Microsoft modifica requisitos mínimos para Windows Phone

Rafael Silva
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• Atualizado há 1 mês

A Microsoft modificou há algum tempo (e sem avisar ninguém) a sua página que lista os requisitos mínimos para fabricantes de celulares criarem modelos com o Windows Phone. A mudança ocorreu, de acordo com o que está na página, no dia 23 de setembro mas apenas recentemente foi notada. A empresa mudou um item da coluna obrigatória e que podem indicar futuros planos para o sistema.

Uma das coisas que passou para a nova coluna opcional é o item da câmera. A presença de uma câmera principal na traseira de aparelhos e uma secundária e frontal para videochamadas sempre foi item requerido nos modelos com o sistema, e agora não são mais. A bússola e o giroscópio continuam a ser itens não obrigatórios.

O que muda com isso? Acho que a Microsoft espera uma potencial popularização do Windows Phone. Como as câmeras são componentes que encarecem bastante os smartphones, aparelhos com Windows Phone 7 poderão ficar mais baratos de se fabricar e, com isso, mais acessíveis. Apesar disso, os demais componentes obrigatórios continuem os mesmos, como os 8 GB de memória interna e tela de 800 x 480 pixels.

A mudança também pode servir como indicação de possíveis modelos futuros da Nokia, que é conhecida por investir não só em celulares high-end como low-end também. Mas o que é um smartphone sem câmera hoje em dia? Vai ser interessante ver como a Microsoft e a Nokia, ou demais fabricantes que decidirem seguir apenas os itens obrigatórios de hardware, vão comercializar um aparelho assim.

Se eles chegarem a existir, claro. Até lá, temos somente rumores e especulações.

Com informações: The Next Web.

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Rafael Silva

Rafael Silva

Ex-autor

Rafael Silva estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Como redator, produziu textos sobre smartphones, games, notícias e tecnologia, além de participar dos primeiros podcasts do Tecnoblog. Foi redator no B9 e atualmente é analista de redes sociais no Greenpeace, onde desenvolve estratégias de engajamento, produz roteiros e apresenta o podcast “As Árvores Somos Nozes”.

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