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PlayStation 5 (PS5): grande em tamanho e poder de fogo

O PS5 é o novo salto tecnológico da família PlayStation. Nada discreto, o console já chega para deixar sua marca na nona geração

Vivi Werneck Por
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PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

O PlayStation 5 chega à nona geração de consoles com mais novidades do que apenas seu visual exótico e robusto. Estreando um SSD, na família de consoles da Sony, o PS5 traz suporte a 4K e 8K, HDR, ray tracing e até 120 qps. O retorno háptico do DualSense também conta com gatilhos que se adaptam às ações e a nova interface de usuário ganhou aprimoramentos. Com dois modelos à venda (com e sem disco), o PS5 é uma boa evolução em relação ao PS4. Veja o review completo do console, a seguir.

O PlayStation 5, testado para este review, já é o modelo a ser comercializado no Brasil – com caixa e manuais em português e tomada de dois pinos.

Análise do PlayStation 5 em vídeo

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente de tecnologia que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises de produtos são opinativas e não possuem nenhuma intenção publicitária. Por isso, sempre destacamos de forma transparente os pontos positivos e negativos de cada produto.

Nenhuma empresa, fabricante ou loja pagou ao Tecnoblog para produzir este conteúdo. Nossos reviews não são revisados nem aprovados por agentes externos. O PlayStation 5 foi fornecido pela Sony por empréstimo por tempo indeterminado. O produto será usado em conteúdos futuros.

Visual, Design e usabilidade do console

A primeira coisa a se decidir, assim que tirar o PS5 da caixa, é em que posição você pretende deixá-lo. Deitado ou em pé, o produto acompanha uma base que pode ser ajustada e acoplada ao aparelho em uma dessas duas posições.

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Colocar a base do PS5 não é difícil (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Colocar a base com o parafuso para deixar o PS5 em pé, por exemplo, apesar de não ser difícil (e o parafuso vem muito bem guardado dentro da própria base), vai requerer que apoie lateralmente o console. Ou você faz isso usando as pernas ou usa o encosto de alguma coisa. No meu caso, eu apoiei o aparelho no braço do sofá.

Como a ideia é o videogame ficar alojado, quietinho, em algum lugar seu design não deve atrapalhar tanto, pois transportá-lo de um local para o outro pode ser tornar um pouco complicado.

Além dele ser grande e pesado, comparado aos consoles anteriores da Sony, há sempre o temor das laterais brancas baterem em algum lugar e acabar quebrando alguma ponta. Segundo o próprio manual, o PlayStation 5 pesa 4,5 Kg e tem as dimensões de 39 x 10,4 x 26 cm (largura x altura x profundidade). Essas medidas excluem as partes com projeções. Mas se quiser ter uma ideia da altura real do PS5, estando ele em pé, é mais ou menos o equivalente a 27 caixas de jogos do PS4 empilhadas.

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A altura do PS5, em pé, equivale a 27 caixas de jogos do PS4 empilhadas (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

A parte central, em black piano, acumula poeira com muita facilidade e vai destacar qualquer possível marca de dedo. Particularmente, e isso é algo bem pessoal, acredito que um design um pouco mais neutro, no sentido de não precisar de tantas curvas e pontas sobressaindo e um pouco mais compacto (dentro do possível, por conta do hardware) ficariam mais práticos em vários sentidos, como encontrar algum lugar para colocá-lo.

Essas placas laterais brancas, inclusive, não me inspiram muita segurança. O PS4, até mesmo o modelo Pro – mais robusto, é bem mais fácil de manusear e transportar. Nesse quesito, por mais que pareça uma mini geladeira, o design do Xbox Series X me agrada mais, ou é menos pior. No final das contas é questão de gosto, mas que você vai precisar de espaço, vai mesmo (especialmente se quiser acomodá-lo deitado).

Outro aspecto do design que me preocupa são essas laterais brancas. Estruturalmente, essas placas não são tão lisas como a parte black piano e possuem uma leve textura, bem agradável ao toque. Agora basta descobrir se, com o passar do tempo, elas continuarão branquinhas assim ou sofrerão com a maldição dos eletrônicos brancos que ficam amarelados.

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Detalhe da parte frontal do PS5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

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Detalhe da parte traseira do PS5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Mas nem tudo são críticas em relação ao design. Verdade seja dita: o sistema de ventilação do PS5, ao menos durante o período de testes, cumpriu muito bem o seu papel. Mesmo com um console desse tamanho, e com todo o poder de processamento, o único barulho que escutei foi do bip para ligá-lo.

Mesmo rodando jogos mais pesados com ray tracing ativado, como em Spider-Man: Miles Morales (a key foi fornecida pela Sony), não escutei ruídos alarmantes vindo das ventoinhas. A temperatura do aparelho também ficou dentro do esperado, sem aquecer acima do normal, mesmo com horas de gameplay.

Sobre conectores, o PlayStation 5 tem na sua parte frontal os botões para ligar/desligar e eject, uma porta USB Tipo-A e uma porta USB Tipo-C. Se o modelo for com disco, o drive também fica na frente. Na parte traseira, o console traz duas USB Tipo-A 3.1, uma porta de rede LAN, entrada HDMI e o conector para o cabo de energia.

Visual, Design e usabilidade do DualSense

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DualSense (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

O DualSense é um pouco mais pesado que o DualShock 4, mas longe de ser desconfortável. Ao pegá-lo, pela primeira vez, nota-se que ele se adapta fácil às mãos e seu peso é bem distribuído. Eu tenho mãos pequenas e, mesmo assim, não tive problema ou desconforto algum em usá-lo por horas seguidas.

A sensibilidade do feedback háptico é mesmo muito boa. No game Astro’s Playroom (pré-instalado no console de teste), por exemplo, é possível ouvir e sentir, por meio do áudio e vibrações do próprio controle, os passos do robozinho em diferentes superfícies e também sentir o DualSense tremer de acordo com o tipo e direção das ações na tela.

O microfone embutido é bem responsivo e é possível desligá-lo, se quiser, apertando um pequeno botão no próprio controle. É claro que, no caso do Astro’s Playroom, o jogo foi desenvolvido com o objetivo de mostrar o que o DualSense é capaz (e é um game bem divertido), mas o interessante será ver como outros jogos farão uso de tudo o que o novo controle pode fazer.

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DualSense (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Os gatilhos nos ombros do Dualsense têm uma boa pegada e o L2 e o R2 possuem uma leve curvatura para cima, o que deve evitar um pouco que os dedos escorreguem. Dependendo da ação que estiver fazendo é possível sentir um pouco da resistência que estes gatilhos fazem à pressão que você coloca sobre eles.

Vou explicar melhor: numa parte do Astro’s Playroom é necessário puxar uma manivela apertando o L2 e a resistência do botão contra a pressão do seu dedo perfaz o que seria a sensação de fazer um esforço físico para virar essa manivela, caso fosse no mundo real. Esse feedback deve ser bem interessante em jogos onde se pode usar um arco e flecha, por exemplo.

Os botões Share (que agora tem o nome de Create) e Options ganharam novo design, assim como todo o DualSense, apesar das similaridades estruturais com o DualShock 4. Agora, eles estão ligeiramente mais finos e um pouco mais altos. O touchpad ficou maior, em relação ao modelo do PS4. Já os direcionais e botões de ação (△,⭘, X, ▢) ficaram transparentes.

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Detalhe da textura do DualSense (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

O toque está um pouco mais duro nos direcionais e botões de ação em relação ao DualShock 4, mas não é desconfortável. Acredito que seja uma questão de costume. Visualmente, apesar de também achar que o acabamento branco do controle pode ficar amarelo com o tempo, achei o DualSense lindo. Detalhe para a textura que recobre os grips, na parte traseira do controle: se você olhar bem de perto vai notar centenas de minúsculos quadrados, triângulos, círculos e cruzes.

Ao apertar o botão com o logo do PlayStation, durante uma gameplay, um menu suspenso aparecerá com todo o seu progresso atual no game em questão, permitindo retomar a alguma fase anterior para coletar mais itens, por exemplo, além de mostrar outros modos de jogo – se disponíveis. Nesse mesmo menu suspenso é possível ver os troféus que já ganhou, e capturas de tela e vídeos que fez para acesso rápido (inclusive permitindo editá-los sem sair do jogo e compartilhá-los, se quiser).

Ainda sobre o botão com o logo do PlayStation, a qualquer momento que apertá-lo um menu suspenso aparecerá – mesmo não estando em jogo. Além de recursos para complementar sua experiência com jogos e apps de mídia, é nesse menu que você também encontra as funções: ir pra tela de início, ver notificações, ver amigos, ver status de download, áudio, mic, acessórios, seu perfil, energia e etc.

Interface de usuário e novos recursos

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Interface do usuário (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

Iniciar o sistema pela primeira vez e configurar os primeiros passos, como: quem será o usuário fixo, possível usuário convidado (o perfil dessa pessoa é apagado ao reiniciar o PS5), configuração de resolução e etc – são extremamente intuitivos e toda a explicação necessária fica disposta na própria tela. Você ainda pode personalizar, logo de cara, as opções de energia do modo de repouso. Tudo é muito bem explicado.

Por exemplo, ao usar o botão Create (na primeira vez) você receberá algumas instruções explicando as funções, como: salvar uma partida recente, fazer captura de tela e iniciar nova gravação. Ao invés desse menu se abrir na lateral esquerda (como no PS4), uma barra na parte inferior da tela mostrará agora estas e também duas opções extras para transmitir e para ver opções de captura.

Para iniciar uma sessão, além da opção padrão de inserir o seu e-mail e senha, também é possível usar o PlayStation App para escanear um QR Code e se logar mais rapidamente.

Visualmente, quem já está acostumado com a interface de usuário do PS4 vai se sentir bem a vontade usando a do PS5. Os blocos com os jogos e alguns apps nativos do sistema ainda podem ser passados da esquerda para a direita (e vice-versa) na parte superior da tela e há janelas e players na parte inferior com novidades.

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Menu de Mídia (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

No entanto, no PS4 os apps de mídia e os jogos ficavam um tanto misturados num mesmo lugar. Era possível organizá-los um pouco colocando-os em pastas. Na nova interface do PS5, você notará uma opção “Jogos” (“Games”) e outra “Mídia” (“Media”), na parte superior esquerda da tela.

Ao selecionar uma ou outra você terá acesso a uma sessão apenas dedicada a games (e opções relacionadas como PS Plus, PS Store, Galeria de Mídia Remote Play, PlayStation Now e Share Factory Studio) e outra a apenas para aplicativos de TV e vídeo, como: Disney+, Netflix, Prime Video, Hulu, Apple TV+ e etc.

Já dentro de Configurações, você também encontra recursos de Acessibilidade para ajustes da tela (inversão e correção de cores, tamanho do texto e velocidade de rolagem de texto), habilitar leitor de tela, personalizar os botões do DualSense, exibir legendas ocultas, transcrição de bate-papo e mais.

Por motivos de restrição do embargo para a publicação deste review, não tive como entrar em contato com meus amigos para testar os recursos de chat (até porque eles precisam ter um PS5 também).

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Opções de configuração de resolução numa TV com suporte a 4K (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

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Opções de resolução num monitor com suporte a 1440p. O PS5 não ofereceu a opção para esta resolução, no entanto (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Loadings, transições mais ágeis e desempenho

Eu tenho o primeiro modelo do PS4 e, assim como vários donos desta versão, sofri muito com carregamentos demorados para ações que deveriam ser básicas num jogo, como: sair do menu inicial do game e começar a jogar, ou mesmo fazer viagens rápidas (que ao menos deveriam ser) pelo mapa. A simples ação de sair de um jogo para iniciar outro também exercitava a paciência, às vezes.

Pois bem, eis que agora temos um SSD no PS5 e olha… Que diferença! As trocas entre os jogos estão incrivelmente ágeis, em relação ao PS4. Dentre estar num jogo, sair para o menu principal e entrar em outro jogo, por exemplo, leva-se menos de 10 segundos (se já estiver ágil no uso do DualSense). Testando Spider-Man: Miles Morales, o tempo de carregamento entre a escolha do save para continuar e o reinício do jogo é de três segundos. Um sonho!

Essa agilidade de transições também pode ser claramente notada ao entrar e sair do modo repouso. Se tiver deixado um jogo aberto antes, é possível retomar imediatamente de onde parou assim que ligar o console de novo. Já se reiniciar ou desligar e ligar o PS5, você terá que entrar no game pelo modo tradicional, ou seja, selecionando-o pela tela inicial.

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Configuração para gráficos em Spider-Man: Miles Morales (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

Durante o período de testes, não estavam disponíveis muitos jogos já pensados para o PS5. Focando em Spider-Man: Miles Morales, a primeira característica que salta aos olhos é o detalhamento das texturas bem realistas dos personagens e objetos, que são acentuadas se tiver uma tela que, minimamente, tenha suporte a 4K.

Falando nisso, é possível usar o 4K e o ray tracing no modo Fidelidade, mas ele limita o jogo a 30 qps. Já escolhendo o modo Desempenho, o game rodará a 60 qps, mas sem ray tracing, porém dará muito mais fluidez aos personagens.

Retrocompatibilidade

Para testar o recurso de retrocompatibilidade, e já tendo feito login na minha conta na PSN, fui até a minha biblioteca de jogos para baixar alguns títulos. O que notei, logo de cara, é que alguns games do PS4 já estavam disponíveis para download no PS5, mas outros estavam bloqueados, com um ícone de cadeado no canto superior direito.

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Jogos do PS4 no PS5 (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

Ao selecionar um desses jogos bloqueados, a biblioteca me redirecionava para a página de compra do jogo. Isso estava acontecendo porque, como várias pessoas, também tenho duas contas cadastradas no PS4 (uma americana e outra brasileira) e as cadastrei novamente no PS5.

Caso você tenha comprado um jogo numa conta brasileira você precisará baixá-lo nesta conta BR, já no PS5, se quiser jogar este título numa conta de outro país que tenha cadastrado no PlayStation 5 também.

Lembra daquele save querido com mais de 500 horas de gameplay? Há também a opção de transferir seus dados de um PS4 para o PS5, inclusive o próprio manual do console explica o procedimento, apesar de não ficar tão claro.

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Você pode recuperar dados do PS4 no PS5 (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

Ele consiste em conectar ambos os consoles na mesma rede para fazer esta transferência ou, se você usa um HD ou SSD externo no PS4 também é possível recuperar esses dados conectando este dispositivo ao PS5. Vai facilitar muito se você for assinante da PS Plus e tiver guardado seus saves na nuvem. Daí é só baixar de novo no PlayStation 5.

PS Store e PS Plus

O novo menu da PS Store mostra os itens em janelas e não aglomera mais várias funções na lateral esquerda, como antes. Para resgatar códigos agora, por exemplo, você não precisa mais rolar todo o menu lateral. Basta selecionar o ícone de três pontinhos, que fica na parte superior do menu, ao lado do carrinho de compras.

Neste mesmo menu, também é possível acessar seu métodos de pagamentos, inscrições, histórico de compras, configurações de compras e etc.

Após resgatar o código de um jogo, você também tem a opção de selecionar o botão “Game Hub” e ir direto para a página deste game na PS Store. Lá, o usuário tem acesso a conteúdos adicionais se disponíveis, como expansões e DLCs.

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PS Store no PS5 (Imagem: Reprodução/PlayStation 5)

O visual tanto da PS Store quanto da PS Plus está mais limpo, com carregamento rápido e mais intuitivo. As coisas estão bem separadas agora por meio de blocos dentro de cada submenu, como: jogos grátis do mês da Plus, jogos exclusivos para a PS Plus no PS5 e etc.

Conclusão

O PlayStation 5 chega ao Brasil no dia 19 de novembro de 2020 e tem os preços de R$ 4.199, para a Digital Edition, e de R$ 4.699 para o modelo com leitor de discos. O salto tecnológico do PS4 para o PS5 é cristalino, destaque especial para a agilidade dos carregamentos, e realmente pode-se sentir e experimentar que este é um console da nova geração.

O visual e alguns recursos da interface do usuário, PS Store e PS Plus mudaram para melhor, sem causar muita estranheza a quem já estava acostumado com esta mesma estrutura no PS4. A separação das abas de Jogos e Mídia também ajudam bastante a organizar o menu inicial e as opções disponíveis no menu suspenso, dentro e fora de jogos, oferecem formas extras de criar, editar, interagir e compartilhar.

O design do PlayStation 5 foge um pouco do “convencional”, com um ar futurista e pontas sobressaindo pelas laterais, o que faz dele não muito prático para acomodar em qualquer lugar na sala ou quarto. Acredito que a Sony já possa estar pensando num modelo slim para ele, quem sabe.

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PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

O DualSense é muito confortável de usar, particularmente achei ele bem bonito, e espero que mais jogos façam bom uso do que ele tem a oferecer. O feedback háptico realmente funciona e dá um boost na hora da imersão.

A Sony parece ter aprendido com certos erros do passado no PS4: agora não há mais os sensores de toque para ligar/desligar o aparelho e ejetar discos, e também o sistema de circulação de ar foi redesenhado. Se tudo vai continuar funcionando perfeitamente bem, ao longo dos anos, só o tempo dirá. Faltou, no entanto, um suporte a resolução a 1440p para usar o PS5 em alguns monitores.

Se pensa em comprar o PS5 já no lançamento ou vai esperar um pouco (mesmo com a redução do preço ele continua caro) é provável que fará um bom investimento numa plataforma de jogos e mídia ágil e com grande poder de fogo para esta nova geração de consoles.

PlayStation 5 – Especificações Técnicas

Especificações PlayStation 5
Processador (CPU) AMD com arquitetura Zen 2, octa-core a até 3,5 GHz
Chip gráfico (GPU) AMD com arquitetura Radeon RDNA 2 com frequência de 2,23 GHz
Quantos teraflops 10,28 Tflops com 36 unidades de computação
Memória RAM 16 GB GDDR6 a 448 GB/s
Armazenamento interno SSD personalizado de 825 GB
Velocidade de transmissão 5,5 GB/s (tamanho original), 8 a 9 GB/s (com compressão)
Armazenamento expansível HD externo USB ou SSD NVMe (PCIe 4.0) com validação da Sony
Drive óptico Blu-ray 4K UHD
Resolução 4K até 120 Hz, com suporte a 8K
Ray Tracing Sim
Peso 4,5 Kg
Temperatura de operação 5 °C a 35 °C
Dimensões externas (excluindo partes com projeção) 390 x 104 x 260 mm (largura x altura x profundidade)
Requisitos de alimentação 100-240 V ~ 3,55-1,5 A | 50/60 Hz
Potência máxima nominal 350 W
Controle sem fio
Requisitos de alimentação 5 V – 1.500 mA
Tipo de bateria Bateria de íon-lítio integrada
Tensão da bateria 3,65 V
Capacidade da bateria 1.560 mAh
Temperatura de operação 5 °C a 35 °C
Peso 280 g
Conteúdo da caixa
Console PlayStation 5
Controle sem fio
Base
Cabo HDMI
Cabo de alimentação CA
Cabo USB
Materiais impressos

 

Comentários da Comunidade

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5 usuários participando

Os mais notáveis

Comentários com a maior pontuação

Francklin (@YamirFron)

Excelente review!

Realmente estou confuso em qual console apostar, mas só de imaginar um GoW rodando nessa belezinha…já dá vontade de ter um.

Vinicius Vicentini (@ViniciusHVC)

No aguardo (e esperança) de um PS5 Dark Edition

Lucas Lopes (@Lucas_Lopes)

Cadê a seção: Vale a pena?

Igor Lana de Melo (@igor_meloil)

Fico feliz que pelo menos dessa vez a sony parece ter acertado no sistema de refrigeração do console, diferente do ps3 fat que esquentava ALÉM de ser enorme.

Sempre tem trocentas cores um tempo depois