? Mulheres não são propensas a ESCOLHEREM áreas ligadas a tecnologia?

    Parece que querem forçar a igualdade tirando a liberdade das mulheres. Não vejo isso como positivo.

  • Jefferson monteiro

    Esse mundo ta chato pra caralho!!

  • palatoqueimado

    O Google é só mais um refém da mídia, esta que assim como o Tecnoblog, tem colocado lenha na fogueira toda vez que alguém toma um posicionamento contrário à pauta do politicamente correto, da diversidade de gênero, da diversidade cultural, etc.

    Diversidade é bom a menos que seja de opinião, que engraçado né?

    • Fabrício Camargo

      Eu apoio muito mais a agenda do politicamente correto do que o contrário, mas eu tenho imenso pavor de como tentam impedir quem tem opinião contrária de expô-la.

      • palatoqueimado

        A repressão de opiniões contrárias à pauta do politicamente correto é só um dos mecanismos de controle de danos sendo utilizados fortemente na internet, motivo do seu pavor ao notar o quão forte isso tem se tornado.

        O mecanismo visa garantir a integridade e o fortalecimento dos argumentos de defesa do politicamente correto, forçando assim uma aceitação (obrigatória) das ideias que estão sendo disseminadas.

        Qualquer um que tenha noção disso deve interromper imediatamente atividades que podem contribuir à disseminação dessa ideologia doente, e repensar suas ações.

    • Rodrigo

      Se o cara tem direito a ser escroto, a gente não pode ter direito de criticar essa escrotidão? Ué, não é pra ter diversidade de opiniões? Ninguém tá dizendo que ele não deve comentar não, só que ele tá sendo escroto.

  • Guilherme

    Se eu tivesse a porra de uma empresa eu jamais contrataria alguém porque ele é a porra de um asiático, transgênero, negro, ou seja lá o que for. Eu buscaria competência e não cor de pele. Esquerdismo é doença

    • Cara, eles estão buscando competência e diversidade ao mesmo tempo. Cadê a empatia aí? Doença pra mim é não conseguir ser capaz de se colocar no lugar dos outros.

      • Guilherme

        >Cara, eles estão buscando competência e diversidade ao mesmo tempo.
        Se o cara for bom no que faz, por que precisa usar essa desculpa de diversidade? Curioso. Deixa eu adivinhar, a favor de cotas raciais também para reparar a tal “dívida histórica”, né?

      • Alberto Prado

        Aí tem que se analisar outros fatores. É notório que mão de obra especializada, principalmente em áreas tecnológicas, estão escassas no EUA. Agora já imaginou ter que lidar com preenchimentos de vagas em que é necessário ter:
        50/50%: Homens e mulheres.
        Dentro de cada um desses 50%: Ser igualmente dividido, ou pelo menos próximo, entre “raças”, orientação sexual e sabe mais outras classificações necessárias a agenda.
        E que tenha AQUELE currículo que só eles sabem pedir…
        Pensando pelo lado prático da coisa. É inviável.
        Junta aí Tecnoblog + Meiobit + Gizmodo, nem aqui se consegue seguir essa agenda, que acredito eu, não seja necessário ter um currículo com metade das qualificações que um engenheiro do Google tem, imagina lá.

        • Fabrício Roque

          Deve chover currículos para posições no Google. Se alguém pode encontrar capacidade técnica enquanto busca diversidade, são empresas procuradas como o Google.

          • Alberto Prado

            Pode chover, mas de tantos, quais realmente tem o nível que eles esperam? Olha o tanto de mão de obra que eles vão busca na Índia, China, etc. Aliás, nem vão busca mais. É mais barato, construir os centros por lá mesmo e paga em rúpias (exemplo), do que leva eles para os EUA e equiparar os salários dele em dólares.

      • Marcus Araújo

        Quando dizem “a porra de um asiático, transgênero, negro”, essa gente já deixa subentendido que não acredita que essas pessoas cujas etnias/gênero que foram listadas tenham alguma competência para trabalhar no Google. Elas são apenas isso, na cabeça dessa gente: um negro, um transgênero, “uma porra de um asiático”. Não entendem que diversidade e competência podem andar juntas. Competente é o meu amiguinho parecido comigo, diriam.

        A caixa de comentários nesse artigo está lamentável…

        Se eu fosse dono de uma empresa, não contrataria gente tacanha assim, que demonstra que não sabe trabalhar com as pessoas e suas mais diversas identidades.

      • Veritas

        Cara, eles estão buscando competência e diversidade ao mesmo tempo. Cadê a empatia aí?

        Então, se temos 3 pessoas com a mesma competência:
        – uma pessoa européia homossexual
        – uma pessoa asiática heterossexual
        – uma pessoa latina heterossexual

        Qual, pela tua compreensão das regras de contratação do Google deveria ser escolhida?

        A da menor minoria entre as escolhas?
        Qual seria ela?
        O homossexual europeu?
        Ou asiáticos e latinos, que não são muito bem vindos nos EUA e são minorias?
        Opa… mas eles são heterossexuais, que são maioria… ao contrário do homossexual europeu!
        Epa… mas o Google só tem poucos funcionários latinos… então ele seria o escolhido!

        Escolha um dos 3 e eu posso te dizer: qualquer que for a tua escolha, você estará sendo preconceituoso!

        Esta exemplo simples só demonstra a estupidez deste tipo de seleção!

        E podemos extrapolar o exemplo mais ainda, incluíndo outros parâmetros como “cor”, demais gêneros, demais raças, etc…

    • Felipe

      “O Google se posiciona como uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o gênero do indivíduo. Mas nem todo mundo lá dentro é a favor disso…”
      Você não leu nem o primeiro parágrafo?

    • E o “direitismo” que apenas contrata “cidadão de bem”, e branco, porque por coincidência enxerga competência neles?

    • Rodrigo

      Mas você não tem.

  • Daniel Silva

    Aqui no Rio os chineses, por exemplo, vieram para cá abriram seus negócios e exploraram seus próprios compatriotas com trabalho escravo.

  • Que útil é essa seção de comentários, comprovando o tamanho do machismo no setor de TI, no qual faço parte há quase 20 anos, nos poupa de ir tão longe para perceber como funcionam as coisas na prática.

    • Tá assustador isso aqui.

      • Está tão assustador e é um bom exemplo da falta de diversidade… reparem que não tem sequer 1 comentário feito por uma mulher…

        • Emanuel Schott

          O que comprova que mulheres não se interessam por tecnologia. Porque até onde sei, o site não filtra comentários baseados em gênero.

          • A única coisa que se comprova é a falta de vontade que vocês estão de querer se ater a fatos, presos a um preconceito completamente sem sentido.

            Onde já se viu usar a amostragem da área de comentários de um site pra validar um posicionamento muito mais abrangente que isso. Por favor, gente… Por favor!

          • Emanuel Schott

            Isso ocorre em qualquer site de tecnologia, tanto nacional quanto gringo. Veja que em nenhum momento eu disse que elas não podem se interessar por tecnologia por serem mulheres, apenas que são minorias nessa área por pura escolha própria.

            Mas vem cá, qual é o problema das mulheres não se interessarem por isso? É liberdade de escolha delas.

          • Ligeiro

            Mas vem cá, qual é o problema das mulheres não se interessarem por isso?

            O problema é justamente as mulheres não se interessarem por isso, o que já sinaliza que tem algo errado de alguma forma.

          • Tharcizo Liborio

            pode ser por alguma predisposição.

          • João Paulo ™

            Mulheres e homens tendem a se interessar por áreas diferentes. Esse documentário entrevista cientistas da área e fala sobre isso: https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

          • Claudio Alves

            Eu também acredito que depende da profissão e que exista algumas que as mulheres não se interessam, esse vídeo relata bem isso.

          • Ligeiro

            Você vomitando este vídeo repetitivo parece um idiota.

          • João Paulo ™

            O objetivo é alcançar quem não vê todos os comentários. Mas porque em vez de pontuar minha insistência com o vídeo, vc não rebate os argumentos contidos dele?

          • Ligeiro

            Porque não me interessa. SImples assim.

          • João Paulo ™

            “Perdi! Não quero mais brincar… buáááá”

          • Ligeiro

            Falou o homem falácia. O problema hoje é que depois que descobriram sobre “falácia”< usam isso como argumentação para se provarem certos.

          • Ligeiro
          • Veritas

            O problema é justamente as mulheres não se interessarem por isso, o que já sinaliza que tem algo errado de alguma forma.

            Ou elas simplesmente não gostam e pronto, cara!

            Elas tem TODO O DIREITO DE NÃO GOSTAR DE ALGO E NÃO SE INTERESSAR, ué.

          • Ligeiro

            Cara, entenda uma coisa:

            uma coisa é direito de não gostar, outra é este tipo de discurso como o seu

          • Realmente, tem algo de errado.
            Afinal, não se interessar por algo pelo simples fato de você não se identificar com a área tá muito errado.

          • Ligeiro

            Sim, exato.

            A tecnologia teve muitas mulheres expressivas na história, uma menina contou nos comentários daqui hoje e poucos prestaram atenção nisso.

            Só que se há poucas mulheres em uma área que poderia ter mais, e a gente nota também o número de mulheres comentando que tem interesse de entrar na área, mostra que tem algo que realmente está errado.

          • Rodrigo

            Escolha própria? Será que foi? Não teve influência externa nessa escolha?

          • João Paulo ™

            Alguém bota uma arma na cabeça de mulheres no dia a dia para impedi-las de se interessar por tecnologia? Que absurdo!

          • Rodrigo

            Não chega ser tão drástico, mas é mais ou menos assim.
            “Se você escolher carreira de tecnologia vai ser uma solteirona/sapatona”
            “Mulher term que fazer administração/direito/pedagogia/contábeis”

            http://www1.folha.uol.com.br/tec/2017/02/1855418-ciberfeministas-se-organizam-para-incentivar-mulheres-na-carreira-de-ti.shtml

          • “por pura escolha própria”… ah não gente. Eu vou parar de ler por aqui mesmo porque analisar cultura e história pelo jeito ta muito além da área de TI.

          • João Paulo ™

            Se não é escolha própria é o que então? Coerção? Alguém bota uma arma na cabeça de mulheres no dia a dia para impedi-las de se interessar por tecnologia? Que absurdo!

          • Veritas

            porque analisar cultura e história pelo jeito ta muito além da área de TI.

            Pelo jeito, você é que não conhece a história da área de TI.
            Sugiro que leia bastante sobre o assunto, principalmente sobre as mulheres no mercado de trabalho na época da reserva de mercado.
            Uma dica: veja quantas mulheres são professoras nos cursos de Ciência da Computação das universidades federais aqui no Brasil.

            Em vez de ficar de mimimi, ESTUDE e não escreva baboseiras!

          • Rodrigo

            É a segunda vez que comenta isso, mostra as estatísticas aí, champs.

          • Veritas

            Estastísticas? Tipo aquelas que você não apresenta? kkkkkkkk

            Já estudou sobre a estória das mulheres na TI brasileira?
            Vá lá estudar, cara… não faz mal nenhum!

          • Rodrigo

            Eu não estou tentando provar nada, fera. Acha meu discurso inverossímil? Beleza, champs. O fato é que a sociedade, devagar, mas está indo de acordo com meu discurso “inverossímil”. Você que tá aí dizendo “ain que mundo chato desse politicamente correto, já tem muitas mulheres trabalhando na TI bla bla bla não precisa de nada disso”.

          • Veritas

            Novamente não apresentou as estatísticas! kkkkkkkkkk

            Ou seja, teu discurso é só uma papagaiada inventada por ti para tentar argumentar tua opinião pessoal.

          • Marcus Araújo

            True story: havia um membro de um fórum o qual eu participativa bastante inteligente e ativo, sempre disposto a ajudar os outros e que tecia ótimos comentários. Num ensolarado dia, não lembro como, surgiu a “bomba”: era uma mulher se passando por homem. A justificativa que ela deu foi que ninguém prestava atenção quando uma mulher participava.

            Resultado: o querido membro, agora revelada membra, passou a não ser tão querida assim.

            O problema, na minha opinião, é que mesmo que a mulher demonstre interesse em “assuntos de homem” (tecnologia, futebol etc), ela quase nunca é levada a sério. E é bem verdade isso.

            Exercício que dou a vocês é procurar por notícias sobre Marissa Mayer e por notícias em relação ao Steve Ballmer e somente reparem nas formas de tratamento dados a eles nos comentários.

          • Veritas

            True story: havia um me…

            Ou seja, por causa de uma estória que tu presenciastes, em um fórum da Internet, tu generalizastes para dizer que todos na área de TI são machistas ou que isto é comum na ára.

            Parabéns, “campeão”… tua lógica é, no mínimo, obtusa!

          • Marcus Araújo

            Falou quem genereralizou, só que ao contrário.

            Meu camarada, não generalizei, falei que machismo existe e é fato, não precisa necessariamente que todos os homens do ambiente sejam hostis para o ambiente ser hostil.

            Se pra você isso é generalizar, volte três casas na aula de português da tia Ruth no fundamental e pare de passar vergonha na internet.

          • Veritas

            huahuahau Não sabe nem argumentar e agora tenta mudar o quê escreveu.

          • Marcus Araújo

            Não mudei, você que sequer leu e deduziu. 😉

            E agora não contrargumenta pois babacão da internebs. Vai lá curtir Rafinha Bastos e deixa os adultos discutirem.

          • Marcus Araújo

            Me espantaria, de verdade, se houvesse mais interesse da parte delas por tecnologia, tendo em vista o ambiente hostil à elas no cenário. Não lembro onde li certa vez sobre todo tipo de desaforo e desacato que as mulheres gamers sofriam nos jogos online. Uma ferramenta de entretenimento e diversão sendo utilizada para destratar pessoas. Se há esse distanciamento, acho que não cabe somente falarmos “elas não se interessam”, mas refletirmos o motivo desse desinteresse.

            Tendo em vista a hostilidade dos ditos “ambientes masculinos”, e que ninguém quer se meter onde não se sente bem vindo, digo de verdade que me espantaria se houvesse maior interesse por parte delas.

            Da mesma forma podemos falar sobre os torcedores de futebol gays e dizer simplesmente que “os gays não se interessam por futebol”. Não é fácil se inserir num grupo onde não se é bem vindo.

          • Ligeiro

            Inclua também o assédio (cantadas, paqueradas e piadas), e demais outros preconceitos.

          • Veritas

            Isto existe EM QUALQUER PROFISSÃO, não só em TI.

            Ou tu achas que médicos não assediam enfermeiras, juízes não assediam advogadas…

          • Marcus Araújo

            E quem disse que não? Só você.

          • Veritas

            Ih, ficou brabinho porque demonstrei tua falácia, é?
            Agora tá respondendo todo e qualquer comentário meu?

            Não chora, cara!

          • Ligeiro

            Faça a conta:

            + homens cabeças duras = + preconceitos .

            Vamos lá

            Médicos que assediam enfermeiras hoje sofrem mais facilmente punições severas. E vice-versa. Juízes que assediam advogadas são mais difíceis de serem punidos, mas é outra história (vide Lava Jato, e notícias atuais sobre assédios de juízes).

            Só que em TI e games, as mulheres são alvo fáceis de estupidez (como a sua).

          • Veritas

            Me espantaria, de verdade, se houvesse mais interesse da parte delas por
            tecnologia, tendo em vista o ambiente hostil à elas no cenário.

            Ambiente hostil?

            Deus do céu, cara… tu realmente não trabalha em TI!

          • Marcus Araújo

            Quem está falando SÓ em ambiente de trabalho em TI é você. Não ponha palavras em meu post.

            Vai deturpar tua realidade pra lá, champs. Aqui tu não consegue nada com esse discursinho manjado de internet, não.

          • Veritas

            Quem está falando SÓ em ambiente de trabalho em TI é você

            Este é o foco da matéria apresentada aqui, caro colega.

            Se você ainda não conseguiu nem entendê-la, leia de novo.
            Tá faltando interpretação de texto, hein?

          • Marcus Araújo

            E quem disse que sou obrigado a focar somente no contexto estrito da matéria? Você?
            Ah, pera aí, vou atualizar aqui as minhas definições pra ajustar o que disse ao que você quer que eu diga.

            Enfim, bom dia. https://uploads.disquscdn.com/images/8ec26a906b6540728836c904234b3b4a9fa35a31d34b2f1b0f22f869cab6988a.jpg

          • Veritas

            huahauahu Começou com o mimimi

          • Veritas

            Que nada!
            Este sistema do Disqus é machista opressor patriarcal!

          • Disqus machista taxista dentista artista maquinista opressor

        • Hugo Henrique

          Seria bom uma mulher comentar por aqui e mostrar como ela se sente nesse ambiente, pq eu como homem, grande parte das vezes não gosto de ficar perto de pessoas da minha area, normalmente são pessoas de cabeças muito fechadas e preconceituosa, minha universidade ta ai pra nao deixar mentir.

          • Vai ser difícil, olha a hostilidade existente nesses comentários aqui da thread, tem camarada jurando tá tudo super bem e estão de mimimi falando que é machismo…. enfim, quem tem visão percebe que o mercado está errado, quem não tem, vai responder thread com ataque para comprovar o ponto de vista estranho que possui.

        • Veritas

          E isto se dá porque?

          Ninguém nunca impediu mulheres de entrar na área de TI.
          Aliás, na minha turma de Ciência da Computação, tinham várias mulheres e TODAS foram muito bem recebidas.

          E isto que me formei há mais de 20 anos!

          Mania estúpida de achar que tudo é machismo

          • Na minha sala de Análise e Desenvolvimento de sistemas começou com 50 alunos, sendo que mais de 20 eram mulheres. Estamos terminando o curso e apenas 18 pessoas ficaram, sendo apenas 4 mulheres.

    • Lilian

      Essa seção de comentários é um ótimo exemplo do motivo pelo qual poucas mulheres “se interessam” por tecnologia. Eu nem me assusto mais pois tenho que conviver com esse tipo de coisa diariamente mas não deixa de ser triste.

      • Ligeiro

        Bingo!!!!!

      • Da minha família, nenhuma mulher se interessou com área de tecnologia. Simplesmente pelo fato de “acharem complicada demais” ou que “não tem nenhum interesse em códigos”.
        Já as mulheres que não são da minha família, apenas três não atuam na área. Todas as outras trabalham na área de TI. Se quiser, posso perguntar para elas se elas trabalham em um “ambiente hostil” e lhe trazer a resposta.

        • Ligeiro

          Faça este favor de perguntar, preferencialmente em vídeo, de forma sincera e sem imposições.

          Mas sou mais o exemplo da Lilian que faz mais sentido do que o da sua família.

  • Rafael Gil

    Mesmo com vários esforços, a participação de mulheres não passa de 30%… Parece que o que o engenheiro disse tem um certo sentido sim.
    Não acho legal diversidade forçada. Pra mim isso é discriminação.

    Pra mim o certo é isso aqui e só isso aqui:
    “uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade
    técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o
    gênero do indivíduo”

    O que passar disso é discriminação. Mesmo que venha com palavras bonitas como “estímulo a diversidade”.

    • Rodrigo

      A partir do momento em que homens são mais favorecidos/incentivados a seguirem nas carreiras tecnológicas desde criança enquanto as mulheres são incentivadas com fogões/panelas de brinquedo – e nem falo de antigamente, falo de 2017 – não existe esse lance de contratar com base em critérios técnicos. A mulher chega na entrevista e já é menosprezada. A lógica do “contrato com base em merecimento” é uma mentira, não existe. Para a mulher chegar num mesmo cargo de um homem ela teve que passar por muitos absurdos – aguentar professor machista, que dá nota menor por ser mulher – isso existe – colega sabotador – que provavelmente colou dela em algum momento. Aí quando ela se forma “ok, você engoliu muito sapo mas mesmo assim chegou aqui, agora é uma igual a nós” e, quando vai no mercado de trabalho, é uma mentira também. Quando uma mulher assuime um cargo gerencial ou de chefia, o simples fato dela ser mulher é quase como uma senha autorizand oos homens subalternos a desafiarem ou criticarem as suas decisões.

      • Rafael Gil

        Eu disse como tem que ser, não como é!

        Já trabalhei em diversas empresas (sério, muitas mesmo, rsrs) que não tinham esse tipo de problema que você relata. Inclusive no meu hall de “melhores chefes” a maioria é mulher. Talvez até pelo “talento” nato de mulheres para lidar com pessoas. Aliás, a maioria das mulheres que conheci na área de TI acabaram focando as formações para áreas mais administrativas do que técnicas, almejando cargos gerenciais (tive muito mais “chefe” mulher do que colega de programação), o que também demonstra que em geral elas preferem lidar com pessoas.
        Conheço excelentes programadoras também, mas são mais raras de se encontrar.
        Talvez você tenha tido experiências diferentes das minhas, mas pode acreditar que o mundo não é só do jeito que você conhece.

        Eu não vou dizer que isso que você disse não é verdade (apesar de acreditar que é minoria, mas não vem ao caso), mas acho que o jeito certo de combater esse tipo de preconceito é contratar por capacidade técnica. Qualquer coisa além disso vai gerar mais distorção.
        Contratar uma mulher só por que ela é uma mulher e tem que preencher “cotas” não faz sentido nenhum. O mesmo vale para um homem.

        • Rodrigo

          Cara, exemplos pessoais como representativos da realidade e merda são a mesma coisa, parafraseando “O dia em que dorival encarou a guarda” . O cara fala “mulheres são discriminadas no mercado de trabalho” o trouxa responde “ah, mas eu trabalhei em uma empresa em pindamonhagaba que não discriminava, então é bobagem elas lutarem para não serem discriminadas”.

          Mas ainda tenho inveja dos floquinhos que acreditam no mito da meritocracia, onde o mundo é justo e as pessoas tem oportunidades iguais. Algumas pessoas nunca perdem a inocência. Quando não é mau-caráter.

          • Rafael Gil

            Você deu um exemplo hipotético baseado em PN. A minha experiência não vale, mas a sua teoria tirada sabe-se lá de onde vale né? A minha opinião/experiência vale tanto quanto o seu primeiro comentário.

            Eu jamais disse que o mundo é justo. Só acho que o foco da luta está errado. Diversidade forçada é o mesmo que discriminação.

          • Rodrigo

            Não dei exemplo hipotético. Mas, sim, baseado em relatos e experiências de mulheres que sofreram esse tipo de preconceito. Ah, mas aí você diz que elas eram loucas e foi fruto da cabeça delas…

            Você acha que o foco está errado porque não é você que sofre o preconceito. É muito fácil falar do alto do seu privilégio que a luta está errada.

          • Veritas

            Não dei exemplo hipotético. Mas, sim, baseado em relatos e experiências de mulheres que sofreram esse tipo de preconceito.

            Traduzindo: é a tua teoria baseada nas tuas experiências e é sim um exemplo hipotético.

            Se é isto, posso argumentar que trabalho na área de TI há mais de 30 anos, sou formado há 20 e desde aquela época, existem mulheres atuando firmemente na área, conquistando altos cargos com seu profissionalismo e sem mimimi atual.
            Sugiro, por exemplo, que pesquise por Liane Margarida Rockenbach Tarouco e Taisy Silva Weber, só para ter 2 “pequenos” exemplos de mulheres atuantes na área de TI há várias décadas.

            Antes de ficar de mimimi, estude sobre a área, estude sobre a atuação destas e várias outras mulheres na TI brasileira e pare de simplesmente repetir um discursinho tacanho e obtuso, quase uma fanfic para tentar validar teus “argumentos”.

          • Rodrigo

            Foram baseadas em várias leituras e estudos que confirmam o que argumentei. Não tirei meu argumento da bosta como o seu.

            DUAS mulheres no universo de milhões de homens. Tá “serto” fera. Não existe machismo.

          • Veritas

            Foram baseadas em várias leituras e estudos que confirmam o que argumentei.

            huahauahuahu Me pede “estatísticas” mas fica de mimimi.

            Vá estudar antes de colocar teus achismos, filhote. Não custa nada!

          • Rodrigo

            Pelo jeito custa muito para você.

          • Veritas

            Novamente mimimi e ainda não apresentou estatísticas… traduzindo: achismos

          • Rodrigo

            Não só custa, como quer ser sempre o último a comentar. Toma aqui uma jujuba imaginária.

          • Rodrigo

            Champs, você que apresentou dados estatísticos. Não venha com falácias lógicas. Revertendo o argumento. Mau-caráter da porra.

            Novamente, pelo jeito custa muito a você estudar. Toma, mais uma jujuba imaginária pra você se deliciar o resto da tarde.

          • Veritas

            huahuahau o cara usa o outro perfil fake para dar upvote! Sensacional!

          • Ligeiro

            Interessante, perdeu os argumentos e rebaixou pensando que sou um “fake do Rodrigo”.

            Fico feliz de pelo menos ser visto como “fake de outro”, ao invés de ser visto como outro qualquer online. Isso significa que meu nick perdeu valor, o que é ótimo.

          • Rafael Gil

            Seu exemplo foi totalmente hipotético, ou vc não sabe o que significa a palavra.

            Já disse e vou repetir, o foco tem que ser:
            “uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o gênero do indivíduo”.

            Qualquer outra política de inclusão que fuja disso aí acaba sendo discriminatória do mesmo jeito.

          • Rodrigo

            Exemplo hipotético: algo que poderia acontecer, uma hipótese.
            Exemplo baseado em relatos e experiências: exemplos que tem como base eventos que aconteceram na realidade.
            Tanto de um comentário quanto do outro.

            Mas bom, meu consolo é que você decide PN, então não tem porque ficar aqui discutindo.

          • Rafael Gil

            Você só levantou hipóteses no seu comentário.
            Uma mulher ser menosprezada na entrevista pode ou não acontecer. Você partiu da hipótese de que vai acontecer. O pior é você assumir a hipótese como verdade absoluta baseada em fatos…
            Você pode colar vários exemplos aqui de casos de machismo e eu posso colocar vários casos de que não houve machismo, mas você mesmo disse que experiências pessoais valem o mesmo que merda, então…

          • Rodrigo

            Já aconteceu, fera.

            Não, velho, não faça espantalho, beleza? Falei que tratar experiências pessoais como representativos da realidade é que são merda. O aglomerado das experiências pessoais de terceiros é que vão definir o que realmente acontece, e não a sua.

          • Rafael Gil

            Só por que já aconteceu é regra? Foi exatamente o que eu disse, vc pode colar vários exemplos aqui e eu também posso. Não vai mudar o fato de que seu comentário foi uma hipótese que não necessariamente representa a realidade.

          • Rodrigo

            Wat? Você acha que já estamos no nirvana da diversidade, que mulheres já tem todas as condições de brigar de igual para igual com homens por vagas na área de TI. Aí eu apresentei um caso que contradiz isso. UM dentre vários, é só pesquisar. A partir daí ou você ignora a situação, ou procura saber mais, ou pensa ser um caso isolado e toca ficha. Você escolheu achar que é um caso isolado, beleza. O meu comentário por si só não representa a realidade, de fato. Mas existe um aglomerado de terceiros aí que relatam casos semelhantes. Entre pesquisas e reportagens.

          • Rafael Gil

            Pesquise sobre casos onde não houve discriminação! Também não é difícil. Eu citei várias experiências que tive, não foi uma só. E você não apresentou um caso, mas uma hipótese.

            Eu nunca disse que estamos no nirvana da diversidade. Não sei de onde você tirou isso. O meu comentário diz que contratar pessoas pelo gênero é errado. Só e apenas isso.
            Mas você parece achar legal contratar alguém só por ser mulher. Eu acho isso o cúmulo do absurdo. Assim como também acho o cúmulo do absurdo contratar alguém só por ser homem.

          • Rodrigo

            acho o cúmulo do absurdo contratar alguém só por ser homem.

            E é pra isso que o Google criou esse departamento de diversidade, pra isso não acontecer. Toda a briga é justamente pra isso, para que não se contratem homens apenas por serem homens. Que acontece direto.

          • Rafael Gil

            Não, não é. Se fosse não haveria a necessidade de se chegar a 50% de mulheres. Uma vez que não temos 50% de mulheres nas áreas de exatas.

          • Rodrigo Gomes

            O cara já chega dizendo que exemplo por experiência e merda são a mesma coisa. kkkkk

          • Rodrigo

            Se você acha válido usar o exemplo do Rafael Gil como parâmetro para definir uma política pública, comercial ou de marketing, vá em frente e dê com os burros n’água.

          • Tharcizo Liborio

            acontecem que existem milhares de ‘exemplinhos’ como esse, o que já se transforma em uma amostragem considerável.

          • João Paulo ™

            Que porcaria de política pública?!?!? O que vc defende então é q o governo se intrometa na economia para tentar moldar o mundo conforme a mente maluca dos SJW’s?

          • Rodrigo

            “pública, comercial OU de marketing” analfabeto imbecil. O conectivo OU é de exclusão, anencéfalo.

          • João Paulo ™

            Ô retardado, vc viu eu me referindo a “comercial OU de marketing”? Me referi a uma parte do seu comentário, não ao todo. Depois eu que sou analfabeto…

          • Rodrigo

            Precisamente. Porque então focou no pública, se eu não afirmei predileção por nenhuma delas?

          • Afinal, todos sabem o que acontece quando o governo começa a intrometer em economia privada.
            Todos passam fome.

          • Senso comum e experiencia única e subjetiva sua não faz ciência. Acho incrível como alguém da exatas pode ter uma péssima formação cientifica assim. Passou longe das aulas de epistemologia ou filosofia da ciência.

            E estou falando de ciência porque a maioria vem trazer argumentos nada embasados sobre estudos de gênero sendo que nem o conceito de gênero estudaram… ai é complicado.

          • João Paulo ™

            Faz assim, pega seus argumentos científicos sobre gênero e manda lá para o pessoal do Instituto de Gênero Nórdico (NIKK), que foi fechado por praticar pseudo ciência. Quem sabe você os ajuda a reabrir o instituto. Detalhes aqui: http://br.avoiceformen.com/noticias/como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/

          • Rodrigo

            Cara, o instituto foi remanejado. Mesmo que este instituto estiver praticando pseudo-ciência, incorreto, eles não são os detentores do estudo de gênero no mundo, saca?

          • Rafael Gil

            Diga isso pra quem respondeu meu comentário usando senso comum. A ciência diz que mulheres tem interesses diferentes de homens (o que aliás é observado na prática), mas eu nem toquei nesse ponto no meu comentário inicial.

          • Então pq as empresas não contratam apenas mulheres, assim economizando no pagamento dos salários?
            Afinal, mulheres recebem menos por serem mulheres, né?
            E as empresas visam apenas o lucro, correto?
            🤔

          • Ligeiro

            Uma empresa pode contratar só mulheres e aumentar os salários delas mais do que a de homens. Então seu argumento vai por água abaixo.

            O problema é que a argumentação de vocês está indo para o lado do gênero.

          • Mas se aumentarem os salários delas vão anular a lógica de que mulher recebe menos por ser mulher… 🤔

          • Ligeiro

            Isso.

            Está vendo? Vocês estão vendo o que estão no meio das pernas para decidir algo. Então como já disseram, respeite o outro não pelo que tem no meio das pernas ou por causa dos trejeitos.

            Mas sim pelo o que ela faz, não importa o quê

      • Pablo

        Este documentário mostra evidências biológicas para as diferenças nas áreas de interesse de homens e mulheres. Reconhecer e afirmar isso não tem nada a ver preconceito. É simplesmente ser honesto sobre como o mundo ele é. Pelo contrário, há menos pré-conceito em aceitar que homem e mulheres são igualmente dignos mesmo sendo DIFERENTES, e tendo interesses por áreas diferentes, do que só aceitar que são igualmente dignos se forem igualmente hábeis em todas as áreas.

        https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

        • Rodrigo

          Você perdeu completamente o ponto da discussão. Homens e mulheres são, sim, diferentes biologicamente. Mas estamos falando de algo cultural. O interesse em profissões pouco tem de biológico. É em boa parte cultural. E cultura não vem da genética.

          Anyway, até onde eu assisti do documentário ele é bem enviesado e nada científico. Mas vou tentar assistir ao resto pra não parecer que estou dentro de uma bolha.

          • Dom Madruga

            Isso. Assista tudo antes de comentar. Isso evita de se escrever bobagem.

        • Ligeiro
      • Veritas

        A partir do momento em que homens são mais favorecidos/incentivados a
        seguirem nas carreiras tecnológicas desde criança enquanto as mulheres
        são incentivadas com fogões/panelas de brinquedo

        Se este teu discursinho fosse plenamente verdade, não teríamos UM GRANDE NÚMERO DE PROFESSORAS DE MATEMÁTICA, FÍSICA E DEMAIS ÁREAS DE EXATAS!

        Também não teríamos um número absurdamente grande DE PROFESSORAS DE UNIVERSIDADE NAS ÁREAS DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, PROCESSAMENTO DE DADOS, ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO…

        Mania de repetir discursos ultrapassados, de décadas atrás, e extrapolar achando que acontece no mesmo nível que acontecia naquela época!

        • Rodrigo

          Típico do falacioso “grande número” “número absurdamente grande”. Mostra as estatística aí, fera.

          Discurso ultrapassado? Toma aí uma notícia de 2017

          http://www1.folha.uol.com.br/tec/2017/02/1855418-ciberfeministas-se-organizam-para-incentivar-mulheres-na-carreira-de-ti.shtml

          • Veritas

            huahauahuahua “ciberfeministas”

          • Rodrigo

            huahauahuahua ad hominem

          • Veritas

            huahauahuahua ad hominem

            Ad hominem?

            Cara, tu é preconceituoso… e burro!
            Você está dizendo que eu citar o termo utilizado na reportagem que VOCÊ MESMO COLOCOU significa que o estou denegrindo? Santo Deus!

            Aliás, é burro também… já que o ad hominem seria contra ti e não contra um termo de uma reportagem! kkkkkkkkkkkkk

          • Rodrigo

            Você realmenta sabe o que é ad hominem? O fato de você desqualiifcar a reportagem por usar o termo “ciberfeminista” (que achei ridículo) é um caso de ad hominem.

            E se disser que não desqualificou a reportagem, é mau-caráter também. Aí realmente não tem porque continuar discutindo.

          • Ligeiro

            Esse véritas é da “escola Cardoso de opiniões estúpidas”. Mau carátismo faz parte desta escola.

          • Veritas

            Santo Deus, bátima!
            Nem isto você sabe!

            Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.

          • Rodrigo

            Nope. Você ridicularizou um termo que o repórter utilizou para desqualificá-lo e, consequentemente, desqualificar seu argumento (a reportagem).

    • Marcus Araújo

      O que pesa é que homens ainda são preferidos em relação às mulheres, mesmo que ambos possuam mesma capacidade técnica. Agora ponha na conta também transgêneros, negros, gays etc, e me diga qual empresa deixaria de contratar o homem para contratar um pertencente de uma minoria (lembrando: profissionais de mesmo nível). Na prática, nem no Google funciona assim.

      Só não enxerga isso quem nunca trabalhou numa empresa (ou trabalhou e nunca reparou no processo de seleção). Todo ano sai pesquisa sobre desigualdade salarial etc e tais, esse tipo de argumento é dar uma de João sem braço.

      • Rafael Gil

        Por isso que eu disse que o certo é isso aqui:
        “uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade
        técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o
        gênero do indivíduo”.
        Qualquer outra política de inclusão que fuja disso aí acaba sendo discriminatória do mesmo jeito.

    • Veritas

      Pra mim o certo é isso aqui e só isso aqui:
      “uma empresa que contrata pessoas com base em critérios como capacidade
      técnica, formação e criatividade, não importando a origem, a cultura ou o
      gênero do indivíduo”

      Perfeito!
      Finalmente alguém sensato por aqui!

  • ffcalan

    Acredito que o ponto defendido pelo Engenheiro é: O Google quer chegar em uma igualdade de 50/50 de homens e mulheres, por exemplo, mas que isso nunca vai acontecer, pois naturalmente mulheres tendem a escolher “áreas sociais ou artísticas” e homens “trabalhos sistemáticos, como a programação”. Ou seja, por mais que haja incentivos esses números nunca serão alcançados.

    • Felipe

      Será? Eu chutaria que a sociedade afasta as mulheres desses cargos ao já classificar assim as coisas há muito tempo, e tornar já meio que o “esperado” que sigam assim… e aí desse jeito pra chegar nos 50/50 a mudança teria que ser bem maior que só no Google

      • Kirby Absolutely Putaço

        As pessoas estão esquecendo cada vez mais de nossa origem primitiva, nossos instintos, quem somos em nosso núcleo, em nossas raízes. A biologia esta cada vez mais sendo ignorada. Querendo ou não, homens e mulheres tem instintos diferentes, psicológicos diferentes e habilidades diferentes. Nem um nem outro é pior, apenas é bom naquilo que em sua natureza o faz ser e é assim que o mundo evoluiu. Mas pelo visto afirmar esse fato te torna um “machista, fascista, opressor, misógino…”

        • Marcelo Arakaki Guimarães

          Também acho errado querer botar tudo na conta da “biologia”, visto que onde estão os estudos que apontam pra isso?

          Numa sociedade onde brinquedo pra menina é boneca e fogão e brinquedo pra menino é computador, não é difícil entender porque as mulheres são “inclinadas” aos trabalhos que não sejam voltados para TI.

          • João Paulo ™

            Tenho um filho e uma filha pequenos. Meu filho nunca se interessou por boneca, mas adora o computador. Minha filha se interessa pouco por computador, mas adora bonecas, balé, danças, maquiagem, etc. Nós nunca forçamos nenhum brinquedo a eles, foram escolhas naturais.

          • Ligeiro

            Nós nunca forçamos nenhum brinquedo a eles, foram escolhas naturais.

            Vou pedir para um psicólogo entrevista-los para saber se realmente tais escolhas foram naturais.

          • Como se seus filhos vivessem numa bolha de ar só oferecida por vocês e portanto o exemplo perfeito de definição de gênero pela biologia. Pelo amor de deus. Eles convivem com outras crianças, eles veem mesmo que indiretamente propaganda, eles ouvem comentários, vocês usam tons de voz diferente com cada um, etc etc. Eles estão inserido numa cultura e em uma história que define eles antes mesmo de eles nascerem. Gênero é construído desde a gestação e na verdade muito antes disso.

            E só pra reforçar: meu argumento não exclui diferenças biológicas, que sim, existem entre os sexos, óbvio. Mas não da pra colocar um ser, adulto (como uma mulher escolhendo uma faculdade), que é feito de interação e explicar comportamento por pura biologia.

          • João Paulo ™

            Mas eu não disse que era pura biologia. Eu disse que não forçamos brinquedos a eles, foi algo natural. Óbvio que o meio influencia, mas a biologia influencia também e muito.

          • Marcelo Arakaki Guimarães

            Fala João Paulo, esqueci de colocar uma parte no meu comentário. Claro que não pode generalizar dizendo que todo mundo está influenciando os filhos, só estou dizendo que a nossa sociedade é assim. Eu já ouvi muito que quando uma menina gosta de futebol e computador, ela gosta de coisa de meninos.

            Enfim, esse tema é complicado e há vários ângulos para analisar.

          • João Paulo ™

            Qual o problema de haver coisas de menino e coisas de menina? Você já parou para pensar na hipótese que sim, há diferenças biológicas entre os sexos? E se houver, forçar uma “igualdade” seria justo? Forçar alguém para algo que esse alguém não quer? Esse documentário mostra justamente isso (já postei várias vezes aqui, mas segue novamente): https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

        • Felipe

          Olha, nunca neguei isso.
          O problema é que eu não acho que caracteristicas físicas e outras que variam de acordo com o sexo (como músculos, por exemplo) interfiram num trabalho dentro do Google (a não ser que seu serviço seja levantar sacos de cimento pra construção de um novo prédio da empresa).

        • “Mas pelo visto afirmar esse fato te torna um “machista, fascista, opressor, misógino…””

          Quando você diz que trabalho de TI não é lugar de mulher, é sim.
          Tal atividade exige essas qualidades, mulheres não possuem essas qualidades, logo… vê o problema?

          É um problema se política de diversidade for feita como uma cruzada contra tudo e contra todos, onde o objetivo seja apenas a diversidade em si e pouco se preocupe com os benefícios que ela trás, mas a política em si não é ruim porque ela vem para combater um problema que já existe.

          • João Paulo ™

            Ninguém disse que TI não é lugar de mulher! Apenas que mulheres tendem a escolher outras áreas naturalmente! Na minha faculdade, de 30 alunos tinha 3 mulheres apenas. Veja esse documentário sobre gênero: https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

        • Fabrício Roque

          O problema de 99% dos casos de machismo e misoginia (disclaimer: a porcentagem pode estar imprecisa) é de causa social e nada tem a ver com fatores biológicos.

          Exemplo básico: pergunte a um homem se ele confia em um cálculo de estrutura de um prédio feito por uma engenheira. Aposto que a maioria dirá não. Mesmo considerando que um cálculo desse requer atenção a detalhes, característica tipicamente definida como “feminina”. Aliás, mesmo considerando que os cálculos hoje em dia são feitos por software.

          Essa mentalidade se espalha inconscientemente por toda a sociedade, inclusive entre as mulheres. Essa “desigualdade” em relação a gênero, “eu não acho você confiável para fazer este serviço porque você é mulher”, é que não deveria existir.

          • João Paulo ™

            Cara, você INVENTOU esse exemplo… Não tem nada a ver com a realidade… Eu mesmo contratei uma engenheira para dar consultoria na construção da minha casa.

          • Fabrício Roque

            Parabéns, amigo, mas o estereótipo vigente é que engenharia é coisa de homem. No meu curso, entre 40 alunos, haviam 7 mulheres.

          • João Paulo ™

            Eu vendia cachorro quente na rua quando era adolescente pra sobreviver… comecei a trabalhar aos 12 anos. Hoje, com 35, tenho uma pequena empresa de desenvolvimento de sistemas. Se eu fosse ligar para estereótipo, dificuldades, etc. etc., eu nunca teria saído do lugar. Quem quer se destacar não liga para coisas como “estereótipo”. Fora o fato de já ter trabalhado com várias mulheres ao longo da minha carreira e nunca ver nenhuma ser discriminada por ser mulher.

          • Fabrício Roque

            Eu concordo muito com isso! A pessoa que batalhar pra conseguir algo.

            Já que você compartilhou sua experiência, vou compartilhar a minha também. Tenho 37, proprietário de uma pequena empresa de desenvolvimento de sistemas. Me formei em escolas federais em edificações e computação.

            Gosto de acreditar que minhas conquistas são pelo meu esforço. Mas sou branco, homem, e estudei em escola privada durante todo o ensino básico. Quão mais fácil foi pra mim ter essas conquistas do que para uma outra pessoa, com igual capacidade intelectual do que eu, mas mulher, negra, pobre?

            Em uma sociedade dita justa, esses obstáculos não deveriam ser iguais, para aí sim, falarmos em meritocracia?

          • Cássio Amaral

            E daí? Não entraram mais mulheres no curso porque não se interessam, o que tem demais? Se for uma sala de aula de curso de Nutrição, Engenharia de Alimentos ou Enfermagem, você dificilmente acha um homem, é estereótipo também? Que diferença faz?

          • Kirby Absolutely Putaço

            “pergunte a um homem se ele confia em um cálculo de estrutura de um prédio feito por uma engenheira. Aposto que a maioria dirá não” << DESAFIO ACEITO, tenho um canal no YouTube e vou sair as ruas fazendo essa pergunta. Vou postar o vídeo aqui no final de tudo. Vai ser uma sequencia continua sem cortes. Vamos ver se essa sua teoria é realmente verdade.

    • Fabrício Roque

      OU
      As políticas de diversidade do Google apenas supervisionam contratações e promoções para que elas não sejam injustas em relação a diversidade, o engenheiro perdeu uma promoção para uma mulher mais qualificada, achou que a culpa era da diversidade e escreveu isso aí.
      Nunca saberemos.

  • Benício Pereira

    O nível de alguns comentários aqui só mostra a realidade que eu encaro todo dia. Decepcionado, porém nada surpreso.

    • Kaio

      Essa é a realidade em que vivemos mascarada pelo politicamente correto.

  • Nandico

    http://www.andreassibarreto.org/2013/11/o-paradoxo-da-igualdade-o-problema-da.html?m=1
    👆🏻 Assunto resolvido. Passemos pra próxima polêmica da patrulha politicamente correta. Manda que tem uma galerinha estudiosa aí, pequeno grupo, mas que faz uns estudo dos paranauê sério, que mata no peito e bota no ângulo 😉

  • Lucas Carvalho

    Vamos nos perguntar se a taxa de negros está de acordo com a taxa de negros nas universidades. Se essas 2 taxas estiverem condizente, o problema seria mais complicado do que simplesmente contratar mais negros, mas sim fazer com que mais negros alcançassem o ensino superior.

    • Felipe

      Eu já falei algo parecido aqui, a empresa pode fazer o que quiser, se a sociedade continuar travada do mesmo jeito não vai adiantar de nada e os números seguirão iguais…

  • Ricardo – Vaz Lobo

    Empresa tem que dar alegria aos acionista$, não importa quem esteja apertando os botões. Se essa de levantar bandeira de gênero x capacidade x sei lá mais o quê aumentar os dividendos, aumente-se o debate. Caso contrário, demita meia dúzia de prós e contras “com desempenho insatisfatório” e segue o jogo.

  • Mulheres tão estão menos aptas a aguentar o estrese… Por isso que elas atiram em alguém só pq esse alguém deu uma fechada no transito, não, pera!

    É incrível como uma área que molda o futuro atrai gente com mente no passado, incrível e nojento.

  • Hugo Ernesto Braga

    Lutar por diversidade nas minas de carvão ninguém quer, não é?

  • Samuel Alexandre

    Ele está mais do que certo, esse negócio de a pessoa falar algo contra, ou simplesmente falar algo que vá na contramão desses movimentos, e já ser taxado de tudo que é ruim, isso é um exagero, tem de haver o diálogo, o a favor e o contra precisam coexistir.

  • Meganegão

    Antes de falar que a area de ti e machista, temos que ver o quanto de mulheres temps na area também, das que escolhem fazer curso superior, quais cursos elas escolhem? Vamos baixar o nivel, por que a maioria dos pedreiros são homens e empregadas domésticas são mulheres? Por que os pedreiros fazem complô machista para as mulheres não serem pedreiras?

  • Wellington Gabriel de Borba

    Um dia pretendo descobrir o que leva uma pessoa a ser conservadora e se orgulhar disso. Se conservadorismo fosse bom ainda teríamos escravidão e a sociedade acreditaria que doenças são causadas por espíritos malignos. Por favor, tudo o que temos de importante, a democracia, o direito, o teatro, a ciência, a tecnologia, o desenvolvimento, o progresso é resultado da força das liberais e progressistas, coisa que nem a esquerda sabe o que é.

    • Historicamente, tudo isso é fruto de pessoas que fugiram do conservadorismo, sejam elas de esquerda, sejam elas de direita. O problema não é ser de um lado ou de outro. O problema é ser babaca, é não pensar nos outros.

      • Veritas

        Perfeita colocação!

      • Wellington Gabriel de Borba

        Sim, eu não estou afirmando que é coisa da esquerda ou da direita. Apesar que no Brasil o discurso é tão pobre e o conhecimento das pessoas é tão fraco que você se posicionar a respeito de certos valores você vira de direita ou esquerda. A esquerdas comunistas aplaudem ditaduras como as existentes na antiga União Soviética, em Cuba e agora na Venezuela. A direita se denomina liberal, mas é favorável à ditadura e é contra os direitos humanos, criado por pensadores humanistas. Isso para ficar em poucos exemplos.

    • João Paulo ™

      Desculpe, mas você parece não saber o que é conservadorismo. Não me considero um, mas é bem diferente do monstro que pintam por aí. Dá para se ter uma ideia com esse artigo: http://tradutoresdedireita.org/o-que-e-conservadorismo/#sdfootnote1sym

      • Wellington Gabriel de Borba

        Será que eu não sei ou sou crítico das contradições do discurso denominado conservador? Os conservadores atuais falam em certos valores, mas basta olhar para o contexto histórico que os conservadores do passado se opunham a eles. Ser conservador favorável à democracia é muito fácil hoje. Quero ver conservador apoiando monarquia constitucional ou república na modernidade.

    • Veritas

      Por favor, tudo o que temos de importante, a democracia, o direito, o
      teatro, a ciência, a tecnologia, o desenvolvimento, o progresso é
      resultado da força das liberais e progressistas, coisa que nem a
      esquerda sabe o que é.

      Só uma dica: tudo isto não tem nada a ver com direita e esquerda mas com o simples ideal de liberdade.

      Este discurso de que somente a esquerda é liberal e democrática é vil, ultrapassado e errado.

      • Wellington Gabriel de Borba

        Sim, agora falta dizer onde afirmo que ser progressista é coisa de direita. Saudades interpretação.

        • Veritas

          Falando em interpretação:

          Não afirmei que você disse categoricamente que “ser progressista é coisa de direita”.

          🙂

  • Duvida: nesse tipo de censo/análise/relatório os indianos entram como o que? Asiáticos?

  • meu amigo, não tem mulher porque elas não se interessam, já cursei engenharia de computação e sistemas de informação e quantidade de mulheres em alguns casos não era nem de 10% do total da turma. Como pode haver quantidade de mulheres trabalhando igual a de homens se a quantidade que entra na faculdade e se forma é insignificantemente menor?

    • Agora tenta pensar um pouquinho mais além da sua turma e vai pensar o porquê historicamente e culturalmente as mulheres estão pouco presentes aí. E tente evitar pseudociência que “explica” a cabeça das mulheres e explicações mentalistas bobas e reducionistas do tipo “elas não se interessam”.

  • Ligeiro

    Kd mulheres no TB?

    Edit: comentário besta à parte, alguém parou para ver a opinião feminina para ver o que elas pensam? Fica a sugestão de a gente parar de escrever aqui e esperar uma mulher para saber a posição dela.

    E de preferência, dependendo da opinião dela, apenas ler. Só responder se possível (e se ela permitir)

  • O manifesto é vergonhoso, recheado de pseudo ciência. Pseudo ciência escrita por engenheiros da maior empresa de tecnologia do mundo. Que vergonha.

    Não existe nenhum estudo científico que diga que mulheres são menos capacitadas para liderança e tecnologia. Isso é pura invenção de quem escreveu.

    Que esse texto vergonhoso encontre apoiadores na caixa de comentários do Tecnoblog, não me surpreende nem um pouco. Infelizmente.

    • João Paulo ™

      Você misturou liderança e tecnologia, que não é o caso do manifesto. O assunto é exatas, programação, coisas que um engenheiro de software costuma fazer. Veja esse documentário (com cientistas) que aborda o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM

      • “Liderança e tecnologia” é exatamente do que se trata o manifesto. Vou ser obrigado a citar um trecho daquele texto imundo:

        “Diferenças nas distribuições de traços entre homens e mulheres podem em parte explicar por que não temos 50% de representação de mulheres em TECNOLOGIA E LIDERANÇA (grifo meu).. A discriminação para alcançar uma representação igual é injusta, divisiva e ruim para os negócios”.

        E sabe por que eles estão abordando a questão da liderança? Porque o Google não só contrata poucas mulheres. Dentro do Google, as mulheres que estão lá trabalhando não conseguem chegar aos cargos de chefia.

        Logo, esse argumento repetido nessa caixa de comentários, de que “mulheres não se interessam por tecnologia”, cai por terra quando se ve que mesmo as que se interessam, quer buscam empregos no Google e conseguem, não conseguem ascender dentro da estrutura da empresa.

        Quem vai para a chefia são os homens mesmo.

      • Ligeiro

        Para cada vídeo seu, vou colocar esta resposta aqui para você sentir o que é ser um chato repetitivo. https://uploads.disquscdn.com/images/6517d3736c96f9ae2d6d0aca422445632e9f51a970ea377105c4a640ca71ad5d.png

  • Cássio Amaral

    Só li verdades no manifesto. Não sei porque reclamam tanto dessa desigualdade dos gêneros em algumas áreas. É natural que haja diferenças entre homens e mulheres. Muitas mulheres não se interessam por cursos de Engenharia, assim como muitos homens não se interessam por cursos como Nutrição ou Enfermagem, inclusive eu.

    Não vejo problema nisso, ninguém vai gostar a força, por mais incentivo que existo. Diversidade forçada é ridículo. Pra mim é simples assim, e vida segue, sempre foi assim, e sempre vai ser. Menos mimimi de SJWs e “feministos”, por favor.

  • Veritas

    QUANTA BABOSEIRA nos comentários!

    Deixem as mulheres escolherem o quê elas gostam de fazer!

    Mulheres & homens aprendem as mesmíssimas matérias na escola, tanto na educação primária quanto no ensino secundário inferior.

    Mulheres & homens tem as mesmíssimas chances de vagas para as áreas de Humanas & Exatas nas universidades brasileiras e concorrem da mesmíssima forma, pelo mesmíssimo processo de seleção.

    E ainda assim, gente IMBECIL acha que a falta de interesse feminino em cursos de TI é por causa do machismo?

    PQP!

  • Jonas Schumacher

    Assunto extremamente complicado…

    Na minha opinião, assim como qualquer tipo de preconceito, dificilmente alguém que não é prejudicado conseguirá fazer uma análise justa sobre o assunto.

    O ideal seria que nada disdo existisse, porém não é o que acontece. Enquanto isso as pessoas (algumas delas) vão tentando fazer o possível para diminuir esse problema.

    Artigo interessante: https://martinfowler.com/articles/born-for-it.html

  • Anayran Pinheiro

    Só acho que esse assunto daria um baita tecnocast.zip para até estabelecer a visão dos editores como um todo. Rola de pensar nesse assunto, Mobilon? 🙂

  • Edley Santana 

    Com relação ao preconceito com mulheres na área, não posso opinar porque nunca vi. Onde eu trabalhei, esse tipo de coisa nunca aconteceu. Claro que isso não é parâmetro pra dizer que não existe, apenas não vivenciei.
    Com relação ao preconceito nos jogos online, isso é muita verdade. E nem preciso ser mulher pra ver isso. Não uso o chat por voz nos jogos por esse motivo. Sou gay e, infelizmente, tenho a voz de um travesti. A partir do momento que eu começo a falar e os outros jogadores percebem que tem um “travesti” jogando, eu sou bombardeado de ofensas e xingamentos. Qualquer simples erro é motivo de palavrões e eu acabo desistindo de jogar. Depois de um tempo eu desisti de usar microfone e agora as pessoas me tratam direito.

  • SiouxBR

    O que ele escreveu é a mais pura verdade, porém como agora estamos em uma época onde a ditadura do politicamente correto manda, é “machista” que pensa diferente do que as feminazis e afins ditam como sendo o correto.

    É óbvio que existem mulheres que se dedicam mais a empresa que os colegas homens, bem como mulheres que são excelentes programadoras.

    Entretanto, na maior parte das vezes, tão logo entram para a TI, elas migram para áreas mais “humanas” (que exigem mais interação com pessoas e menos com a máquina), como gerência de projetos, levantamento de requisitos, analista de negócios, helpdesk e modelagem de dados. Já atividades “core”, como programação e redes acabam ficando com o sexo masculino.

    Trabalho a 32 anos em TI e já trabalhei em mais de uma dezena de grandes empresas como consultor ou arquiteto de software. E em todas esse quadro se repetia, por mais que, pressionada pelo politicamente correto, essas empresas tentassem trazer o sexo feminino para a área: elas eram minoria por opção DELAS.

    A empresa onde atualmente trabalho fez um concurso para analistas de TI 3 anos atrás, com cerca de 7.000 candidatos. Foram 350 pessoas aprovadas (320 homens e 30 mulheres), em uma prova bem técnica: ou seja, bastava mostrar se você era realmente bom no assunto ou não e SEM COTAS para atender a “diversidade”.

    Menos de 10% dos aprovados foram mulheres mesmo em uma situação onde elas não poderiam alegar machismo ou preferência pelo contratante.

    Para “piorar”, foi dado a todos a opção de escolher qual área trabalhar: NENHUMA mulher contratada escolheu a área de desenvolvimento/programação.

    Então, quando vejo mulheres de mi-mi-mi reclamando que o mercado é machista, sou obrigado a concordar com o que escreveu o engenheiro do Google…

  • Bruna C. C. de S. Wojtenko

    Olá homens. Eu sou mulher, vim em missão de paz. XD
    Brincadeiras a parte, mesmo não tendo concluído o curso de Ciência da Computação, eu pretendo em algum momento mais calmo continuar na área, mesmo que seja por hobbie. Sou concurseira, de nível médio por enquanto, mas sempre ligada no tecnoblog. Mais do que isso, pretendo voltar a estudar programação, porque o pouco que aprendi me fascinou muito. E, bem… Nos concursos o que sempre me salvou foi matemática.
    Não acho que programação e tecnologia tenham traços masculinos. Há características em homens e mulheres que podem levá-los ao caminho da tecnologia. A pessoa que criou o “primeiro programa de computador” era mulher, Ada Lovelace. E tivemos também Alan Turing, que era gay.
    Por outro lado, isso mostra que o caminho correto não é forçar uma diversidade, mas sim, mostrar a todos que eles podem ser o que eles quiserem se realmente sonharem com isso. Já vi escolas fazendo palestras na área da informática apenas para meninas, para tentar incentivá-las, com assuntos interessantes, mas nem tão correlatos com a informática (mídias sociais, por exemplo). E não apoiei a causa. O correto seria mostrar a todos um pouco desse universo mágico chamado tecnologia (como ocorre em alguns escolas que tem lógica de programação na grade curricular). Eu amo isso. É bom saber que há lógica e códigos por tras de grande maioria que é usada hoje.
    Por outro lado, independe de ser homem ou mulher, cada ser humano tem sua genética e seus gostos. Então fica difícil rotular. De acordo com os rótulos impostos as mulheres, eu seria praticamente um homem… Rs.

    • Bruna C. C. de S. Wojtenko

      Escrevi muito, repeti muitas palavras. Escrever pelo celular da nisso kk

    • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

      Trabalhei com muitas mulheres na área, todas excelentes profissionais, analistas de sistemas, de testes, gerentes de projeto, poucas programavam, e não era por preconceito ou algo assim, era simplesmente porque aprenderam na faculdade e não gostaram, mas o povo gosta de vitimizar e polemizar, já trabalhei com muito homem folgado, vagabundo e ruim pra kct, foram demitidos, não ficaram lá por serem homens…

      Qdo comecei CComp tinha 8 mulheres, 4 desistiram porque o curso não correspondia ao que imaginavam (em 2000 muita gente entrava achando que o curso era pra quem gostava de ficar na internet o dia inteiro, homens e mulheres, no total 30 desistiram), 4 se formaram e não gostavam de programação, 2 continuam na área até hoje, uma dando aulas e a outra como analista de sistemas, queria saber aonde isso foi influenciado por machismo ou falta de diversidade…

    • Rafael Gil

      Perfeito!

  • Fábio Peres

    Quando a Google começar a perder dinheiro – porque contratou gente desqualificada para tocar a empresa – os acionistas mandarão “cortar algumas cabeças”. Aí tudo voltará ao normal.

  • Bruno

    O mercado é machista? Sim
    Em todas as áreas? Sim
    Área de tecnologia mais ainda? Sim

    Agora, não podemos negar que as mulheres tem menos interesse por esse assunto, isso é fato. Talvez por falta de incentivo? Provavelmente! Mas olhe ao seu círculo de amizade, quantos homens gostam e conversam sobre tecnologia praticamente todos os dias, e quantas mulheres fazem o mesmo? O número é infinitamente menor, não tem como negar isso. E já que esse número é muito menor, tentar forçar uma inclusão que iguale o número de mulheres nessa área é quase impossível. Para mim, o mais importante ainda é o incentivo.

  • Diego Costa

    Só um dica: chamber significa “câmara” e não “câmera”.

    • Emerson Alecrim

      Tenho problema com essa palavra, thanks.

  • Cesar Pereira

    Eu só li verdades sobre o que o Engenheiro disse.

  • Eu li o memorando, não tem nada de machismo, sexismo, racismo, nazismo, evangelismo. Apenas um cara criticando como a Google trabalha e oferecendo sugestões.

  • Matheus

    Fired

  • Thah

    Acabei de ler um comentário que diz que nenhuma mulher comentou aqui pq mulheres não se interessam por tecnologia.

    Eu só queria deixar registrado que desisti de comentar aqui por causa das coisas que estou lendo, mesmo. Eu trabalho na área há 10 anos. Mais empatia, galera, por favor…

    Valeu galera, abraço o/

  • Lucas

    Esse papinho chato de querer calar a todos e taxar a tudo de preconceito e etc, que resultou na eleição do Trump nos EUA, na boa, as pessoas já estão de saco cheio disso, esse povo vai conseguir retroceder toda uma luta por igualdade e contra o preconceito banalizando tudo isso, tornando esse assunto algo bobo. O engenheiro não disse nenhuma mentira, a Google que está sendo totalmente fascista e arbitrária, esse povo maluco daqui a pouco vai querer reescrever os livros de história e dizer q Einstein, Newton e tantos outros eram mulheres. Se os homens praticamente dominaram a terra e fizeram tantas coisas, dominaram tantas áreas do conhecimento ao longo de séculos, algum motivo deve ter, e não é machismo, tem algo a mais nisso tudo, apesar dos pesares, vivemos na natureza, no nosso ecossistema, e não podemos negar nossas raízes biológicas, nossos instintos e etc. Se querem uma prova de que o engenheiro está certo, é só fazer uma pesquisa por conta própria e ver que ele não mentiu.

  • Roberto

    Digo uma coisa: leiam o texto. Ele não ataca a diversidade, pelo contrário, diz que o Google não é tão diverso quanto parece, já que o Google justamente parece diverso (aparências) mas é homogêneo (ideias). E claro, usaram o cara como um “novo Hitler”. VÁ ALÉM DAS MANCHETES.

  • Josiel Hen

    O certo a se fazer é aos poucos esquecer os valores e rótulos que com o tempo acabamos cultivando. Quando começarmos a ver de forma comum que, mulheres em sua maioria ocupam áreas artísticas e sociais, enquanto que um pequena parcela destas estão envolvidas em áreas sistemáticas e isso sendo apenas um caminho natural dos seres humanos, o tema perderá o foco, a importância e toda uma relevância ao qual é dado hoje.
    A “polemização” de assuntos como esse atualmente me fazem imaginar uma sala com 10 garotas, sendo que 5 delas (metade, para igualar) são obrigadas a seguir áreas que hoje homens estão em maioria, mesmo que elas não se interessem por essas tais áreas.

  • R0gério

    Querem levantar a bandeira da diversidade de raça e sexo, mas não admitem diversidade de pensamento…

  • FABIO NEVES

    Sendo franco:
    Sempre haverão profissões com tendências masculinas e outras femininas. Isso faz parte da ordem natural. E, sinceramente, tenho visto um aumento substancial de mulheres na área de TI. É questão de tempo para esse panorama mudar.
    – Me digam quantos homens dando aula para o ensino primário (Básico) vocês conhecem?
    – Quantos assistentes sociais homens vocês já viram dentro de um hospital?
    – Quantas vezes você chegou numa empresa e encontrou um homem ocupando o cargo de secretário executivo?
    Vejamos: Direito no Brasil até 1990 era um curso predominantemente masculino, hoje, ninguém repara mais nisso. A diversidade foi sendo incluída naturalmente, sem esse coisa de machismo e etc.
    A tendência do mundo é ele se tornar mais homogêneo. Ninguém percebe, mas já estamos vivendo isso.
    Mulher há 30 anos nem podia trabalhar….Hoje está aí brigando pelo mercado de trabalho.
    É questão de tempo a área de TI se equilibrar.
    Vamos com calma que nem tudo é machismo…..

  • Não concordo com o que esse cara falou, mas defendo a liberdade de expressão.
    O Google não concordou, e por isso mandou ele embora.

  • Danilo Schreiner
  • gust4v8

    não está errado